Arquivo mensal Abril 2018

Folha Paroquial – Domingo V da Páscoa

“«Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto e limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto. Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei.».”

A folha pode ser descarregada em: Domingo V da Páscoa

«Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanece em Mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem. Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos»

Ele contou-me que estava em oração a falar a Jesus em todos os seus planos para a sua nova paróquia. Pedia ajuda ao Senhor para ser capaz de lançar bem aqueles projetos para ajudar a construir uma paróquia viva e missionária. Depois abriu a Bíblia ao acaso e deparou com o texto de S. João, capítulo 15, que é o evangelho da missa de hoje, 5º Domingo da Páscoa. «Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permaneceres em Mim. (…) Sem Mim nada podeis fazer.» Ele percebeu que Aquela Palavra iluminava e ao mesmo tempo redirecionava o pedido que antes tinha feito na oração. Era como se Jesus lhe estivesse a dizer. “O teu maior projeto deve ser permanecer em Mim e ajudares os meus discípulos a fazerem o mesmo, porque se permanecerdes em Mim e as Minhas Palavras permanecerem em vós, então pedireis tudo o que quiseres e ser-vos á concedido, pois a glória de Meu Pai é que deis muito fruto». Então vos tornareis Meus discípulos.»
De facto, isto é a base de todo o discipulado cristão; Estar com Ele, permanecer n’Ele para depois sermos enviados por Ele. Esta é a conversão permanente a fazer. Voltar sempre a Ele, escutá-Lo, pois depressa nos enchemos de nós, nos deixamos levar pelas nossas boas intenções e projetos onde nos procuramos a nós mesmos em vez da glória de Deus e, se não estivermos atentos, se não nos sentamos ao pé d’Ele a escutá-lo, quando pensamos que estamos a servi-Lo e a fazer o Seu trabalho, já estamos a procurar-nos a nós , a dar força ao nosso ego, e a fazer o nosso trabalho e não o d’Ele.
Jesus deseja que demos fruto e que a Missão que Ele nos confiou cresça e se desenvolva, mas temos de deixar ser Ele a conduzir as coisas. Isso não significa que Deus nos dispense de trabalhar; pelo contrário, significa é que ficamos mais dependentes d’Ele para fazer da forma como Ele quer e no timing que Ele deseja. Deus não faz nada sem nós, mas quando decidimos pôr-nos à disposição d’Ele para nos tornarmos seus instrumentos que Ele usa, então a missão avança. Na primeira leitura de hoje, é-nos mostrado as maravilhas que Deus faz na comunidade cristã, como converteu Paulo, de forma prodigiosa, para o chamar para a sua Missão e como ele depressa se colocou ao serviço do anúncio do Evangelho, começando a falar com desassombro do Senhor Jesus. E o texto termina dizendo: “a Igreja ia-se edificando vivendo no temor do Senhor e ia crescendo com a assistência do Espírito Santo”. A comunidade cristã para crescer na fé e na esperança, precisa de experimentar, no meio de si, a glória de Deus. Jesus disse sempre que não nos faltaria com os sinais da sua presença, “com curas milagres e prodígios” e um desses maiores prodígios são as conversões dos corações. Mas também podemos e devemos esperar e pedir outras maravilhas da parte de Deus. Tem sido motivo de grande alegria e ação de graças as curas que temos visto o Senhor a realizar na paróquia de S. João Batista em resposta à oração da comunidade reunida suplicando por alguns irmãos em estado grave de saúde. Não esperar esses sinais e não os pedir com fé e confiança, é esperar pouco do Senhor e é desacreditar do seu poder de ressuscitado. E quanto mais permanecermos n’Ele e escutarmos a sua palavra mais veremos a sua glória e mais frutos daremos. Não nos disse Ele, ainda hoje, no Evangelho, “Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido?” Então acreditemos na Sua Palavra, e esperemos d’Ele tudo o que Lhe pedirmos que esteja de acordo com a Sua vontade.

Viagem a Lisboa – 9 Jun 2018

08H30 – Saída de Coimbra
11h00 – Visita à Estufa fria
– Almoço livre
17H00- Teatro Politeama – 
EU SAIO NA PRÓXIMA E VOCÊ? (Marina Mota e João Baião)
Regresso a Coimbra no final do espetáculo 
Inscrições: Secretaria Igreja São José ( 239 712 451)
Secretaria Igreja São João Baptista ( 239 405 706) 

 

Percurso Alpha: Livros da 7ª sessão – O que é a Igreja?

