Arquivo mensal Junho 2017

Demos graças Deus pelo Diácono que nos envia! – 2 de Julho

O diaconado é o primeiro grau do sacramento da Ordem que se distribui em três graus: diaconado, presbiterado e episcopado. O diaconado, como ministério ordenado permanente, depois de estar em grande uso nos primeiros séculos da Igreja, acabou por desaparecer, ficando apenas como ministério transitório dado aos que caminhavam para o presbiterado. Todos os padres foram, primeiro, diáconos, durante seis meses a um ano e depois é que são ordenados presbíteros.

O Concílio Vaticano II restaurou o diaconado permanente, abrindo a porta a homens casados que o pudessem receber. Esta experiência bem sucedida pode abrir a porta a que, mais cedo ou mais tarde, também se possam vir a começar a ordenar, no grau do presbiterado, homens casados, já provados por uma vida de fidelidade a Cristo e à igreja. Não sabemos por onde o Espírito conduzirá a Igreja mas é uma possibilidade, já que o celibato dos padres não é uma questão doutrinal, mas disciplinar, que a Igreja pode mudar quando achar bem…

O diácono pode presidir a celebrações da Palavra, com a autoridade de ministro ordenado, ler o Evangelho na missa, se necessário, fazer a homilia, batizar, presidir a casamentos, e muitos outras serviços em que, unido ao pároco, pode fazer com a autoridade de ministro ordenado.

O diácono Albano é um homem com um currículo de vida excelente e tem feito um trabalho notável. Tem sido sempre um homem íntegro como pai de família (3 filhos), marido e cristão comprometido.

Trabalha há muitos anos na Caritas, onde, desde o princípio, tem sido o diretor técnico da Comunidade de Tratamento e Reinserção Social de Toxicodependentes e Alcoólicos em Maiorca, trabalho que continua a exercer com êxito. Ainda jovem, foi seminarista e noviço nos Salesianos, onde fez todo o curso de Filosofia. Na Alemanha, onde trabalhou vários anos, fez a licenciatura em Serviço Social e, já em Portugal, fez o mestrado em Psicologia da Saúde, além de durante vários anos ter feito formação como psicoterapeuta. Quando foi convidado para diácono há 4 anos, fez o curso de Teologia e Ministérios no Seminário Maior de Coimbra.

Já na paróquia tem desenvolvido com êxito um ministério de escuta e acompanhamento de pessoas com dificuldades de vária ordem.

É, pois, para nós uma graça e um enriquecimento tê-lo como diácono na nossa paróquia. Na Eucaristia de amanhã, dêmos graças a Deus pelo dom que nos dá.

No final da missa, haverá um almoço feito à base de grelhados. Este almoço não será de angariação de fundos e, por isso, as pessoas serão convidados a contribuir apenas com o custo dos gastos que se fizerem, dividido por todos.

Inscreva-se na paróquia.

D. Virgílio preside à Eucaristia nas Festas de S. João Baptista

Eucaristia Solenidade do Nascimento de S. João Baptista, presidida pelo Sr Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes

Peregrinação Diocesana a Fátima – 8 de Julho

Irá um autocarro da paróquia. Podem começar a inscrever-se.

08h00 – Partida.
10h00 – Terço na Capelinha.
10h45 – Procissão para a Basílica da Santíssima Trindade.
11h00 – Missa presidida pelo senhor Bispo.
12h30 – Almoço .
14h30 – Assembleia Diocesana na Basílica da S. Trindade.

Contamos com 11.000 pessoas.

Está disponível ao fundo da igreja o guião da Peregrinação Diocesana a Fátima que contém 6 encontros de Lectio Divina como preparação do jubileu Mariano.

Os grupos da paróquia, que já se reúnem habitualmente, procurem na reunião de grupo fazer essas catequeses orantes, que estão muito bonitas e profundas. Foram feitas pelo Sr. D António Marto, Bispo de Leiria Fátima com uma equipa que com ele trabalhou. Quem não fizer parte de nenhum grupo, pode fazê-las em casa, em família ou individualmente.

