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ALMOÇO DE REIS:

Neste domingo 12 de janeiro, a comunidade paroquial de São João Baptista e seus amigos são convidados para um almoço de confraternização. A ementa terá 2 pratos à escolha: Bifinhos de Porco com Cogumelos ou Bacalhau com Natas.

10€/pessoa.

Aceitamos sobremesas.

Inscreva-se por telefone ou na secretaria da paróquia.

Batismo do Senhor – «Jesus viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e pousar sobre Ele»

Neste fim de semana celebramos a festa do Batismo do Senhor, acontecimento evocado no ícone da tela que está no presbitério da igreja de São João Baptista.

Confundindo-se com os pecadores do Seu tempo, Jesus submete-se ao batismo de penitência de João, num gesto de humildade, que enche de admiração o Precursor. O Pai, porém, glorifica o Seu Servo, proclamando que ele é o Seu Filho. A Boa Notícia da salvação, começa pois, com este anúncio solene: Jesus Cristo, é, verdadeiramente, o Filho de Deus.

No evangelho deste domingo, Jesus chega à Galileia, à margem do Jordão. Mateus indica a sua intenção de fazer-Se batizar e prepara o diálogo que segue. João tenta impedi-l’O porque ele não pode batizar quem é mais forte, portador do Espírito e que batizará com fogo.

O Batismo de Jesus é um dos episódios que os quatro evangelistas incluem, cada um com as suas características. O relato de Mateus recolhe a incomodidade que se colocava em algumas comunidades pelo facto de que Jesus tenha recebido um batismo de conversão e que fosse batizado por João, que era apenas o seu precursor. Por isso, Mateus faz que João exprima a sua inferioridade, e que contrariamente Jesus insista em ser batizado para cumprir a vontade de Deus. Cada uma das frases de Jesus é combatida por uma controvérsia (v. 15).

A abertura do céu e a descida do Espírito Santo são descritos como um acontecimento palpável (v. 16). Finalmente, a proclamação da voz do céu (v. 17) é o clímax do relato.

Jesus é o Filho de Deus e é a própria voz do Pai que O proclama como Filho amado. As palavras divinas são um eco de Isaías 42, 1 e de outros textos do Antigo Testamento (cf. Gén 22, 2; Sal 2, 7).

O Filho de Deus, no evangelho de Mateus, não só é aquele que é revelado desde o céu, mas sobretudo é o homem obediente à vontade de Deus. O caminho de Jesus é o que leva à perfeição (cf. 5, 48), e Jesus é proclamado Filho porque está disposto a sê-lo. Em Mateus não há nenhuma dimensão celestial, como na teologia de João sobre o Filho, mas existe apenas o caminho da obediência. O Filho de Deus antecipa com o seu comportamento e converte-Se em modelo para os discípulos e para todos aqueles que O querem seguir.

Texto adaptado de Mar Pérez in Misa Dominical

Aniversário Adoração Eucarística S.Tiago

Por ocasião do 7º aniversário do início da Adoração Eucarística na Igreja de S. Tiago, será presidida pelo nosso bispo D Virgílio Antunes uma missa de ação de graças na sexta dia 10 de Janeiro às 18h30 em S. Tiago.

A Igreja de São Tiago é um espaço, na Cidade de Coimbra, onde ser reza, permanentemente, pelas vocações.

Atualmente essa oração acontece diariamente das 8:00 às 20:00.

Meditação Sagrada Família

Ao celebrarmos a festa da Sagrada Família, lembramos, antes de mais, que Deus, fazendo o homem à Sua imagem e semelhança, na união de homem e mulher, quis que a família humana fosse expressão da comunhão de amor da família divina: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. E lembramos também que, na Encarnação, Deus, na pessoa do Filho, quis precisar de uma família humana, a Família de Nazaré, para realizar a obra da salvação da humanidade, anunciada desde a queda de Adão, ao longo de toda a história do povo de Deus, no Antigo Testamento, e consumada plenamente na morte e ressurreição do Verbo Encarnado.

É nessa Família de Nazaré que podemos contemplar o melhor testemunho de amor para as nossas famílias de hoje, porque ele se traduz na dádiva e na entrega: na dádiva do Pai que entrega o Seu Filho Único para a salvação do mundo; na dádiva de Maria que se entrega total e incondicionalmente à vontade do Pai, viabilizando assim o plano divino; na dádiva de José, homem simples e humilde, que se entrega ao cumprimento integral da missão que Deus lhe confia. Trata-se, pois, de uma família exemplar, onde existe verdadeiro amor, mas, sobretudo, de uma família que sabe escutar Deus e seguir com absoluta confiança os caminhos por Ele propostos.

