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Eucaristia online – 5º Domingo da Quaresma

Domingo, dia 29: missa às 11h00 e às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo teremos missa às 11h00 e às 19h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.

Curso Bíblico S. Mateus com Pe Carlos Delgado

1ª sessão:

2ª sessão:

3ª sessão:

Meditação para o 1º Sábado – a apresentação de Jesus no templo

“Disse-Lhe que sim. Para fazer como Nosso Senhor.” (Stª Jacinta)

Reflectiremos um pouco sobre a pequenita Santa Jacinta, no centenário da sua morte, à luz deste 4º mistério gozoso. Iniciamos com estas palavras da Jacinta, síntese, creio, de toda a sua vida.

Neste texto, contemplamos algumas características daqueles que “viram a salvação oferecida a todos os povos e falavam dela a toda a gente”, Simeão e Ana (cf.v.30;38). Agora, evidenciamos algumas características da Jacinta, bem semelhantes a estes anciãos. Através dos colóquios com a Virgem Maria, e naquela luz tão grande que Ela lhes meteu no peito, a Jacinta viu o Senhor, ou seja, este Menino que Maria e José levaram ao Templo e que é a “luz das nações” e “a salvação oferecida a todos” (v.30-32). A partir desse momento, em 13 de maio, ela comunica-O a toda a gente, pois não pode guardar, conter em si tanta alegria.

A Jacinta foi sempre um Sim, “para fazer como Nosso Senhor”. A Jacinta é a menina que, à semelhança de Nossa Senhora e de Jesus, diz sempre que SIM ao plano salvífico de Deus sobre a humanidade sofredora. Há um episódio muito interessante na sua vida que nos confirma esta semelhança com Jesus, o Bom Pastor que Se oferece e dá a vida pela “ovelha perdida” e a carrega ao colo, nos Seus braços com carinho. Passo a transcrever o que a Lúcia nos conta acerca da Jacinta numa cena semelhante: “A Jacinta gostava também muito de agarrar os cordeirinhos brancos, sentar-se com eles no colo, abraçá-los, beijá-los e, à noite trazê-los ao colo para casa (…). Um dia, ao voltar para casa, meteu-se no meio do rebanho. Jacinta – perguntei-lhe – para que vais aí, no meio das ovelhas? – Para fazer como Nosso Senhor” (MIL, 44). Certamente que estamos bem recordados que o Papa Francisco disse algo parecido aos sacerdotes: pediu-lhes para eles “serem pastores com o «cheiro das ovelhas» – isto vo-lo peço: sede pastores com o «cheiro das ovelhas», que se sinta este –, serem pastores no meio do seu rebanho, e pescadores de homens” (Papa Francisco, 23.3.2013).

Quem representa, então, estes “cordeirinhos” que a Jacinta cuidava com carinho, senão “os pobres pecadores” por quem ela, à semelhança de Jesus, se ofereceu, deu a vida, se esgotou sendo “insaciável na prática do sacrifício” (MIL,47)?!

Quanta generosidade nesta menina! Quanta solidariedade para com os “pobres pecadores”! Ela vê a salvação que Deus preparou e assume a responsabilidade da salvação do próximo, usando tudo o que está ao seu alcance. Por um lado evita o pecado, por outro, sacrifica-se – na comida, na bebida, mesmo quando está muito calor – por outro, acolhe com paciência os interrogatórios, os insultos, as inúmeras incompreensões, o abandono, enfim, as “espadas de dor que traspassavam a sua alma” (v.35) e tudo por amor a Jesus e pelos pecadores. Comia as bolotas mais amargas ou, já doente, ia à Missa nos dias de semana, pelos pecadores que não iam ao Domingo, sempre os seus amiguitos, “os pecadores”. Desta forma, ela foi causa de conversão para outras pessoas que não acreditavam nas aparições e passaram a acreditar (cf. MIL, 56). A exemplo de Jesus, ela foi motivo de “ressurgimento de muitos” dos débeis. “A Jacinta vê-se e sente-se protagonista de uma história de amor” (Eloy Bueno, MF,188).