– “Jesus, Nosso Amor Eucarístico”

Este livro constitui um convite para vivenciar, de modo íntimo e pleno, a Eucaristia, onde Jesus espera, cada um de nós, pela nossa presença.
A Comunhão representa, assim, o vértice deste amor entre Jesus e cada um de nós.

Livro disponível para aquisição na Livraria da Paróquia.








– “Alexandrina, Apóstola da Eucarístia”

Sendo o centro da vida da Igreja, a Eucaristia constitui também, para cada um de nós o ponto central e para a vivência da vida cristã.
A Beata Alexandrina viveu de forma íntima, unida a Jesus Eucaristia. Ela foi «vítima da Eucaristia», porque amou Jesus no sacramento do seu Amor, foi apóstola da Eucaristia.
Este livro é um devocionário da Eucaristia, da Reparação e da Adoração Eucarística.

Livro disponível para aquisição na Livraria da Paróquia.








– “A Alegria de uma Pertença”

Neste livro são abordados quatro temas fulcrais da fé católica: Jesus; a Igreja; os Sacramentos e, a Missa.
Os temas são abordados de modo simples, reveladora e envolvente, constituindo um apelo a envolvermo-nos na fé e no mistério.
É um convite a percorrer um caminho para a inteligência e o amor, pilares do caminho da fé.

Livro disponível para aquisição na Livraria da Paróquia.

Folha Paroquial – Domingo IV da Páscoa

“«Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas».”

A folha pode ser descarregada em: Domingo VI da Páscoa

«O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas, e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai»

