Arquivo mensal Outubro 2017

Solenidade de Todos os Santos – 1 Nov

Terça-feira (31.10) 19H00: Missa vespertina de Todos os Santos
Quarta-feira (01.11) – 10h45: Missa Solenidade de Todos os Santos
Não haverá Adoração Eucarística.
Quinta-feira (02.11) –  21h15: Missa pelos fiéis defuntos
Adoração eucarística das 8H00 às 21H00
Oração de Misericórdia no final da missa, das 22H00 às 23H00

Cinema em Família – 4 Nov 2017

Quando o jovem Josh Wheaton entra para a universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a provar a existência de Deus.

Dia 4 de Nov na nossa paróquia: e temos pipocas!

Deus Não está Morto é um filme que estreou em 2014 e que tem sido muito bem recebido pelo público. Estreou no nosso país no ano passado.

Josh Wheaton (Shane Harper), um jovem cristão, se matricula em uma universidade que possui aulas de filosofia, ministradas pelo professor Jeffrey Radisson (Kevin Sorbo) — um ateu — que exige que seus alunos entreguem-lhe uma declaração de que “Deus está morto” para poderem obter uma nota de aprovação. Josh é o único aluno da classe que se recusa a assinar e por isso Radisson exige que ele debata o assunto, de modo que o estudante tenha de provar que Deus não está morto, mas permitindo que a classe decida quem vence o debate.

O professor dá a Josh vinte minutos ao final de três seminários para que o aluno argumente que Deus existe. Nos dois primeiros debates, Radisson tem contra-argumentos para todos os pontos de Josh. Kara, a namorada de Josh (Cassidy Gifford), termina com ele, temendo o fim do futuro acadêmico deles por causa do professor. Em última instância, tudo se resume ao terceiro e último debate entre aluno e professor, no qual mais uma vez há pontos de concordância. Josh então interrompe sua linha de raciocínio para fazer uma pergunta a Radisson: “Por que você odeia Deus?”. De imediato, Radisson não responde. A pergunta é refeita, e então o professor tem um ataque de raiva, afirmando que ele odeia Deus pela morte de sua mãe, que o deixou sozinho, apesar de suas orações. Josh então casualmente lhe pergunta como ele odeia alguém que não existe. No final, Martin (Paul Kow), um estudante estrangeiro cujo pai o incentivou a não se converter ao cristianismo, se levanta e diz “Deus não está morto”. Quase toda a classe segue o exemplo de Martin, e Radisson deixa a sala derrotado.

Fora do contexto dos debates, uma série de subtramas periféricas relacionados ao assunto se desenvolve. Josh, além de debater com seu professor nas aulas, conversa sobre cristianismo com seus colegas. Mostra-se a relação do casal Radisson e Mina, uma mulher cristã que ele humilha em frente a seus companheiros ateus. É contada também a história de uma estudante muçulmana chamada Ayisha (Hadeel Sittu), que se converte, porém é deserdada por seu pai quando ele descobre por causa de seu irmão. Nesse contexto, Josh tem ainda a missão de conseguir converter seu professor de filosofia.