Poder-se-á dizer que a Jacinta, como Jesus Menino, cresceu na virtude, em graça, sabedoria e santidade (cf. v. 40) com a ajuda de seus companheiros. Estes lembravam-lhe como deveria oferecer e, mais ainda, como se deveria oferecer, deixando de ser o centro das atenções, para dar lugar ao Outro e aos outros – os pecadores -, e ela aceitou, colaborando com as ocasiões e sendo dócil às moções do Espírito Santo que também estava nela (cf. v. 25b-27).

Tal como a Virgem Maria, aqui neste mistério vai ao Templo para ser purificada e para oferecer Jesus, também a Jacinta aceita o tempo de purificação na terra, das suas imperfeições, para se oferecer totalmente a Deus e em benefício dos que estão longe da Graça de Deus. E faz este intercâmbio: leva esperança, consolação, Deus às pessoas e leva os problemas, dificuldades e intenções das pessoas a Deus na sua oração confiante, naqueles momentos em que tanto gostava de estar a sós para falar com Jesus Escondido (cf. MIL, 55).

Cada um de nós tem a sua “quota parte” na Obra da salvação. A Jacinta, à semelhança de Jesus, teve o peito aberto, por uma ferida, mas a espada que mais a trespassou era feita de luz. Essa dilatou-lhe o coração, de tal forma que ela dizia que parecia que tinha um lume no peito, que, apesar de não queimar, fazia-a arder de zelo pela salvação da humanidade que sofre por não se saber amada.

Seguindo o exemplo da Virgem Maria e de S. José neste mistério, depois de termos meditado sobre a Jacinta à luz deste texto, regressemos “à nossa cidade” (v.39), ou seja, ao dia a dia, à rotina, com nova consciência do nosso lugar no plano de salvação, oferecendo mais o que custa e estando dispostos a dizer-Lhe “SIM”. “Para fazer como Nosso Senhor” e Nossa Senhora.

Irmã Céu Coelho

Domingo da Palavra de Deus – “Aperuit illis”

Com o Motu Proprio “Aperuit illis“, o Santo Padre estabelece que “o III Domingo do Tempo Comum seja dedicado à celebração, reflexão e divulgação da Palavra de Deus”.

Com este documento, o Santo Padre estabelece que “o III Domingo do Tempo Comum seja dedicado à celebração, reflexão e divulgação da Palavra de Deus”. O Motu Proprio foi publicado no dia em que a Igreja celebra a memória litúrgica de São Jerônimo, início dos 1.600 anos da morte do conhecido tradutor da Bíblia em latim que afirmava: “A ignorância das Escrituras é a ignorância de Cristo”.

Jesus abre as mentes para a compreensão das Escrituras

Francisco explica que com esta decisão quis responder aos muitos pedidos dos fiéis para que na Igreja se celebrasse o Domingo da Palavra de Deus. A carta começa com a seguinte passagem do Evangelho de Lucas (Lc 24,45): “Encontrando-se os discípulos reunidos, Jesus aparece-lhes, parte o pão com eles e abre-lhes o entendimento à compreensão das Sagradas Escrituras. Revela àqueles homens, temerosos e desiludidos, o sentido do mistério pascal, ou seja, que Ele, segundo os desígnios eternos do Pai, devia sofrer a paixão e ressuscitar dos mortos para oferecer a conversão e o perdão dos pecados; e promete o Espírito Santo que lhes dará a força para serem testemunhas deste mistério de salvação.”

Redescoberta da Palavra de Deus na Igreja

O Papa recorda o Concílio Vaticano II que “deu um grande impulso à redescoberta da Palavra de Deus com a Constituição Dogmática Dei Verbum”, e Bento XVI que convocou o Sínodo, em 2008, sobre o tema “A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja” e escreveu a Exortação Apostólica Verbum Domini, que “constitui um ensinamento imprescindível para as nossas comunidades”. Nesse documento, observa, “aprofunda-se o caráter performativo da Palavra de Deus, sobretudo quando o seu caráter sacramental emerge na ação litúrgica”.