Hoje, quarto Domingo de Páscoa, somos convidados a fixar os nossos olhos no Bom Pastor que deu a vida pelas Suas ovelhas e que ressuscitou de entre os mortos para as conduzir à Vida Plena. Jesus deixa bem claro que o Bom Pastor é aquele que não se serve das ovelhas mas que dá a vida por elas. Se repararmos bem a expressão «dar a vida» aparece repetida no texto 5 vezes. O que não dá a vida pelas ovelhas nem merece o título de pastor, é mercenário, isto é, não trabalha por amor, mas para se servir delas. Imitar e incarnar o Bom Pastor é missão de todos os ministros ordenados na Igreja, mas as palavras de Jesus servem para todos aqueles e aquelas que são líderes de qualquer pequeno ou grande grupo que têm por missão guiar. O catequista e qualquer outro responsável de pequenos grupos, é pastor do seu grupo, mas também o político cristão deve tomar para si estas palavras de Jesus, “O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas”, de contrário é mercenário. A Igreja colocou no 4º Domingo da Páscoa a semana mundial de oração pelas vocações, pois é conhecido por Domingo do Bom Pastor por sempre se escutar o evangelho onde Jesus se intitula como o Pastor das ovelhas. Quando celebramos este dia podemos ser tentados a pensar que é uma semana mais para os padres e freiras, pois trata-se de pedir o dom das vocações consagradas, como se a vida dos leigos, das famílias e de todos os que se dedicam à missão não tivesse também de ser vivida como vocação ou melhor como resposta a uma vocação, a um chamamento. É verdade que não podemos descurar as vocações de especial de consagração e, de modo especial, os ministros ordenados, pois a Igreja não pode viver sem o ministério sacerdotal. Embora esse seja um dos objetivos principais da semana, ela existe também para lembrar a todos os crentes que a nossa vida é fruto de um chamamento de Deus e ninguém está dispensado de viver a sua vida como resposta a esse chamamento amoroso. Como lembra o papa Francisco na mensagem para este dia: «não estamos submersos no acaso, nem à mercê duma série de eventos caóticos; pelo contrário, a nossa vida e a nossa presença no mundo são fruto duma vocação divina. (…) Por isso, “na diversidade e especificidade de cada vocação, pessoal e eclesial, trata-se de escutar, discernir e viver esta Palavra que nos chama do Alto e, ao mesmo tempo que nos permite pôr a render os nossos talentos, faz de nós também instrumentos de salvação no mundo e orienta-nos para a plenitude da felicidade.” E o papa na mensagem indica-nos estes três aspetos importantes para aprendermos a ouvir o Senhor e a responder-lhe: «escuta, discernimento e vida». Ninguém ouve Deus se não fizer silêncio orante no fundo do coração. «Deus vem de forma silenciosa e discreta, sem Se impor à nossa liberdade. Assim, pode acontecer que a Sua voz fique sufocada pelas muitas inquietações e solicitações que ocupam a nossa mente e o nosso coração.»(….) Hoje este comportamento vai-se tornando cada vez mais difícil, imersos como estamos numa sociedade rumorosa, na abundância frenética de estímulos e informações que enchem a nossa jornada». Por isso, quem é capaz de parar para fazer silêncio entra na contracorrente do mundo e encontra um oásis no meio do deserto. O silêncio da adoração eucarística nas nossas paróquias pode ser esse oásis para todas as pessoas que querem escutar a voz do Senhor, que chama em todas as idades e circunstâncias, para O seguir. Os jovens das nossas paróquias precisam de aproveitar este oásis. Se não fazemos silêncio interior, acabamos por viver de uma forma caótica e não como resposta a um chamamento.
Depois de escutar é preciso discernir. Diz o papa: “O discernimento espiritual, é um «processo pelo qual a pessoa, em diálogo com o Senhor e na escuta da voz do Espírito, chega a fazer as opções fundamentais, a começar pela do seu estado da vida». (…) Todo o cristão deveria poder desenvolver a capacidade de «ler por dentro» a vida e individuar onde e para quê o está a chamar o Senhor a fim de ser continuador da sua missão.»
E o 3º aspeto é viver, isto é, decidir responder ao Senhor. “A alegria do Evangelho, que nos abre ao encontro com Deus e os irmãos, não pode esperar pelas nossas lentidões e preguiças; não nos toca, se ficarmos debruçados à janela, com a desculpa de continuar à espera dum tempo favorável; nem se cumpre para nós, se hoje mesmo não abraçarmos o risco duma escolha. A vocação é hoje! A missão cristã é para o momento presente! E cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimónio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – para se tornar testemunha do Senhor, aqui e agora.» Às vezes escutamos a voz do Espírito, percebemos o que o Senhor quer, mas tornamo-nos mestres do adiamento. E assim o tempo vai passando e cada vez se torna mais difícil a decisão porque “nos fechámos em nós mesmos, nos nossos hábitos e na apatia de quem desperdiça a sua vida no círculo restrito do próprio eu, perdendo a oportunidade de sonhar em grande e tornar-se protagonista daquela história única e original que Deus quer escrever connosco.”
Deus nunca se cansa de nos chamar em qualquer idade da vida para O seguirmos mais fielmente. Possamos cada um de nós encontrar espaço no nosso dia a dia para ouvir Aquele que nos ama e porque nos quer dar a plenitude da felicidade, não desiste de bater à nossa porta e chamar-nos para mais longe no amor e na doação de nós mesmos.
Estou atento aos apelos que Deus me vai fazendo ao longo da vida a ir mais longe no amor e na entrega?

Folha Paroquial – Domingo III da Páscoa

“«A paz esteja convosco».”

A folha pode ser descarregada em: Domingo III da Páscoa

«Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho»