Folha paroquial – 30º TC – 29 Out

A Folha Paroquial da Unidade Pastoral pode ser descarregada aqui

Para quem vê a vida cristã pelo lado de fora, sem sentido de pertença, ainda que porventura batizados, o cristianismo dá-lhes a impressão de ser um complexo de obrigações e leis a cumprir. Foi contra esta visão que Jesus lutou no seu tempo. Os judeus, sim, tinham um emaranhado complexo de 613 leis dispersos pelos 5 primeiros livros chamados a Torah, ou a Lei, e que nós hoje chamamos o Pentateuco. Daí a pergunta do Doutor da Lei que é enviado pelos fariseus para o experimentar. O texto diz que os fariseus souberam que, numa discussão com os saduceus, Jesus os tinha deixado sem argumentos, sem saberem o que retorquir. Então os fariseus, talvez pensando que seriam mais espertos que os saduceus, reúnem-se e combinam entre si qual a melhor pergunta a colocar a Jesus, pois estavam convencidos da superioridade da sua doutrina. Escolheram um dos mais doutos entre eles, para o diálogo com Jesus: Um mestre na lei. E a pergunta que este lhe faz tem sentido. No emaranhado das nossas 613 mandamentos em que nos perdemos, qual será o maior, aquele que, se for cumprido, poderá resumir todos os outros? E a resposta não se fez esperar. Para responder, Jesus não se baseia em ensinamentos de grandes mestres do Seu tempo, por melhores que fossem. Ele vai buscar a resposta à fonte, ao texto bíblico, e dá-a em dois momentos. No 1º momento, cita o livro do Levítico e centra o mandamento no amor em Deus: «‘Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito’. E acrescenta: «Este é o maior e o primeiro mandamento». Parecia estar tudo dito e o Mestre da Lei preparado para ir embora. Mas Jesus faz uma pausa e acrescenta: «O segundo, porém, é semelhante a este: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». O amor de Deus e  do próximo tornaram-se inseparáveis, e para sempre. Um não pode aparecer nem crescer sem que a seu lado surja e cresça também o outro.

 

Voltando à frase com que comecei, se muitas pessoas têm uma ideia demasiado rígida do cristianismo, vendo-o apenas como um conjunto de normas e leis obrigatórias, é porque talvez a Igreja não tivesse sabido apresentar o principal e o mais belo da vida cristã que é o amor. O amor é tudo no cristianismo, porque Deus é amor. O decisivo na nossa vida, aquilo que a salva e faz dela uma vida em plenitude, é a experiência do amor de Deus e o resplandecimento desse mesmo amor nas nossas vidas, respondendo com ele a Deus e aos irmãos. O Papa Bento XVI Introduz a encíclica Deus é Amor com estas palavras: «Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele» (1 Jo 4, 16). Estas palavras da I Carta de João exprimem, com singular clareza, o centro da fé cristã; além disso, no mesmo versículo, João oferece-nos, por assim dizer, uma fórmula sintética da existência cristã: «Nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem».

Para o cristão, o amor, mais do que um mandamento é, em primeiro lugar, uma experiência de vida; nós sabemos e acreditamos no amor que Deus nos tem, porque o experimentamos. Esta experiência é o fundamental do ser cristão. Este encontro com o Deus que nos ama muda tudo e está no início do ser cristão. Toda a conversão é fruto da descoberta de que Deus nos ama.

Ao falar do amor a Deus, Jesus não está a pensar em sentimentos ou emoções que podem brotar do nosso coração. Amar ao Senhor com todo o coração é reconhecer Deus como Fonte última da nossa existência e mostrar esse amor no rosto visível e encarnado dos irmãos.

Deus, incarnando na história e tendo-se feito homem, não deixa que o nosso amor fique nas nuvens ou no etéreo. «Nós amamos a Deus se amamos os irmãos». E “quem diz que ama a Deus que não vê e não ama os irmãos que vê, é mentiroso e a verdade não está n’Ele.” O cristão que ama, ama a partir de Deus e do amor que d’Ele recebe, pois «o amor de Deus foi derramado no nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado».

Jesus, na última Ceia, deixa-nos o mandamento novo. O que tinha de novo é o «como eu vos amei» Olhando para a forma como Jesus nos amou, fazendo-se servo, humilde, perdoando até morrer por nós, temos o modelo do verdadeiro amor.

Jesus quer que a sua Igreja seja uma comunidade que viva o seu mandamento novo e que mostre ao mundo que o amor é possível apesar da fraqueza e do pecado dos seus discípulos.

Por isso, a paróquia deve ser uma comunidade de serviço no amor fraterno. Os grupos que a compõem devem amar-se, interessar-se uns pelos outros e não viverem de costas voltadas uns para os outros.