Uma Palavra que impulsiona rumo à unidade

“O Domingo da Palavra de Deus”, sublinha o Pontífice, “situa-se num período do ano que convida a reforçar os laços com os judeus e a rezar pela unidade dos cristãos”: “Não é uma mera coincidência temporal: celebrar o Domingo da Palavra de Deus expressa um valor ecuménico, porque as Sagradas Escrituras indicam para aqueles que se colocam à escuta o caminho a ser percorrido para alcançar uma unidade autêntica e sólida”.

Como celebrar o Domingo da Palavra de Deus

Francisco exorta a viver esse domingo “como um dia solene. Entretanto será importante que, na celebração eucarística, se possa entronizar o texto sagrado, de modo a tornar evidente aos olhos da assembleia o valor normativo que possui a Palavra de Deus (…). Neste Domingo, os Bispos poderão celebrar o rito do Leitorado ou confiar um ministério semelhante, a fim de chamar a atenção para a importância da proclamação da Palavra de Deus na liturgia. De fato, é fundamental que se faça todo o esforço possível no sentido de preparar alguns fiéis para serem verdadeiros anunciadores da Palavra com uma preparação adequada (…). Os párocos poderão encontrar formas de entregar a Bíblia, ou um dos seus livros, a toda a assembleia, de modo a fazer emergir a importância de continuar na vida diária a leitura, o aprofundamento e a oração com a Sagrada Escritura, com particular referência à lectio divina.

Bíblia, livro do Povo de Deus não de poucos privilegiados

“A Bíblia”, escreve o Papa, “não pode ser património só de alguns e, menos ainda, uma colectânea de livros para poucos privilegiados (…). Muitas vezes, surgem tendências que procuram monopolizar o texto sagrado, desterrando-o para alguns círculos ou grupos escolhidos. Não pode ser assim. A Bíblia é o livro do povo do Senhor que, escutando-a, passa da dispersão e divisão à unidade. A Palavra de Deus une os fiéis e faz deles um só povo”.

Importância da homilia para explicar as Escrituras

Também nessa ocasião, o Papa reitera a importância da preparação da homilia: “Os Pastores têm a grande responsabilidade de explicar e fazer compreender a todos a Sagrada Escritura (…) com uma linguagem simples e adaptada a quem escuta (…). Para muitos dos nossos fiéis, esta é a única ocasião que têm para captar a beleza da Palavra de Deus e a ver referida à sua vida diária (…). Não se pode improvisar o comentário às leituras sagradas. Sobretudo a nós, pregadores, pede-se o esforço de não nos alongarmos desmesuradamente com homilias enfatuadas ou sobre assuntos não atinentes. Se nos detivermos a meditar e rezar sobre o texto sagrado, então seremos capazes de falar com o coração para chegar ao coração das pessoas que escutam”.

Natureza da Bíblia entre história e salvação

Recordando o episódio dos discípulos de Emaús, o Papa recorda também “como seja indivisível a relação entre a Sagrada Escritura e a Eucaristia”. Cita a Constituição Apostólica Dei Verbum que ilustra “a finalidade salvífica, a dimensão espiritual e o princípio da encarnação para a Sagrada Escritura”. “A Bíblia não é uma colectânea de livros de história nem de crónicas, mas está orientada completamente para a salvação integral da pessoa. A inegável radicação histórica dos livros contidos no texto sagrado não deve fazer esquecer esta finalidade primordial: a nossa salvação. Tudo está orientado para esta finalidade inscrita na própria natureza da Bíblia, composta como história de salvação na qual Deus fala e age para ir ao encontro de todos os homens e salvá-los do mal e da morte”.

Papel do Espírito Santo na Sagrada Escritura

“Para alcançar esta finalidade salvífica, a Sagrada Escritura, sob a ação do Espírito Santo, transforma em Palavra de Deus a palavra dos homens escrita à maneira humana. O papel do Espírito Santo na Sagrada Escritura é fundamental. Sem a sua ação, estaria sempre iminente o risco de ficarmos fechados apenas no texto escrito, facilitando uma interpretação fundamentalista, da qual é necessário manter-se longe para não trair o caráter inspirado, dinâmico e espiritual que o texto possui. Como recorda o Apóstolo, «a letra mata, enquanto o Espírito dá a vida».”