Podemos afirmar que a ideia central do texto do Evangelho de hoje é a ideia de “cumprimento do plano divino da salvação”: «Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”. Aliás, a ideia de cumprimento do plano de Deus percorre toda a Bíblia. Deus pode comparar-se a um artista que concebeu uma obra de arte. Tem essa obra por inteiro na cabeça e no coração, mas só aos poucos vai sendo realizada . Vai convidar muitos a colaborar com Ele naquela obra mas estes têm de confiar no artista e na sua ideia acreditando que no fim a obra vai ser esplêndida. Quando finalmente a obra se completa depois de muitos esforços e fadigas dão-se então conta da maravilha em que colaboraram. Então, e só então, poderão dizer: Ah sim, “era preciso”, tinham de se cumprir todas aquelas etapas para chegar aqui!
O desígnio amoroso de Deus, a que Paulo chama “Mistério” e que se realiza «desde antes da criação do mundo», é muito mais grandioso que uma obra de arte, por melhor que ela seja. E ao longo da Bíblia vemos como esse projeto de Deus está em marcha. A longa paciência de Deus através dos tempos, as etapas e os inícios de realização, os fracassos e os recomeços, as colaborações. Dizer que o desígnio amoroso de Deus se cumpre na história da humanidade, é dizer que a História tem um SENTIDO, isto é, um significado e uma direção. A narrativa do nosso Credo leva-nos do princípio até à consumação dos séculos. Os crentes estão voltados para o futuro, o devir e não para o passado. Dizemos no Pai Nosso “ Venha o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu”, por outras palavras, Jesus ensinou-nos a rezar para que o plano de Deus se cumpra. E Ele não fez outra coisa do que realizar esse plano. Aliás, Ele está no centro da realização desse plano. Este plano não é limitador da liberdade e da responsabilidade humanas. Não há um cenário escrito de antemão. Pelo contrário, Deus respeita a liberdade do homem e é por isso mesmo que o plano de Deus não avança mais rápido, como diz S. Pedro (2 Pedro 3,9).
Quando Jesus ressuscitado, no relato da aparição aos discípulos do evangelho de hoje, lhes diz: «tem de se cumprir tudo o que está escrito», ensina-lhes a reconhecer na passagem dos dias e dos milénios a lenta, mas segura maturação da nova humanidade que será um dia reunida n’Ele. E é isso a inteligência das Escrituras. Não no sentido de «estava escrito», programado, mas está na continuação da obra de Deus. Então, para os discípulos, tudo se tornou luminoso: Agora compreendem que o Deus de amor e de perdão não podia ir senão até ao extremo do amor e do perdão; .Claro, que para nos levar para além da morte, na luz da ressurreição, seria necessário que Ele próprio atravessasse a morte; claro que para nos ensinar a ultrapassar o ódio com a força do amor, era preciso que Ele mesmo afrontasse o ódio e a humilhação; E assim por diante. «Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as escrituras”. Compreender as Escrituras é compreender este plano que as atravessa do princípio ao fim, mas que só à luz da ressurreição e com a ação do Espírito é possível entender. Compreender as Escrituras é entender que a vida tem sentido porque é fruto de um amor imenso, o amor de Deus, e que Ele está comprometido connosco pela Sua aliança até à raiz dos cabelos. Compreender as Escrituras é entrar na exultação, no louvor, na gratidão e na ação de graças a esse Deus que nos amou e tudo fez por nós, É também comprometer-se com o bem da humanidade com quem Deus se comprometeu. A nossa missão de colaboração no plano de Deus, é de anunciar e viver o melhor possível esse desígnio benevolente de Deus. É o que Paulo chama «completar na minha carne o que falta à obra de Cristo.» Completar na nossa carne quer dizer simplesmente colocar a nossa vida quotidiana ao serviço desse grande plano. O texto esclarecedor de Paulo é o seguinte:
“Agora, alegro-me nos sofrimentos que suporto por vós e completo na minha carne o que falta às tribulações de Cristo, pelo seu Corpo, que é a Igreja. Foi dela que eu me tornei servidor, segundo a missão que Deus me confiou para vosso benefício: levar à plena realização a Palavra de Deus, o mistério escondido ao longo das gerações e que agora Deus manifestou aos seus santos. (Col 1,24-26)
Queres também entrar nesta história de amor sendo colaborador do plano de Deus para a salvação de cada pessoa humana?

Fim de semana Alpha – 14 e 15 abril 2018

Fim de semana Alpha – O Espírito Santo

Quase a totalidade dos participantes do percurso Alpha que está a decorrer na nossa paróquia esteve presente no fim de semana de retiro que decorreu, excecionalmente, em Fátima, por a Casa da Sagrada Família na Praia de Mira já estar ocupada com outro grupo que se antecipou.

Podíamos continuar este pequeno artigo com expressões do tipo “mais uma vez” ou “como sempre”, mas a verdade é que o nosso Deus faz sempre novas todas as coisas e este fim de semana não foi diferente: muitos irmãos, uns participantes, outros da equipa e alguns convidados fizeram, graças à bondade do nosso Deus, esta experiência fundadora que é a de tocar o amor do Senhor por cada homem e mulher em particular, mediante o dom do Espírito Santo.

Damos graças a Deus por todos os dons recebidos e agradecemos a todos quantos nos suportaram na oração.

Solenidade da Anunciação do Senhor – 09 de Abril

A Paróquia de São João Baptista festeja a 9 de Abril a partir das 18h, solenemente, com a Comunidade Emanuel, o anúncio da Encarnação do Filho de Deus, com:
– Adoração às 18h
– Eucaristia às 19h animada pela Comunidade Emanuel
– Jantar partilhado às 19:45h.
O Verbo Divino se faz carne para nos salvar de toda iniquidade.