Os Atos dos Apóstolos dizem-nos que os cristãos eram assíduos à comunhão fraterna e viviam unidos.

No dia 8 de novembro, convido todos os grupos e movimentos de S. José para as 21H00, na hora de Adoração, para rezarmos juntos e para uma pequena reflexão e partilha sobre a comunhão na diversidade. Um encontro semelhante terá lugar, de dois em dois meses, à quarta-feira, a começar a 15 de Novembro, na paróquia de S. João Baptista, para os diferentes grupos desta comunidade. O mandamento do amor deve começar a ser vivido pelos que estão na animação e liderança da comunidade e vai-se alargando a todos. O amor deve começar nos irmãos e estender-se para fora. Se não praticamos a caridade em casa, é difícil depois acreditarem em nós. Jesus disse. «É por este sinal que todos reconhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros». Se não há, entre nós, sinais e gestos de caridade e comunhão fraterna, quem vai acreditar na nossa palavra?

A beleza da Igreja está na experiência que faz do amor de Deus. «Nós conhecemos e acreditamos no amor que Deus nos tem», e na resposta a esse amor manifestado na caridade para com os irmãos. Que a nossa comunidade resplandeça o amor de Deus no amor dos irmãos a começar pelos mais comprometidos.

Oração

Pai bondoso e cheio de amor para com todos
Cujo amor nunca se cansa nem se esgota.
É bom saborear a tua bondade infinita e contemplar, com admiração,
Todas as coisas que criaste por amor.
Pai Santo, és a defesa mais segura dos pobres e dos humildes,
Concede-nos um coração livre de todos os ídolos,
Para Vos servirmos unicamente a Vós e aos irmãos
Segundo o Espírito do Teu Filho
Fazendo do Seu mandamento Novo a única lei da vida.
Que a  Igreja do Teu Filho, que tanto amas, saiba resplandecer
O amor, como sinal de que somos Seus discípulos. Amen.

 

Quiz da semana (29 Out 2017)

Envolva os mais pequenos nas leituras deste Domingo XXX do Tempo Comum

 

Enovar 18 – Coimbra – 10 Fev 2018 – Raniero Cantalamessa – Percurso Alpha para Católicos

Pe. Raniero Cantalamessa, Franciscano Capuchinho, foi ordenado sacerdote em 1958 e em 1980 foi nomeado pregador da Casa Pontifícia por João Paulo II, tendo sido confirmado neste ministério pelos Papas Bento XVI e Francisco.
Publicou diversos livros de espiritualidade para a evangelização, é frequentemente convidado para pregar em retiros e em conferências nacionais e internacionais, e é um adepto do Percurso Alpha.

A convite do Secretariado Nacional Alpha, estará em Coimbra, no auditório do Conservatório (Escola Quinta das Flores), no próximo dia 9 e 10 de Fev 2018. É um evento a não perder.

Nesta página, procuraremos reunir algum material disponível na net e que possa ajudar a preparar-nos para este evento.

O percurso Alpha está a mudar a imagem que as pessoas tem da Igreja Católica (Ing)

A experiência de um novo pentecostes (Ing)

O testemunho pessoal de Pe Raniero Cantalamessa (Esp)

Na vida, há 3 tipos de sucesso: mas só um deles importa (Ing)

Que tipo de amor espera Jesus de nós? (Esp)

O mistério da Eucaristia (Esp)

A parábola do Filho Pródigo (Esp)

Apresentação das Células Paroquiais de Evangelização – 29 Out 2017

Está previsto para este dia um evento de apresentação das Células Paroquiais de Evangelização à Paróquia: será durante a Missa das 10h45

A Festa de Encerramento, em Julho, foi assim:

Folha Paroquial – 29º TC – 22 Out

A folha paroquial pode ser descarregada aqui

A máxima que o Evangelho de hoje nos apresenta, «Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus», deve ser a mais conhecida e repetida por toda a gente, mas sem lhe perceber o significado profundo e, muitas vezes, tentando manipulá-la a seu proveito.