Jantar – Sons e Sabores Africanos

10 Tijolos (inscrições abertas no cartório):
– moamba de galinha
– cachupa
– calulu
-mufete

Artesanato
Passagem de modelos africanos
Surpresas

A pastoral urbana – Dia da Igreja Diocesana, arciprestado Coimbra Urbana

Para o arciprestado de Coimbra Urbana, o dia da Igreja Diocesana foi uma ocasião de união das várias paróquias da nossa cidade com tempos de formação, partilha, oração e convívio. Aqui fica o tema a cargo do Pde Nuno Santos e a introdução do nosso arcipreste Frei Domingos

Festa de encerramento das atividades das células paroquiais de evangelização

No próximo domingo, dia 16 de Julho, irá decorrer aqui na paróquia a festa de encerramento das atividades das células paroquiais de evangelização, com o seguinte programa:
11h – Missa conjunta na igreja
12h30 – Oração de Louvor
13h – Almoço partilhado
14h30 – Apresentações das CPE
15h30 – Concurso e Jogos
17h – Adoração Eucaristica
17h30 – Lanche de encerramento

Todos ficaram cheios do Espírito Santo

Todos estávamos convocados e fomos muitos os que comparecemos na Vigília de Pentecostes, que ocorreu na nossa igreja no dia 1 de junho. Duas horas e meia não foram suficientes (ou foram suficientes, mas souberam a pouco) para louvarmos a Deus e rezarmos uns pelos outros pedindo o Dom do Espírito Santo!

Diante do Santíssimo exposto sobre o altar – afinal era 5ª feira e desde as 8 h de 4ª feira, como acontece em todas as semanas, Ele já lá estava para ser adorado no silêncio – começámos por fazer uma oração de louvor que nos ajudou a centrar n’Ele. Com cânticos alegres fomos preparando o coração para O acolher.

Seguiu-se um momento de escuta da Palavra de Deus e de pregação. Também pelas palavras pronunciadas e escutadas Ele Se foi comunicando a todos e a cada um de nós profundamente envolvidos, como se não precisássemos de pensar mas apenas de agir naturalmente.

Pedimos o Dom do Espírito Santo. Como o Pe. Jorge nos explicou a partir das Escrituras, a força da oração de uns pelos outros é mais eficaz a transmitir a Graça de Deus. Rezámos por pessoas que estavam ao nosso lado ou que nos procuravam, as quais, por sua vez, rezaram por outras, como se faz em família. Rezámos por todos os Grupos da Paróquia, pedindo para cada um deles aquilo de que mais precisa. Rezámos pelo nosso Pároco. E rezámos pelos que ali não estavam.

Era meia-noite e, se a vida não continuasse, não queríamos terminar. Houve tempo para mais um cântico, mais um agradecimento, mais uma prece. Ainda houve tempo para soltarmos o ‘canto da alma’. E, finalmente, a bênção do Santíssimo a enviar-nos em missão para ‘transformar o mundo’. Sim, por vezes não parecemos ser deste mundo, mas pertencemos ao mundo, que precisa da nossa paciência, da nossa benignidade, do nosso compromisso e do nosso amor.

Agora é tempo de irmos e darmos fruto.

Margarida Caetano

Paróquia de S. João Baptista levou a luz de Cristo para a rua

O Papa Francisco sublinhou bem em Fátima que “temos Mãe”. Ela congregou a comunidade de S. João Baptista, que, no dia 31 de maio, dia de Nossa Senhora do Magnificat (co-padroeira da Paróquia) e em que a Igreja festeja a Visitação de Maria a sua prima Santa Isabel, acorreu a louvá-la e a rezar o terço, em celebração amplamente participada.