A Anunciação, também conhecida como Anunciação da Virgem Maria ou Anunciação do Senhor, é a celebração cristã do anúncio, pelo Arcanjo Gabriel para a Virgem Maria, de que ela seria a mãe de Jesus Cristo. Maria, milagrosamente, conceberia uma criança, que seria chamada de Filho de Deus. O anjo disse a Maria ainda que deveria chamar a criança de Jesus (“Deus Salva”). A festa é celebrada no dia 25 de março, exatamente nove meses antes do Natal. De acordo com a Bíblia (em Lucas 1, 26), a Anunciação ocorreu no “no sexto mês” da gravidez de Isabel, a prima de Maria e mãe de João Baptista.

Evangelho de São Lucas (Lucas 1, 26-38):

Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo”. Ela perturbou-se com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse: “Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto a Deus. Conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande; será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. Ele reinará para sempre sobre a descendência de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Maria, então, perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?”. O anjo respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. Este já é o sexto mês daquela que era chamada estéril, pois para Deus nada é impossível”. Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo retirou-se.

Folha Paroquial – Domingo II da Páscoa

“Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia.”

A folha pode ser descarregada em: Domingo II da Páscoa

«Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente.»

No segundo Domingo de Páscoa ouvimos sempre o mandato missionário de Jesus na versão de S. João. O primeiro protagonista da evangelização é o Espírito Santo, dom de Cristo glorificado pela morte e ressurreição. «Assim como o Pai me enviou também eu vos envio a vós.» É como que a dizer-nos …porque sei que sem o meu Espírito em vós nada sereis capazes de fazer, «soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo».
Ao dirigir-se aos discípulos e em resposta à exigência incrédula de Tomé, Jesus mostra-se com os sinais da Sua entrega por nós na cruz. Ele é doravante o Cordeiro imolado trespassado nas mãos e nos pés, e mesmo depois de morto, perfurado no coração. Mas agora essas chagas são gloriosas e é nelas que somos curados e encontramos a vida.
Jesus quis ficar eternamente connosco no sacramento da Sua entrega por nós, no Seu corpo imolado-ressuscitado por nosso amor e esse sinal é a Eucaristia acerca da qual Ele nos disse: «Tomai e comei, isto é o Meu corpo entregue por vós. Tomei e bebei este é o meu sangue, sangue da aliança nova e eterna derramado por vós e por todos para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim»
A Eucaristia, isto é a presença real de Jesus, o Vivente, no meio de nós é o grande mistério da fé que professamos e celebramos e acerca do qual dizemos: «Anunciamos Senhor a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição, Vinde Senhor Jesus» Ao professar esta fé somos os destinatários da bem-aventurança que Jesus proferiu diante de Tomé: «Porque me viste acreditaste, felizes os que acreditam sem terem visto». Nós vemos o pão consagrado, e acreditamos nas Palavras de Jesus que disse: «Isto é o Meu corpo entregue por vós».
Este mistério é-nos dado, em primeiro lugar, para ser alimento na celebração eucarística e, em segundo lugar, para ser adorado. A adoração eucarística prolonga e intensifica o que é celebrado na missa.
O papa João Paulo II dizia : «O Senhor Jesus plantou a sua tenda entre nós (Jo1,14) e a partir da sua morada eucarística, repete a cada homem e mulher estas doces palavras: “Vinde a Mim, vós todos que andais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” ( Mt 11,28). O Santo Cura d’Ars apontava para o sacrário dizendo aos seus fiéis : «Jesus está realmente e verdadeiramente ali, e se soubésseis quanto Ele vos ama, seríeis as pessoas mais felizes do mundo.» Mais do que tudo na terra, Deus quer que sejamos felizes e que venhamos até Ele, porque a verdadeira felicidade consiste em conhecer o verdadeiro amor: Um amor que não muda nunca…um amor sem limites e sem condições. Por isso, a Igreja não cessa de repetir estas palavras: «Jesus espera-vos no seu sacramento de amor, onde Ele repete o seu eterno convite: «Não podeis vigiar uma hora comigo? ( Mc 14,37).
