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Programa da Visita Pastoral à Paróquia de S. João Baptista

A visita pastoral do nosso bispo iniciar-se-á no dia 28 de Março às 09h00 na igreja com uma oração e terminará no dia 31, domingo, com a eucaristia das 11h00 seguida de almoço de confraternização.

Folha Paroquial nº 69 *Ano II* 17.03.2019 — DOMINGO II DA QUARESMA

«O Senhor é a minha luz e a minha salvação.»

A folha pode ser descarregada aqui.

«EVANGELHO (Lc 9, 28b-3)
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.»

MEDITAÇÃO
Pretendo que a reflexão que vou fazendo com o comentário às leituras de cada Domingo, não seja algo isolado e sem nexo uns com os outros, mas que sejam blocos de 3 a 5 semanas em interligação tanto quanto as leituras no-lo permitirem. Por isso relembro o que escrevi e disse na semana passada e já na continuação de outras anteriores.
A propósito das tentações de Jesus e das nossas afirmei: “A nossa riqueza não está no ter, no fazer, ou no prestígio do nosso bom nome. A nossa identidade mais profunda é a de sermos filhos do Pai celeste. Tudo o resto acaba, mas a nossa filiação divina em Cristo é eterna. A quaresma é o tempo de regressarmos ao essencial, de nos desembaraçarmos de tudo o que não deixa brilhar em nós a nossa condição de filhos. O nosso pecado, a nossa negligência espiritual, vai escondendo a beleza da nossa filiação divina. Mas na medida em que nos aproximamos de Deus e purificarmos o coração pela caridade, vamos resplandecendo a glória de filhos de Deus. Diz Paulo: E nós todos que, com o rosto descoberto, refletimos a glória do Senhor, somos transfigurados na sua própria imagem, de glória em glória, pelo Senhor que é Espírito. (2 Cor 3, 18) Que o nosso trabalho quaresmal nos leve, com Jesus, ao Monte da transfiguração para que, pela ação do seu Espírito e da nossa colaboração, possamos resplandecer melhor a imagem do Senhor na nossa vida.
E aqui estamos hoje, com Jesus no Monte da Transfiguração. Tentemos perceber-lhe o sentido.
Quando vamos em peregrinação à Terra Santa é passagem obrigatória a ida a Monte Tabor. Lá está uma igreja construída sobre outra muito mais antiga a atestar o lugar da transfiguração do Senhor. Este acontecimento histórico ficou bem guardado na memória dos discípulos tanto que Pedro vários anos mais tarde vai referir-se a ele dizendo: “Demos-vos a conhecer o poder e a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, não por havermos ido atrás de fábulas engenhosas, mas por termos sido testemunhas oculares da sua majestade. 17Com efeito, Ele foi honrado e glorificado por Deus Pai, quando a excelsa Glória lhe dirigiu esta voz: Este é o meu Filho, o meu muito Amado, em quem Eu pus o meu encanto.18E esta voz, vinda do Céu, nós mesmos a ouvimos quando estávamos com Ele na montanha santa.” (2 Pd1,16-18). Pude imaginar, naquele lugar, a experiência dos discípulos ao verem o corpo de Jesus, revestido de luz e de glória, como se já tivesse vencido a morte e recebido um corpo glorioso. E de facto, é isso que Jesus pretende mostrar aos discípulos preparando-os para a experiência dolorosa da sua morte. Lembram-se que alguns dias antes da Transfiguração, quando estavam em oração, Jesus fez aos discípulos uma pergunta crucial: «Quem dizeis vós que eu sou? Pedro respondeu: Tu és Cristo, (quer dizer o Messias), o Filho de Deus. E Jesus acrescentou: Sim, Mas não como esperam, a glória sim, mas não à maneira dos homens. «O filho do homem tem de sofrer muito, será rejeitado …morto, mas três dias depois ressuscitará. Cerca de oito dias depois, Jesus sobe ao monte levando consigo os privilegiados Pedro, Tiago e João. De novo quer orar com eles, e é enquanto rezam que Deus revela o mistério do Messias. Agora já não são as multidões que dizem quem ele é, nem sequer os discípulos, é o próprio Deus que responde sobre a identidade do Messias e nos dá a contemplar o mistério de Cristo: «Este é o meu Filho, o meu eleito, escutai-O.» Este monte da transfiguração faz-nos pensar no Sinai; e Lucas escolhe bem o seu vocabulário para nos fazer evocar o contexto da revelação de Deus no monte Sinai: O monte, a nuvem, a glória, a voz tonitruante, as tendas…E assim compreendemos melhor a presença de Moisés e Elias ao lado de Jesus. Sabemos que Moisés passou quarenta dias no Sinai na presença de Deus e quando voltou o seu rosto resplandecia de tal maneira que todos ficaram espantados. Também Elias caminhou quarenta dias e quarenta noites no deserto até chegar ao mesmo monte Sinai ou Horeb que é o mesmo. E foi aí que Deus se revelou a ele de forma inesperada: não no ruído do vento, nem da grandeza do fogo, nem nos tremores de terra, mas no doce murmúrio de uma brisa ligeira. Assim as duas personagens do Antigo Testamento que tiveram o privilégio da revelação da glória de Deus no cimo do Monte estão igualmente presentes na altura da manifestação da glória de Cristo. E Lucas diz-nos o conteúdo da sua conversa. Falavam da morte de Jesus que se ia consumar em Jerusalém. Pela sua morte e ressurreição ele receberá um corpo gloriosos mas nós, participando também da sua morte e assumindo a cruz da vida unidos a Ele, participaremos da mesma glória de ressuscitados. E isso já começou em nós, no batismo. A nossa transfiguração já está a acontecer na medida em que nos unimos a Ele participando nos seus sofrimentos. E a segunda leitura, da carta aos Filipenses, resume bem isto: A nossa pátria está nos Céus, donde esperamos, como Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo miserável, para o tornar semelhante ao seu corpo glorioso. (…) Entretanto o Espírito vai trabalhando em nós na medida em que O acolhemos, pois “nós todos que, com o rosto descoberto, refletimos a glória do Senhor, somos transfigurados na sua própria imagem, de glória em glória, pelo Senhor que é Espírito”. “Portanto, meus amados e queridos irmãos, minha alegria e minha coroa, permanecei firmes no Senhor”. Continuemos firmemente a nossa quaresma pois sabemos a meta para onde caminhamos: Bendito seja Deus pela esperança a que fomos chamados.