A 1ª leitura ajuda-nos a compreender melhor o significado da resposta de Jesus no evangelho. Entremos na questão posta a Jesus pelos fariseus: «Mestre, sabemos que és sincero e que ensinas, segundo a verdade, o caminho de Deus, sem te deixares influenciar por ninguém, pois não fazes aceção de pessoas». Jesus percebe bem aquele elogio, que é verdadeiro, mas vai, porém, cheio de malícia. Pretendem lançar-Lhe uma cilada. Por isso, começa por lhes chamar: «hipócritas». «É lícito ou não pagar tributo a César?» É permitido ou proibido? Esperavam uma resposta ao «permitido-proibido», na qual muitas vezes nos fechamos. Ora, nós vivemos na fé e no amor e, quando se vive assim, não há respostas rígidas medidas a metro. Não há medida para quem ama. Esse tipo de perguntas é próprio de quem procura os mínimos para cumprir a lei.

Mas Jesus aproveita a pergunta para os obrigar a refletir. «Dar a César o que é de César» significa reconhecer a autonomia das realidades terrestres proclamada pelo Concílio Vaticano II. Significa aceitar a lei da incarnação e das mediações humanas. É aceitar o caminho que nos permite, num justo comportamento em relação a César, de poder dar a Deus o que é de Deus, quer dizer, a totalidade do homem. Isto é, o homem só pertence a Deus, pois Ele é o seu criador e Senhor; mas o seu serviço a Deus passa pela construção do mundo como cidadãos, cumprindo todas as leis estabelecidas, como aliás Jesus fez. Jesus deu a Deus tudo, mas obedeceu aos poderes instituídos em tudo o que não ia contra a vontade do Pai. Jesus não contesta o poder de César, cuja sorte, como a de Ciro, está nas mãos de Deus.

A máxima «dai a César o que é de César» fundamenta, pois, o comportamento leal do cristão para com a autoridade civil e a sua obrigação moral de participar ativamente na construção da cidade dos homens e na vida política, lugar excelente do exercício da caridade e do bem comum.

O problema para o crente surge quando os poderes humanos, cedendo à grande tentação, têm a pretensão de sujeitar o homem e exigir deste uma obediência que vá contra Deus e contra a sua consciência. Ora, só Deus é Senhor e só Ele é digno da nossa entrega total. O homem não pertence a nenhum poder terreno. O imperador não pode impor-lhe opções e comportamentos contrários a Deus e à exigência de observar os Seus mandamentos. Quando isto acontece, o crente não só pode, mas deve desobedecer à autoridade civil. Um trabalhador da saúde não deve obedecer a quem lhe manda fazer um aborto, ou a quem, em nome da lei, o obrigasse a praticar a eutanásia. Um trabalhador de uma empresa não pode aceitar colaborar numa mentira que o patrão lhe exija fazer para ganhar mais dinheiro.

«Dar a Deus o que é de Deus» significa dar-Lhe tudo, o nosso coração, o nosso tempo, o nosso louvor e a nossa adoração. Não damos a Deus o que Lhe pertence quando não o honramos com a missa dominical, com um tempo de oração, e com tudo que nos ajude a conhecer a palavra de Deus, para lhe sermos mais fiéis. Mas «dar a Deus o que é de Deus» consiste também «em dar a César o que é de César», pois servir a Deus é servir os homens na caridade e na justiça.

Em conclusão, todas as leituras de hoje são um convite a não nos deixarmos escravizar por nenhum poder humano, pois só Deus é o Senhor. A adoração do único Deus permite-nos permanecer de coração livre em relação a todos os poderes que nos pretendem escravizar.