Por isso, o papa diz que o seu grande desejo e a sua visão para a Igreja é que cada paróquia estabeleça a adoração permanente. Isto acontece quando uma paróquia abre uma capela ou uma pequena sala de oração, dia e noite, com a exposição permanente do Santíssimo Sacramento. Se cada um de nós consentir em passar uma hora por semana com Jesus realmente presente no Santíssimo Sacramento, então nós podemos organizar todas as horas do dia e da noite, de modo a que haja aí sempre ao menos uma pessoa com Jesus, e nós poderíamos ter a adoração perpétua na paróquia.
Em S. José começamos hoje, Domingo da Misericórdia, em que Jesus nos mostra os sinais do Seu corpo entregue por amor, a adoração todos os dias da semana com o seguinte ritmo: Domingo das 14:00 às 24:00, segunda das 8:00 às 24:00, Terça a partir das 8:00 e, ininterruptamente, até sexta às 24:00. Sábado das 8:00 às 24:00. Bendito seja Deus! Sete dias na semana, irmãos e irmãs, vão estar diante de Jesus morto e ressuscitado que lhes vai comunicar, como aos discípulos, o dom da paz: «A paz esteja convosco». É daqui que receberemos o envio missionário: “Assim como o Pai me enviou também eu Vos envio a vós».
Rezo quotidianamente para que se possa vir a cumprir na paróquia de S. José e de S. João Baptista aquele que é o sonho do papa Francisco para toda a Igreja. “Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários a linguagem, e toda a estrutura eclesial se tornem um canal proporcionado mais à evangelização do mundo atual do que à auto-preservação”. ( EG, nº 27). Mas uma paróquia que deseja ser evangelizadora tem de acolher primeiro o apelo a estar com Ele para depois ser enviada. Acerca do chamamento dos discípulos, diz-nos o evangelista: «Chamou-os para estarem com Ele e para os enviar em missão» Saboreemos na adoração quanto o Senhor é bom para falarmos d’Ele com a experiência do amor.
Em S. João Batista, já há cinco anos que a paróquia dedica 40 horas por semana ininterruptamente para estar com o Senhor em adoração. Muita gente recebeu graças incontáveis por estar na presença de Deus. Entretanto, a paróquia foi crescendo na assiduidade ao ensino, à comunhão fraterna, ao serviço à fração do pão e à evangelização. E se fôssemos mais longe? Vamos acrescentar a terça-feira e a noite de terça para quarta. E assim ficaremos, por agora, com adoração de terça para quarta e de quarta para quinta-feira.
Quando visitamos o mosteiro da Batalha deparamo-nos sempre com dois soldados que, noite e dia, fazem guarda de honra aos heróis que morreram pela pátria e cujos nomes nem sabemos, e por isso dizemos «o soldado desconhecido».
Não deveríamos dar uma maior honra ao Rei dos reis e Senhor do senhores ( Ap 19,16) não a uma estátua ou mausoléu, mas ao Deus vivo, realmente presente na Eucaristia? A Escritura diz : «O Cordeiro imolado é digno de receber a honra, o louvor e a glória» (Ap 5, 12) numa adoração incessante (Ap 7,15) por tudo o que fez pela nossa salvação (Ap5,9) .
Jesus dizia a Santa Margarida Maria em Paray le Monial: «Tenho sede e uma sede tão ardente de ser amado pelos homens no Santíssimo Sacramento». «Eis o coração que vos ama tanto, suplico-vos que me ameis também». «Então, eu reinarei pelo poder do meu Coração e vereis a magnificência do meu amor.»
Não regateemos uma hora por semana para estar com o Senhor e ofereçamos-lha de coração generoso. Se todas as horas são boas para estar com o Senhor e contribuir assim para a salvação do mundo e da nossa família, gostaria de fazer um apelo direto para as horas da noite entre meia-noite e seis horas da manhã, pois são as horas mais difíceis para estar com Ele, aquela hora em que os discípulos adormeceram e Jesus foi ter com eles e disse-lhes: «não podeis vigiar uma hora comigo? Vigiai e orai para não cairdes em tentação». Esta fé heroica que nos leva a vir rezar de noite, pode comparar-se à fé que Jesus encontrou em tantas pessoas e o levou a fazer tantos milagres. Deus nunca se deixa vencer em generosidade. Quanto mais somos generosos com Deus, mais Ele derramará as Suas graças de misericórdia e de paz sobre a nossa Igreja e o nosso mundo. Aqueles que passam uma hora com Ele durante a noite dão testemunho da Luz que rejeita as trevas. Como os Israelitas viam uma coluna de fogo na noite (Números 9,15-16), como Moisés encontra Deus na sarça ardente (Ex 3), no Santíssimo Sacramento, Cristo é um braseiro ardente de amor.
Então vinde com confiança ao trono da graça para alcançardes graça e misericórdia. Adorai o Senhor que esteve morto, mas agora é o Vivente pelos séculos dos séculos. Ámen.