Magistério inspirado pelo Espírito Santo

O Papa recorda a afirmação importante dos Padres conciliares “segundo a qual a Sagrada Escritura deve ser «lida e interpretada com o mesmo Espírito com que foi escrita». Com Jesus Cristo, a revelação de Deus alcança a sua realização e plenitude; e, todavia, o Espírito Santo continua a sua ação. De facto, seria redutivo limitar a ação do Espírito Santo apenas à natureza divinamente inspirada da Sagrada Escritura e aos seus diversos autores. Por isso, é necessário ter confiança na ação do Espírito Santo que continua a realizar uma sua peculiar forma de inspiração, quando a Igreja ensina a Sagrada Escritura, quando o Magistério a interpreta de forma autêntica e quando cada fiel faz dela a sua norma espiritual.”

A fé bíblica funda-se na Palavra viva

Falando sobre a encarnação do Verbo de Deus que “dá forma e sentido à relação entre a Palavra de Deus e a linguagem humana, com as suas condições históricas e culturais”, o Papa ressalta que “muitas vezes corre-se o risco de separar Sagrada Escritura e Tradição, sem compreender que elas, juntas, constituem a única fonte da Revelação (…). A fé bíblica funda-se sobre a Palavra viva, não sobre um livro. Quando a Sagrada Escritura é lida com o mesmo Espírito com que foi escrita, permanece sempre nova”. Assim, “quem se alimenta dia a dia da Palavra de Deus torna-se, como Jesus, contemporâneo das pessoas que encontra; não se sente tentado a cair em nostalgias estéreis do passado, nem em utopias desencarnadas relativas ao futuro”.

Sair do individualismo e viver na caridade

“Por isso, é necessário que nunca nos abeiremos da Palavra de Deus por mero hábito, mas nos alimentemos dela para descobrir e viver em profundidade a nossa relação com Deus e com os irmãos. A Palavra de Deus apela constantemente para o amor misericordioso do Pai, que pede a seus filhos para viverem na caridade. A Palavra de Deus é capaz de abrir os nossos olhos, permitindo-nos sair do individualismo que leva à asfixia e à esterilidade enquanto abre a estrada da partilha e da solidariedade.

A carta se conclui com uma referência a Maria que nos acompanha “no caminho do acolhimento da Palavra de Deus”. “A bem-aventurança de Maria antecede todas as bem-aventuranças pronunciadas por Jesus para os pobres, os aflitos, os mansos, os pacificadores e os que são perseguidos, porque é condição necessária para qualquer outra bem-aventurança.”

Peregrinação à Polónia no centenário nascimento S. João Paulo II

1º dia – Coimbra – Varsóvia
2º dia – Visita Gdansk
3º dia – Visita do mosteiro palotino de Jasna Gora
4º dia – Zakopane / Kalwaria Zebrzydowska / Cracóvia
5º dia – Wieliczaka
6º dia – Auchwitz / Wadovice
7º dia – Varsóvia
8º dia – Niopokalanow (S Maximiliano Kolbe) e regresso

1630€ / pessoa
Acompanhamento pelo P Jorge Silva Santos
Mais informações:
Maria Manuela Afonso : 912 395 972
SJBaptista : 239 405 706
SJosé : 239 712 451
Panfleto: https://tinyurl.com/t57e6k5

Peregrinação Jordânia e Terra Santa

1º dia – viagem para Jerusalém
2º dia – Monte das Oliveiras e outros
3º dia – Monte Sião, Sala da Última Ceia, Túmulo do Rei David, Igreja de São Pedro, Via Dolorosa, Santo Sepúlcro, entre outros.
4º dia – Visita a Belém e da Gruta da Natividade, entre outros
5º dia – Deserto da Judeia, Mar Morto e Monte Nebo, entre outros.
6º dia – Petra e Nazaré
7º dia – Monte Tabor, Lago de Tiberiades, Rio Jordão, Caná, entre outros
8º dia – Visita dos locais relacionados com a Sagrada Família.