«Oração
Senhor, o teu rosto é sempre luminoso. Nele encontramos sempre aquele brilho que falta à nossa vida, tantas vezes sombria, opaca pelo pecado, pelas dificuldades do nosso peregrinar. Em cada jornada convidas-nos a subir ao monte, para nos transfigurares na tua luz, numa Páscoa contínua, que sempre nos revela a Tua e a nossa identidade. Quantas vezes a Eucaristia e a oração são para nós a oportunidade para subrimos ao monte da Transfiguração! E tantas vezes saímos de rosto sombrio porque fechámos os olhos à eterna novidade que és Tu, porque não Te escutamos. Tantas vezes não queremos assumir a consequência de sermos iluminados por Ti, porque não queremos descer, porque é mais confortável estar na comtemplação do Teu rosto do que contemplar o rosto do irmão a mesma Luz divina, que é transfiguração na dor e no sofrimento. Dá-nos, Senhor, disponibilidade para subir ao monte e coragem para descermos. Dá-nos a virtude da contemplação e a determinação da ação, para sermos portadores da Tua Luz nas sombras do mundo.»

Lectio Divina 3 – Ev. da Transfiguração – Jesus Cristo, revelador do Mistério de Deus

Quem por qualquer motivo não puder ou quiser juntar-se a um grupo, poderá fazer a Lectio de preparação da Visita Pastoral a partir do Youtube:

Descarregue a brochura: 120 – LECTIO DIVINA 2

Como deverá ser do conhecimento de todos, esteve na passada quarta-feira, no salão da Igreja de S. José, o Sr Bispo a lançar a Lectio Divina como forma de preparação da visita pastoral que se iniciará no dia de S. José, 19 de Março. Esta leitura orante da Palavra de Deus decorrerá em pequenos grupos, na sua maioria já existentes. Para todos aqueles que não pertencem ainda a nenhum grupo no qual este percurso seja feito, são convidados a encontrarem-se no salão de S. José na próxima quinta feira, dia 14, pelas 21h15 com vista à formação de mais grupos para a Lectio Divina. Para quem não pôde por algum motivo estar neste encontro com o Sr Bispo, pode visualizar o vídeo em http://w.pt351.com/11484

Entretanto, quem por qualquer motivo não puder ou quiser juntar-se a um grupo, poderá fazer a Lectio a partir do Youtube: https://youtu.be/ryPRdOmhhQE

Almoço Goez

Depois dos sabores africanos e da beira, chegou a vez dos sabores indianos com um almoço ao estilo de Goa: galinha de caril. Para quem não gostar/suportar este tipo de condimentos, nomeadamente as crianças, será preparado um prato alternativo. Preço: 10€

Inscreva-se online:

Lectio Divina 2 – Ev. do Cego de Nascença – Jesus Cristo, luz para a vida

Quem por qualquer motivo não puder ou quiser juntar-se a um grupo, poderá fazer a Lectio de preparação da Visita Pastoral a partir do Youtube:

Descarregue a brochura: 120 – LECTIO DIVINA 2

Como deverá ser do conhecimento de todos, esteve na passada quarta-feira, no salão da Igreja de S. José, o Sr Bispo a lançar a Lectio Divina como forma de preparação da visita pastoral que se iniciará no dia de S. José, 19 de Março. Esta leitura orante da Palavra de Deus decorrerá em pequenos grupos, na sua maioria já existentes. Para todos aqueles que não pertencem ainda a nenhum grupo no qual este percurso seja feito, são convidados a encontrarem-se no salão de S. José na próxima quinta feira, dia 14, pelas 21h15 com vista à formação de mais grupos para a Lectio Divina. Para quem não pôde por algum motivo estar neste encontro com o Sr Bispo, pode visualizar o vídeo em http://w.pt351.com/11484

Entretanto, quem por qualquer motivo não puder ou quiser juntar-se a um grupo, poderá fazer a Lectio a partir do Youtube: https://youtu.be/ryPRdOmhhQE

Escola de Pais com os Jesuítas

Os jesuítas em Coimbra vão organizar a partir de sexta-feira, dia 1 de fevereiro, uma Escola de Pais, com encontros mensais que ajudem os pais a reflectir sobre temas que os preocupam na educação dos seus filhos. Entre os temas estão a utilização da internet e dos videojogos, a educação para a afetividade, a ansiedade ou a pedagogia inaciana.

1 de Fevereiro – Os pais são chatos! São mesmo? Com Laurinda Alves e Roque Cunha Ferreira
1 de Março: Redes sociais e internet: inimigos ou parceiros na educação?
5 de Abril: Educar para a afetividade.
10 de Maio: Ansiedade: um sinal dos tempos?
14 de Junho: Pedagogia inaciana: o que é?
Brevemente serão anunciados os convidados das restantes sessões.

Informações: gabcom@caic.pt

Conferências Quaresmais 2019 para o Arciprestado de Coimbra Urbana

Acolhei-vos uns aos outros.

14 Mar – Acolher na Comunidade Cristã
Pe Gonçalo Amaro (Porto)

21 Mar – Acolher o descartado
Entrevista com Marta Neves (Assoc. Ergue-te), Justina Dias (Farol-Caritas) e Ana Figueiredo(Assoc Saúde em Português)

28 Mar – Acolher o idoso
Entrevista com Marisol Simões e Armando Garcia (Centro de Acolhimento João Paulo II) e com Cristiana Correia(Conferências Vicentinas de Coimbra)

04 Abr – Acolher a diferença em família
D. Ilídio Leandro (bispo emérito de Viseu)

11 Abr – Celebração do Perdão para toda a cidade (Sé Nova)
Preside D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra

Lectio Divina 1 – Ev. da Samaritana – As inquietações do homem de hoje

Quem por qualquer motivo não puder ou quiser juntar-se a um grupo, poderá fazer a Lectio de preparação da Visita Pastoral a partir do Youtube:

Descarregue a brochura: 110 – LECTIO DIVINA 1

Como deverá ser do conhecimento de todos, esteve na passada quarta-feira, no salão da Igreja de S. José, o Sr Bispo a lançar a Lectio Divina como forma de preparação da visita pastoral que se iniciará no dia de S. José, 19 de Março. Esta leitura orante da Palavra de Deus decorrerá em pequenos grupos, na sua maioria já existentes. Para todos aqueles que não pertencem ainda a nenhum grupo no qual este percurso seja feito, são convidados a encontrarem-se no salão de S. José na próxima quinta feira, dia 14, pelas 21h15 com vista à formação de mais grupos para a Lectio Divina. Para quem não pôde por algum motivo estar neste encontro com o Sr Bispo, pode visualizar o vídeo em http://w.pt351.com/11484

Entretanto, quem por qualquer motivo não puder ou quiser juntar-se a um grupo, poderá fazer a Lectio a partir do Youtube: https://youtu.be/ryPRdOmhhQE

Edição de 2019 do Enovar

A edição de 2019 do Enovar teve início num clima de “renovação inadiável”, ideia sublinhada pelo Pe. Jorge Silva Santos, o director nacional Alpha, e por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz, ao dar as boas-vindas aos participantes que enchiam o auditório do Espaço Vita, em Braga.

Na sessão de abertura, o Pe Jorge Santos alertou para a necessidade da definição de uma visão e estratégia pastorais, na importância de se pensar o processo que leva a que um discípulo passe da paixão à acção – o lema deste evento – entendendo-se por paixão o entusiasmo da fé, o amor forte que vem do encontro com Cristo.