Folha Paroquial – Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor

“Eis o dia que fez o Senhor, n’Ele exultemos e nos alegremos.”

A folha pode ser descarregada em: Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor

«Cristo ressuscitou dos mortos. Aleluia!
Que Cristo ressuscitado ilumine o coração de cada um e encha de alegria as vossas almas.
Que Ele entre em vossa casa e vos transmita a paz.»

A morte e ressurreição de Cristo é o mistério central do cristianismo, a pedra angular em que assenta a fé cristã. Como disse S. Paulo, se Cristo não tivesse ressuscitado a nossa fé era vazia e oca. Era vã. O inacreditável é que há pessoas que dizendo-se cristãs, têm como fé a reincarnação. Com esta crença afastam-se do núcleo da fé cristã e reduzem-na a uns valores éticos. Mas a fé cristã não é em 1º lugar uma doutrina, é uma experiência de libertação e de alegria suprema. No cristianismo primeiro há a vida e a experiência de fé, depois é que vem a sistematização doutrinal. É por isso sempre refrescante ouvirmos de novo o anúncio pascal e a sua reprodução de geração em geração até chegar até nós, hoje. Comecemos pelo princípio.
João diz-nos que ainda estava escuro: a luz da ressurreição brilhou na noite; pensamos imediatamente no prólogo do mesmo Evangelho de S. João: «A luz brilhou no meio das trevas, mas as trevas não a receberam.» Mas as trevas não podem prender a luz no sentido em que a não podem impedir de brilhar. E a luz brilhou no mundo, iluminando a noite dos discípulos desanimados e às escuras depois de terem visto adormecido na morte Aquele que eles pensaram que seria o Messias.
O discurso de Pedro em casa de Cornélio, da primeira leitura, é revelador do estado de espírito dos Apóstolos no tempo que se seguiu à ressurreição de Jesus. Eles tinham sido as testemunhas privilegiadas das palavras e dos gestos de Jesus, e tinham pouco a pouco compreendido que Ele era o Messias que todo o povo esperava. E depois aconteceu a Sexta- feira santa: Deus tinha deixado morrer Jesus de Nazaré. Ora, se Ele fosse O Messias, certamente Deus não o deixaria morrer. Então Deus abandonaria na morte o Seu Enviado? A sua deceção era imensa. Tinham perdido com ele três anos da sua vida e Ele tinha-lhes dado tantas e tão fundadas esperanças. Mas tinham que assumir a realidade. Jesus de Nazaré não podia ser o Messias de Deus. Isto está bem descrito no texto dos discípulos de Emaús.
Mas depois aconteceu o estrondo da ressurreição: No entanto, os discípulos não estão preparados para tamanha novidade, da qual nunca tinha havido experiência alguma. No princípio fica a interrogação, a dúvida…o que quer isto dizer? Uns têm mais facilidade do que outros em acreditar no mistério, mas todos vão precisar de processar tanta novidade. As aparições do ressuscitado numa e noutra ocasião vão ajudar os discípulos neste trabalho de compreensão e de releitura de tudo o que viveram com Ele. Mas cada vez se torna mais evidente. Afinal Deus não tinha abandonado o seu Enviado, Ele tinha-O ressuscitado. E é quando eles percebem essa evidência, com a ajuda do Espírito Santo que lhes é dado, que se tornam capazes de sair dos seus medos onde estão fechados para sairem a anunciar com todas as suas forças o que viram e ouviram. É exatamente o que Pedro diz a Cornélio: Nós somos testemunhas de tudo o que Ele fez no país dos Judeus e em Jerusalém; e eles mataram-n’O, suspendendo-O na cruz. Deus ressuscitou-O ao terceiro dia… Nós comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos.
Jesus mandou-nos pregar ao povo e testemunhar que Ele foi constituído por Deus juiz dos vivos e dos mortos. Mas as pessoas a quem os apóstolos vão pregar esta boa notícia já não conheceram Jesus, como é o caso de Cornélio e os de toda a sua família. Como poderão eles, então, fazer a mesma experiência de salvação e alegria que fizeram os apóstolos? Através da aceitação, pela fé, da palavra que é anunciada e proclamada pelos Apóstolos e que narra a sua experiência salvadora. Doravante, não serão as aparições do ressuscitado que farão as pessoas acreditar que Ele está vivo, mas é o testemunho vivo dos cristãos que fizeram a experiência do encontro pessoal com Cristo ressuscitado e que, por sua vez, o testemunham, que fará outros acreditarem.