Preço: 1870€
Mais informações:
Maria Manuela Afonso : 912 395 972
SJBaptista : 239 405 706
SJosé : 239 712 451

Panfleto com todas as informações: https://tinyurl.com/rzktu7b

Oração de Cura e Misericórdia – 06 Fev

Na 1ª quinta-feira de cada mês, como a mulher ferida vamos a Jesus para lhe tocarmos e, sobretudo, sermos tocados pela sua misericórdia. Deus faz maravilhas quando lhe abrimos o coração pela fé. Inicia às 21h30 com um tempo forte de louvor (cânticos) diante de Jesus presente na hóstia consagrada.

Sempre que o homem se aproxima de Deus com fé, humildade e confiança, Deus compadece-se do homem e enche-o da sua graça curando-o das suas feridas interiores e exteriores. A oração de misericórdia centra-nos em Deus e no seu amor pelos homens. Louvando a bondade e a misericórdia do Senhor, nós apresentamos-lhe as nossas feridas e pecados e pedimos-lhe que venha libertar-nos e socorrer-nos. Rezamos uns pelos outros para sermos curados e Deus faz a sua obra sempre maravilhosa. Há muitos testemunhos de pessoas que sentiram a sua vida transformada depois de uma oração de misericórdia. Por isso cresce sempre muito o número de participantes nesta oração que se faz na primeira 5ª feira de cada mês.
Pe. Jorge Silva Santos

Ministério de Escuta e de Intercessão

A partir de hoje, domingo 22 de Out, começa a funcionar a seguir à missa das 10H45. Todas as pessoas que estiverem a viver situações difíceis de sofrimento espiritual, psíquico ou físico podem dirigir-se a este grupo e pedir oração que será feita com eles e por eles. Um psicoterapeuta e um psicólogo clínico escutarão os casos que precisarem de um apoio mais técnico, se a pessoa o desejar.

Grupo de Oração – uma Graça de louvor extraordinária

Ontem, 24 Out 2017, foi dia de Grupo de Oração na nossa paróquia: o Senhor concedeu-nos a graça de uma oração espontânea baseada em cânticos de louvor que encheu o coração de quantos lá estavam (20 e poucas pessoas), foi muito bom!
Esta graça de paz e alegria no louvor tem sido uma constante ao longo das últimas sessões.
Recebemos algumas palavras do Senhor que, à semelhança de semanas anteriores, iam no sentido de colocarmos toda a nossa confiança no Senhor, de o reconhecermos como Deus vivo e verdadeiro, presente no meio do seu povo, e de renovarmos o nosso desejo de conversão e renúncia ao mal.
No final, reflectimos acerca da importância de mantermos em todos os dias e situações uma atitude de louvor. E reconhecemos como tem sido importante, na nossa vida paroquial, estes momentos de louvor e os frutos que nos tem dado.
Como habitualmente, tivemos também um momento de intercessão pelas actividades da paróquia, pelas intenções particulares de quem lá estava e por algumas pessoas que sabemos estar a passar por momentos menos fáceis.
 
Próxima sessão: dia 7 de Novembro
 

A construção do Centro Paroquial e Igreja, tijolo a tijolo!

A última vez que demos informação desta campanha foi a 2 de julho, quando chegamos aos 100.000€. Nessa altura, lançamos o objetivo de conseguir mais 100.000 durante o ano seguinte.

Alegrai-vos! Já vamos em 134.393,29! Com um pequeno esforço, chegaremos ao Natal com os 150.000. Será possível? Não temos grandes donativos de 5.000 ou 10.000 euros de uma só pessoa ou empresas, mas temos o dar contínuo de gente tão generosa que encanta. Bendito seja Deus!

E agora que recebemos a bênção apostólica do Papa, pode ser que isto vá com mais entusiasmo! O jantar de angariação de fundos no dia 30 de setembro na Quinta de D. Luís rendeu 6.800€. Que Deus vos abençoe e vos enriqueça com todas as bênçãos espirituais e temporais.

Juntos conseguimos!

NIB da conta de construção do centro paroquial e igreja de S. João Baptista de Coimbra:

  NIB: 0035 0623 0000 1850 1304 3