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Solenidade da Anunciação do Senhor – 09 de Abril

A Paróquia de São João Baptista festeja a 9 de Abril a partir das 18h, solenemente, com a Comunidade Emanuel, o anúncio da Encarnação do Filho de Deus, com:
– Adoração às 18h
– Eucaristia às 19h animada pela Comunidade Emanuel
– Jantar partilhado às 19:45h.
O Verbo Divino se faz carne para nos salvar de toda iniquidade.

A Anunciação, também conhecida como Anunciação da Virgem Maria ou Anunciação do Senhor, é a celebração cristã do anúncio, pelo Arcanjo Gabriel para a Virgem Maria, de que ela seria a mãe de Jesus Cristo. Maria, milagrosamente, conceberia uma criança, que seria chamada de Filho de Deus. O anjo disse a Maria ainda que deveria chamar a criança de Jesus (“Deus Salva”). A festa é celebrada no dia 25 de março, exatamente nove meses antes do Natal. De acordo com a Bíblia (em Lucas 1, 26), a Anunciação ocorreu no “no sexto mês” da gravidez de Isabel, a prima de Maria e mãe de João Baptista.

Evangelho de São Lucas (Lucas 1, 26-38):

Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo”. Ela perturbou-se com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse: “Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto a Deus. Conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande; será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. Ele reinará para sempre sobre a descendência de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Maria, então, perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?”. O anjo respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. Este já é o sexto mês daquela que era chamada estéril, pois para Deus nada é impossível”. Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo retirou-se.

Bênção das Crianças – 4 Fev 2018

Tinha sido feito com alguma antecedência um trabalho de divulgação nas redes sociais, nas missas dos últimos fins-de-semana e junto dos pais da catequese e por isso já se esperava uma grande afluência de famílias neste dia, na sequência da festa litúrgica da apresentação de Jesus no templo e já tradicional bênção das crianças. No entanto, o número superou largamente as expectativas, provando mais uma vez a necessidade de quebrar rotinas e procurando ir ao encontro dos anseios das pessoas. Foi uma celebração muito bonita e sentida: depois da homilia, o Pe Filipe Diniz chamou as crianças, pronunciou uma bênção e, enquanto a assembleia cantava, abençoou as crianças todas, uma por uma.

Festa da Palavra – Crianças do 4º ano da Catequese

A nossa paróquia está em ambiente de festa porque celebrou com as cianças do 4º ano de catequese a Festa da Palavra: receberam da Igreja e pelas mãos do Pe Jorge uma Bíblia. A palavra de Jesus é a voz do Pai chamando os homens à grande assembleia do seu povo. Mas antes de o Filho vir ao mundo, já a palavra de Deus se fizera ouvir e chamava os homens. E os que a ouviram e lhe responderam ficaram sendo o modelo dos verdadeiros discípulos do Senhor, como Samuel.

Receber a Bíblia, a Palavra de Deus, é receber algo de muito precioso, não só nas nossas mãos, mas acima de tudo no nosso coração e na nossa vida.

Como nos diz São Paulo: “A nossa carta sois vós, uma carta escrita nos nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. É evidente que sois uma carta de Cristo, confiada ao nosso ministério, escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo; não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne que são os vossos corações” (2 Cor 3, 2-3). Vós sois uma carta de Amor escrita por Deus. Que continuem a crescer na graça e no amor do Senhor!

Foi a festa da palavra para as crianças e da bíblia para toda a comunidade e, por isso, na semana anterior, o Pe Jorge tinha pedido que todos trouxéssemos as nossas bíblias: e foram muitos aqueles que não se esqueceram.