A fé cristã não está ligada a uma palavra que tivesse ressoado do céu, mas a qualquer coisa que aconteceu na nossa terra. Alguns homens fizeram com Jesus a experiência de uma Redenção e de uma libertação, pois foram testemunhas da sua ressurreição de entre os mortos. Eles começaram a partilhar esta experiência libertadora a outros. Assim, a sua experiência tornou-se para nós, anúncio. De forma que, como disse Bento XVI, “a tradição cristã não começa por uma doutrina ou por uma moral, mas por uma história de experiência salvadora. A apropriação pessoal desta história não é, porém, possível a não ser que ela se torne para o ouvinte uma nova experiência que pode também ser identificada como a minha própria experiência. É só nesta condição que surge uma tradição viva, quer dizer, uma nova experiência viva que se torna para outros um anúncio vivo.”
Exemplo: A Manuela (nome fictício) perdeu toda a vontade de viver. Morreram-lhe algumas pessoas de família, todas no mesmo ano, e aconteceram-lhe muitas coisas que ela não conseguiu ultrapassar. A sua tristeza e desânimo foram tão grandes que já nem queria viver. Sentia-se apática e desinteressada por tudo. Um dia, a Manuela, por feliz acaso, encontrou a Andreia, uma rapariga que, num movimento de jovens cristãos, tinha conhecido o Senhor e tinha trazido à sua vida uma autêntica ressurreição, pois também a Andreia tinha tido um passado cheio de mágoas. Esta, sabendo da angústia em que vivia a Manuela, fala-lhe da sua experiência do Senhor, como O tinha conhecido e como Ele tinha transformado a sua vida, desde que lhe abriu o coração e a convidou a ir ao seu grupo cristão. A Manuela sentiu-se muito bem acolhida no grupo e ofereceram-se para orar por ela para que ela experimentasse a salvação que vem do Senhor. Ela aceitou Cristo no seu coração, pediu perdão dos seus pecados e fez a mesma experiência de salvação que a Andreia já tinha feito. A Manuela tornou-se depois uma grande missionária, pois Deus encheu de sol a sua vida. E assim a boa nova da ressurreição vai gerando vida nova através do anúncio de Cristo ressuscitado. Esta é a missão da Igreja, a missão dos cristãos, individual e comunitariamente: testemunhar, pela vida e pela palavra, a experiência salvadora que fazemos da vida de Jesus ressuscitado em nós. Eu já experimentei a força da ressurreição de Jesus na minha vida? E se sim, já partilhei com alguém a experiência de salvação que faço dele?

Percurso Alpha: Livros da 6ª sessão – Como é que Deus nos conduz?

– “Este combate não é teu… mas Meu”

Através de um testemunho pessoal, Paulette Boudet, ao longo do livro, mostra-nos como Deus fala connosco e nos responde de modo surpreendente. Muitas são as situações e contradições com que somos confrontados ao longo da nossa vida e que entendemos que temos resolvê-los a todos. No entanto, nem todos os combates são para nós resolvermos, mas grande parte deles são para Deus combater. Nós só temos que permitir que Ele faça.

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– “Questões da vida”

Este livro, para além, das várias questões que se colocam acerca da vida, constitui um excelente meio para se descobrir o sentido da vida. Os temas são variados e centram-se no principal pilar da fé cristã – Jesus.

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– “Para que nada se perca”

Raniero Cantalamessa, de uma forma simples, faz uma revisitação às quatro constituições aprovadas no Concílio Vaticano II, não no sentido doutrinal, mas colocando ênfase na temática espiritual, muito pouco explorada, apesar dos 50 anos já passados sobre o Concílio.
Neste sentido, Cantalamessa refere que «o Concílio ainda nos tem muito a dizer sobre a temática da espiritualidade e útil para a edificação da fé».

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