A celebração terminou com a procissão de velas com o andor de Nossa Senhora, que percorreu a rua adjacente à igreja. Foi um momento muito bonito de união e oração comunitária que haveria de ser continuado no dia seguinte, com a Vigília de Pentecostes.

Madalena Sousa

Peregrinação da catequese a Fátima – Testemunho de um pai da catequese familiar

No dia 27 de Maio de 2017 a Paróquia fez uma peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

     Esta experiência  extremamente enriquecedora merece, desde já, o profundo agradecimento ao Sr. Padre Jorge Santos e a todas as catequistas que, com a entrega habitual, conceberam, planearam e conduziram esta peregrinação.

Gostámos muito de visitar e de conhecer as casas dos Pastorinhos enquanto espaço de evocação histórica e emocional.

Esta visita constituiu a antecâmara para  a Peregrinação que daria os primeiros passos na Loca do Anjo da Paz. Íamos ao encontro da mensagem anunciadora das futuras aparições da Nossa Senhora. Na altura os pastorinhos precisavam – tal como muitos de nós – de uma preparação espiritual sublimemente condensada na Oração: Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam. Estas palavras convidavam os Pastorinhos a um reforço da confiança, da entrega, da esperança e do amor em Deus. Seguíamos nós o mesmo gesto interior dos Pastorinhos e a mesma preparação para acolher nos nossos corações os desígnios de Paz revelados posteriormente por Nossa Senhora. Tal como os Pastorinhos deveríamos nós rezar pela Paz no mundo. Na época esta Oração surgia num período de necessidade premente em resultado da Primeira Guerra Mundial. Hoje este dever não é menos importante quando outro tipo de guerra, o terrorismo, faz tantos refugiados, quer os que fogem da Síria e do Iraque, quer os europeus que, pelo receio intermitente de um atentado imprevisível espacial e temporalmente, vão vendo a sua vida gradualmente mais limitada na sua liberdade.

Seriam, justamente, refugiados os financiadores da construção do Calvário Húngaro onde decorreria a missa presidida pelo Sr. Padre Jorge Santos. Durante a Homilia, o Sr. Padre Jorge Santos, a propósito da proximidade do Pentecostes, partilhou com os paroquianos e em especial com as crianças uma definição tão simples quanto bela acerca do Espírito Santo: “O Espírito Santo é o Amor de Deus”. Partilhas como esta auxiliam e engrandecem a nossa missão de formação espiritual dos nossos filhos tornando a Catequese Familiar mais consistente. Abordando a Ascensão do Senhor ficavam no mais íntimo as palavras de Jesus aos discípulos: “Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos”. Antes da Oração do Credo o Sr. Padre Jorge Santos perguntava o que significava “Creio”. Este crer, mais do que uma crença de natureza psicológica, é na sua essência o Confiar de todo o coração em Deus.

O princípio elementar e edificador Confiar de todo o coração interceptaria com a proposta da catequista Margarida que nos convidou a realizar o Itinerário Jubilar. Na primeira etapa reencontrávamo-nos com a Oração do Credo no Pórtico do Centenário. Passávamos depois à segunda etapa na Capelinha das Aparições  e à terceira para a Oração pelo Papa junto ao Túmulo dos Pastorinhos. O Itinerário Jubilar culminava com a Oração pela Paz  na Capela do Santíssimo Sacramento. Tal como Nossa Senhora conduzira os Pastorinhos à Oração pela Paz, também nós, cem anos depois, colocávamos Deus no centro das nossas vidas e rezávamos pela Paz entre os povos e por um mundo mais fraterno.

No final da tarde, rezámos, juntos, o Terço e concluímos a peregrinação com um filme infantil alusivo às Aparições de Nossa Senhora do Rosário.

Este testemunho termina com um agradecimento renovado ao Sr. Padre Jorge Santos e às catequistas pelo empenho inesgotável e confiança que depositam em nós pais na formação cristã da nossa filha.

Ana Luísa Viana Andrade Tomaz

Marta Soares Viana

Albano Andrade da Silva Tomaz