Na homilia o Pe Jorge lembrou-nos da necessidade de, como Samuel, nos deixarmos alimentar frequentemente pela Palavra de Deus e, à semelhança de André que assim que conheceu Jesus O começou imediatamente a anunciar, termos a audácia de propor Jesus e a sua Igreja àqueles com quem nos cruzamos: «Às vezes recebo alguns e-mails que me dão muita alegria. Vou transcrever algumas linhas do último que recebi, depois de ter pedido autorização à pessoa. Dizia ela: “Sr padre, ainda não me conhece, apesar de o ter cumprimentado à saída da missa, mas era tanta gente que não pode decorar todos os rostos e nomes. Fui, a primeira vez, à igreja de São João Baptista, no Domingo passado, levado por uma amiga que me convidou e que sabia o que eu estava a viver. Já há muito tempo que não ia a uma igreja e deu-me muita paz. Ao contrário do que estava à espera, não me senti aborrecido e nem dei pelo tempo a passar. Era o dia dos Reis Magos e o seu sermão parecia que era diretamente para mim. O sr padre dizia que os Magos eram pessoas que procuravam a Deus, e por isso o encontraram, pois Ele deixa-se encontrar por quem o procura. Então também eu, de certo modo, já estava a encontrá-lo ali bem perto. Agradeci à minha amiga por me ter convidado e vou começar a ir aí, habitualmente, voltando às minhas raízes cristãs. Fiquei também agradavelmente surpreso ao vê-lo cá fora a despedir-se de cada pessoa. E essa é a razão do meu e-mail: Dizer-lhe que gostei e agradecer -lhe o seu acolhimento.”»

Missa dos Fiéis Defuntos – 2 Nov 2017

Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, na qual a Igreja, depois da sua solicitude em celebrar com os devidos louvores todos os seus filhos que se alegram no Céu, quer interceder diante de Deus pelas almas de todos os que nos precederam marcados com o sinal da fé e agora dormem na esperança da ressurreição, bem como por todos os defuntos desde o princípio do mundo cuja fé só Deus conhece, a fim de que, purificados de toda a mancha do pecado, sejam associados aos cidadãos celestes, para poderem gozar da visão da felicidade eterna.

Estreia do Pe Filipe Diniz na nossa paróquia

Foi na eucaristia de Domingo à noite e foi uma surpresa para todos…

Pe. Jorge e Pe. Filipe tomam posse na Paróquia de S. José

Tomada de posse na Paróquia de São José pela nova equipe pastoral (Pe Jorge e Pe Filipe), na presença do nosso bispo, D. Virgílio Antunes, e consequente nascimento da nova Unidade Pastoral na qual a nossa paróquia será integrada. Leu-se uma ata à qual se seguiram as assinaturas e umas palavras do pároco cessante, Pe João, e do novo pároco, Pe Jorge. Num ato simbólico e com carinho, perante toda a comunidade paroquial o Pe João entregou ao Pe Jorge as chaves da Igreja e da casa paroquial que a nova equipa presbiteral irá ocupar.

Domingo XXVII do Tempo Comum

«A vinha do Senhor do Universo é a casa de Israel»

“A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular; tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos.”

Homilia Eucaristia com Unção dos Doentes

Já estava prevista esta missa com administração do sacramento dos enfermos a uma irmã da paróquia que enfrenta uma batalha oncológica. Entretanto e enquanto divulgávamos sobretudo de boca em boca, surgiram mais irmãos que também querem/precisam receber este sacramento. O Pde Jorge decidiu assim abrir a todos quantos estejam doentes e queiram pedir este sacramento de cura. 

A todos os outros irmãos que se queiram associar mais intimamente a estes irmãos que sofrem e pedem a Deus auxílio e cura, sugere-se que façam nesta sexta-feira um dia de jejum (pão e água), procurando tocar o coração de Deus e implorando a cura para estes irmãos.

Não se contentem em rezar, mas jejuem neste dia. A oração, a caridade e o jejum são 3 irmãs que se completam muito e batem forte à porta do coração de Deus. Podeis jejuar como quiserdes mas uma forma mais simples e que os monges praticam é pão e água e se necessário alguns legumes.
A prática do jejum aparece unida a uma questão decisiva do ponto de vista espiritual: De que vivo? Esta pergunta levanta outras: O que é que me alimenta? Onde está a fonte da minha alegria?
O jejum indica que somos muito mais do que as nossas necessidades e que somos capazes de conter a sua imediata satisfação em nome de um bem maior. A capacidade de jejuar é sinal da grandeza de alma que está em cada ser humano. Jejuar pode ser um genuíno gesto de amor e o que Deus procura na nossa vida são gestos de amor. O que Nossa Senhora pediu aos pastorinhos para obterem a paz no mundo e a conversão dos pecadores foi oração e sacrifícios e um dos sacrifícios feito pelos pastorinhos era o privar-se da merenda dando-a às ovelhas.
Aos que não puderem vir à missa, unam-se à mesma intenção, com oração e jejum.