Com o salmo de hoje cantamos «Dai ao Senhor, ó família dos povos, dai ao Senhor glória e poder. Dai ao Senhor a glória do seu nome» e, com o profeta Isaías, afirmamos toda a solenidade: «Eu sou o Senhor e não há outro; fora de Mim não há Deus. Eu sou o Senhor e mais ninguém». «Eu sou o Alpha e o Ómega, o Princípio e o Fim de todas as coisas». Os primeiros cristãos eram mortos por recusar dobrar o joelho diante da imagem do imperador que tinha pretensão de ser Deus. E nós? Quais são os ídolos diante de quem nos dobramos? Quem ocupa o lugar central no nosso coração? Demos a Deus a glória, a honra, e a adoração que Lhe pertence, para que possamos livremente servir o mundo que também é de Deus e não de César?

Oração

Pai Santo, estava a pensar que cumprir os meus deveres cívicos na retidão e na honestidade é tão difícil como cumprir os meus deveres religiosos, mas depois pus-me a pensar se havia «dois deveres» ou se afinal o dever era só um! Se és Tu que me dizes que «devo dar a César o que é de César», então esse dever é religioso porque és Tu que mo mandas.

Pai, todas as criaturas Vos obedecem no misterioso enredo das vontades livres dos homens; 
Fazei que nenhum de nós abuse do seu poder,
Mas que toda a autoridade sirva para o bem de todos, conforme o Espírito e a Palavra do Vosso Filho e a humanidade inteira Vos reconheça como o único Deus.

Amen.

 

Ministério de Escuta e de Intercessão

A partir de hoje, domingo 22 de Out, começa a funcionar a seguir à missa das 10H45. Todas as pessoas que estiverem a viver situações difíceis de sofrimento espiritual, psíquico ou físico podem dirigir-se a este grupo e pedir oração que será feita com eles e por eles. Um psicoterapeuta e um psicólogo clínico escutarão os casos que precisarem de um apoio mais técnico, se a pessoa o desejar.

Grupo de Oração – uma Graça de louvor extraordinária

Ontem, 24 Out 2017, foi dia de Grupo de Oração na nossa paróquia: o Senhor concedeu-nos a graça de uma oração espontânea baseada em cânticos de louvor que encheu o coração de quantos lá estavam (20 e poucas pessoas), foi muito bom!
Esta graça de paz e alegria no louvor tem sido uma constante ao longo das últimas sessões.
Recebemos algumas palavras do Senhor que, à semelhança de semanas anteriores, iam no sentido de colocarmos toda a nossa confiança no Senhor, de o reconhecermos como Deus vivo e verdadeiro, presente no meio do seu povo, e de renovarmos o nosso desejo de conversão e renúncia ao mal.
No final, reflectimos acerca da importância de mantermos em todos os dias e situações uma atitude de louvor. E reconhecemos como tem sido importante, na nossa vida paroquial, estes momentos de louvor e os frutos que nos tem dado.
Como habitualmente, tivemos também um momento de intercessão pelas actividades da paróquia, pelas intenções particulares de quem lá estava e por algumas pessoas que sabemos estar a passar por momentos menos fáceis.
 
Próxima sessão: dia 7 de Novembro
 

Outubro 2019 – um Mês Missionário Extraordinário (papa Francisco)

“Exorto-os a viver a alegria da missão, testemunhando o Evangelho nos ambientes em que cada um vive e trabalha. Ao mesmo tempo, somos chamados a apoiar com o afeto, ajuda concreta e oração os missionários que partiram para anunciar Cristo às pessoas que ainda não o conhecem. Recordo também que tenho a intenção de promover um Mês Missionário Extraordinário, em outubro de 2019, a fim de alimentar o ardor da atividade evangelizadora da Igreja ad gentes. No dia em que celebramos a memória litúrgica de São João Paulo II, Papa missionário, confiamos à sua intercessão a missão da Igreja no mundo.”