A partir deste quadro, as leituras de hoje fornecem-nos indicações práticas para a construção das nossas famílias, na medida em que elas possam ser espaços de encontro, de escuta, de partilha e de entrega ao serviço mútuo, a exemplo de Cristo “que veio para servir e não para ser servido e dar a vida” (Mt 20, 28), aceitando assim ser testemunhas do “Homem Novo” no espaço familiar e à sua volta.

Na história narrada no Evangelho contemplamos a figura de José, homem atento que escuta e acolhe as indicações de Deus e sabe interpretar a Sua vontade, não se poupando a qualquer esforço e sacrifício para, com sua esposa, cuidar e defender a vida daquele menino.

Pelas exortações de Paulo na segunda leitura, de que o Papa Francisco faz eco no capítulo IV da Exortação Apostólica “Amoris laetitia”, somos levados a compreender o papel que a família cristã é chamada a desempenhar e que todos nós somos convidados a experimentar, no dia a dia, na relação marido e esposa e na relação pais e filhos, como também na família alargada. As nossas famílias hão-de ser espaço de aceitação mútua, no esforço contínuo do ajustamento dinâmico e progressivo entre os seus membros, “suportando-se uns aos outros e perdoando-se mutuamente”; espaço de confiança mútua que radica no compromisso e na fidelidade à união e ao amor-entrega, em que o egoísmo, o ciúme, a inveja e a cedência a apetites ou desejos próprios não têm lugar; espaço de estima mútua, em que todos se esforcem na caridade recíproca e se tratem com “bondade, humildade, mansidão e paciência” e cada membro aceite renunciar ao seu comodismo para se sacrificar pelo outro; espaço de pertença mútua, em que cada um se sinta verdadeiramente acolhido, em sua casa e na sua família; e, finalmente, as nossas famílias hão de ser espaço de oração, de partilha da fé, de encontro, de união com Deus e de comunhão fraterna, onde “habite com abundância a palavra de Cristo”, à luz da qual todos se possam “instruir e aconselhar uns aos outros”, pois a família é sacramento do amor indestrutível e eternamente fiel de Cristo ao seu povo – a Igreja, onde todos “somos chamados a formar um só corpo”.

Sabemos que este modelo de família proposto na Sagrada Escritura, está seriamente ameaçado, pelos contra-valores da sociedade pós-moderna que nos invadem e influenciam, muitas vezes sem darmos conta. Entre eles, o Papa Francisco, destaca o individualismo crescente e exagerado, considerando que ele representa uma séria ameaça à união e coesão familiar, na medida em que “desvirtua os laços familiares e acaba por considerar cada componente da família como uma ilha, fazendo prevalecer a ideia de um sujeito que se constrói segundo os seus próprios desejos assumidos com caráter absoluto” (AL 33). Isto, claro, a par do “ritmo da vida atual, o stresse, a organização social e laboral, porque são fatores culturais que colocam em risco a possibilidade de opções permanentes” (idem).

Não podemos, porém, sucumbir perante tantas ameaças, riscos e desafios que as famílias de hoje enfrentam e peçamos à Sagrada Família de Nazaré que nos acompanhe e ilumine no caminho a seguir, rezando com o Papa:

Oração à Sagrada Família
Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do carácter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Ámen.

Diác. Albano

Paulo e Marta Farinha Silva celebram 20 anos de matrimónio

São pais de 4 filhos, membros da Comunidade Emanuel, e celebraram no passado dia 30 de outubro 20 anos de matrimónio.

Nas nossas paróquias empenham-se na animação litúrgica de algumas das nossas celebrações, fazem parte da equipa que dinamiza o percurso Alpha e são adoradores.

Alegramo-nos com o seu testemunho de casal cristão ao serviço da Igreja e desejamos-lhes as maiores felicidades.

DIA DE TODOS OS SANTOS

Na próxima sexta-feira, dia 1 de Novembro, celebramos a Solenidade de Todos os Santos.

Nesta festa celebramos aqueles cristãos anónimos, que viveram ao nosso lado e passaram fazendo o bem, procurando corresponder ao amor que Jesus nos propôs. Se nos parece difícil imitar os gestos dos grandes santos, podemos seguir os passos destes que não fizeram atos extraordinários, mas que foram fiéis no seu dia a dia, respondendo ao convite de Deus: «Sede santos, porque Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo».