D. Jorge Ortiga afirmou a “urgência de uma renovação e de uma reforma” na pastoral da Igreja. “É mais usual centrar as prioridades no exercício de uma reforma. Mas ela, na ausência de um processo de renovação, não convencerá ninguém”, afirmou o Arcebispo de Braga, para quem “em experiências de pequenos grupos, de âmbitos diferentes, devemos promover a cultura do encontro perante a generalizada cultura da indiferença, na comunhão uns com os outros. (…) Como consequência, as paróquias, comunidade de comunidades, anunciarão, de um modo credível, o Evangelho como alegre notícia para hoje.”.

D. Virgílio Antunes, numa entrevista conjunta com Florence de Leyritz, conduzida pela Isabel Gaspar, sobre o tema “Plano Pastoral”, assumindo que são os próprios cristãos o grande obstáculo à evangelização e que o trabalho em equipe é o grande local de sofrimento na Igreja, incentivou os presentes ao desafio da experiência, a passar das ideias ao plano operativo, a mergulhar e contactar mais intensivamente com a palavra de Deus.

Mais tarde o nosso bispo haveria ainda de subir ao palco para apresentar o livro prefaciado por ele e que ali foi finalmente lançado em português, apesar de servir já há alguns anos para muitos padres, paróquias e cristãos de Portugal: Renovação Divina do Pe. James Mallon. Como ele próprio refere no prefácio, “As comunidades cristas têm inscrita na sua identidade a força da contínua renovação, que se torna real quando se deixam conduzir pela força do Espírito Santo e se decidem a viver na fé. Falha frequentemente a capacidade humana de discernir a situação em que nos encontramos e quais os caminhos a percorrer em ordem à renovação desejada. A falta de uma visão objetiva e clara sobre a vida da comunidade e a ausência de perspetivas quanto ao futuro são demolidoras para uma paróquia ou para qualquer outra comunidade eclesial.”

Numa conferência sobre a Visão Pastoral, Florence Leirytz, uma apaixonada pela evangelização que em França esteve na origem do percurso Pasteurs selon mon Coeur pelo qual já passaram mais de mil padres e 70 bispos, entre os quais o nosso vigário para a pastoral, Pe. Jorge Santos, haveria dar aos presentes pistas para encontrar uma visão pastoral para a comunidade e para cada um individualmente: qual a minha visão do meu trabalho na Igreja, qual a visão do meu Grupo de Jovens, do Grupo Coral, etc? Esta visão deverá ser expressão do grito que vem da nossa comunidade e que vai para Deus, deverá dar resposta à nossa santa insatisfação e até despertá-la e aumentá-la. Uma visão que nos leve à transição para uma Igreja comunidade de discípulos: tornar-se arquiteto de processos pastorais.

Jornadas de Formação Permanente – Celebrar e acolher

JORNADAS DE FORMAÇÃO PERMANENTE
15 a 17 de Janeiro de 2019
Temática: Acolher e celebrar, lugares de encontro (com Deus e os homens)
15 de Janeiro de 2019 – 3ª feira
09:30 – Acolhimento
10:00 – Hora Intermédia
10:30 – O Acolhimento pastoral – Pe. Tiago Neto
11:15 – Intervalo
11:45 – O acolhimento pastoral II – Pe. Tiago Neto
13:00 – Almoço

14:30 – Mesa redonda – Lugares do Acolher:
Na paróquia – Filomena Cruz, S. João Baptista
No Hospital – irmã Inês Albuquerque
No Ensino Superior – P. Paulo Simões
A Familia – P. José Augusto, Leiria
17:00 – Vésperas
16 de Janeiro de 2019 – 4ª feira
09:45 – Acolhimento
10:00 – Hora Intermédia
10:30 – O encontro como categoria fundante da fé cristã – Pe. Nuno Santos
13:00 – Almoço
14:30 – A celebração da liturgia como lugar privilegiado do encontro – D. José Cordeiro (Bispo de Bragança-Miranda)
15:30: Intervalo
16:00: As diversas formas de oração cristã, pessoal e comunitária, como lugares do encontro com Deus.
17:00 – Adoração ao Santíssimo
17 de Janeiro de 2019 – 5ª feira
09:45 – Acolhimento
10:00 – Hora Intermédia
10:30 – A fragilidade como oportunidade para encontro com Deus – Prof. Dr. Henrique Vilaça Ramos
13:00 – Almoço
14:30 – O espaço litúrgico como ‘sacramento’ de encontro – Arq. João Alves Cunha
15:30: Intervalo
16:00: O espaço litúrgico como sacramento do encontro II: (Diálogo)
16:30: Palavra final do Sr. Bispo
17: 00: Vésperas