As missas são nos mesmos horários de Domingo. Em S. João Baptista só haverá a missa das 11 horas.

 

MISSA COM UNÇÃO DOS DOENTES

Diz a epístola a Tiago «Alguém de vós está doente? Chame os presbíteros da igreja e que estes orem por ele, ungindo-o com o óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o aliviará; e, se tiver pecados, ser-lhe-ão perdoados… e orai uns pelos outros para serdes curados.» (Tg 5, 13-16) Jesus passou grande parte do seu ministério a curar os doentes, anunciando assim a presença do Reino de Deus.

E disse à igreja para fazer o mesmo: «quando entrardes nalguma casa, curai os doentes que nela houver e dizei-lhes: “Está perto de vós o Reino de Deus”». Às vezes a carga da doença, sobretudo quando põe a nossa vida em perigo, é demasiado pesada para a levarmos sozinhos e precisamos da consolação e apoio dos irmãos e sobretudo da graça divina que cura e salva.

Vamos pois celebrar uma missa com os doentes e pelos doentes vivida em oração fraterna e administrando o dom do sacramento da unção dos enfermos. Ainda há pouco, no final de julho, saiu na folha um testemunho de uma mãe de família que há um ano lutava com um problema grave de saúde e foi instantaneamente curada quando recebeu este sacramento. Bem sabemos que não é mágico: abandonamo-nos nos braços do Pai e imploramos a sua misericórdia e Deus, na sua bondade, compadece-se de nós e cura-nos espiritualmente e, muitas vezes, quer curar também fisicamente.

No próximo sábado, 12 de outubro, teremos em SJBaptista às 17h30 a celebração da eucaristia com a administração do sacramento da unção dos doentes. Para bem receber este sacramento é importante estar bem preparado, com uma confissão recente e bem feita.

Quem quiser receber este sacramento deverá estar na igreja meia hora antes, a partir das 17h00.

MISSA COM UNÇÃO DOS DOENTES

Ainda há pouco, no final de julho, publicámos na folha um testemunho de uma mãe de família que há um ano lutava com um problema grave de saúde e foi instantaneamente curada quando recebeu este sacramento na paróquia.

Bem sabemos que não é mágico: abandonamo-nos nos braços do Pai e imploramos a sua misericórdia. E às vezes, muitas vezes até, Ele quer curar também fisicamente.

No próximo sábado, 12 de outubro, teremos em SJBaptista às 17h30 a celebração da Eucaristia com a administração do sacramento da unção dos doentes.

Para bem receber este sacramento é importante estar bem preparado, com uma confissão recente e bem feita.

Quem quiser receber este sacramento deverá estar na igreja meia hora antes, a partir das 17h00.

Bem vindo, Xavier

O Xavier entrou na família dos filhos de Deus e irmãos de Jesus.

Alegramo-nos com ele e com a sua família.

Festas de S. João na Quinta da Portela

Apesar de bastante recente, são cada vez mais uma referência na nossa cidade os festejos em honra de S. João Baptista organizados pela nossa paróquia.

Para a comunidade paroquial, trata-se de um acontecimento estruturante: a terminar o ano pastoral, cerca de 200 voluntários organizam-se para receberem o melhor que podem e sabem quem nestas duas noites nos quiser visitar para confraternizar à volta de umas sardinhas, febras, etc.


É fantástico e uma graça que em muito nos ultrapassa o ambiente vivido entre as centenas de voluntários que querem vir servir durante estes dois dias.

Encontrei várias pessoas que não conhecia de lado nenhum (e que portanto não frequentam de todo a vida paroquial nos seus diversos grupos) e que aparecem por estes dias porque ouviram falar do ambiente que por lá se experimenta.

Ouvi das senhoras da cozinha que lá tinha aparecido uma senhora a pedir se podia integrar-se e com elas descascar batatas, cortar cebola e couve, etc: no fim, comovida, agradeceu a oportunidade fraterna que lhe tinha sido oferecida.

E quem nos visita testemunha isso mesmo: a sardinha pode ser melhor ou pior, mais seca ou mais gorda, mas sentem-se muito bem acolhidos. Sentem bem que há uma comunidade por detrás e questionam-se sobro o que a suportará.

Para o ano há mais!