Arquivo da categoria Nova Igreja e Centro Comunitário

Jantar de angariação de fundos – 28 Set

À semelhança do ano anterior, está a ser organizado um jantar de angariação de fundos para o dia 28 de setembro, que será na quinta D. Luís, em Pereira do Campo. O preço será 35€. É um jantar mesmo para ser de angariação de fundos.
Convide amigos a ajudar a construção da Igreja, indo ao jantar. E se conseguir juntar 6 amigos adquira meia mesa, onde ficarão todos juntos. Mas se conseguir arranjar mais 11 amigos ficará com uma mesa inteira por sua conta. O ideal seria que houvesse várias pessoas a ficarem com uma mesa. Os que não conseguirem arranjar amigos para irem, mas que querem inscrever-se, inscrevem-se junto de outras pessoas, no cartório ou em https://goo.gl/forms/RIfekywOdT97hO3k2

Juntos conseguimos: chegámos aos 150.000€!

Em Julho atingimos os 100.000 e em meados de Outubro íamos em 134.393,29€. Na altura o Pe Jorge lançou o repto: e se chegássemos ao Natal com 150.000? Rezámos, trabalhámos, e graças à generosidade de tantos irmãos, passámos mesmo a barreira dos 150.000€ em Dez de 2017!

A construção do Centro Paroquial e Igreja, tijolo a tijolo!

A última vez que demos informação desta campanha foi a 2 de julho, quando chegamos aos 100.000€. Nessa altura, lançamos o objetivo de conseguir mais 100.000 durante o ano seguinte.

Alegrai-vos! Já vamos em 134.393,29! Com um pequeno esforço, chegaremos ao Natal com os 150.000. Será possível? Não temos grandes donativos de 5.000 ou 10.000 euros de uma só pessoa ou empresas, mas temos o dar contínuo de gente tão generosa que encanta. Bendito seja Deus!

E agora que recebemos a bênção apostólica do Papa, pode ser que isto vá com mais entusiasmo! O jantar de angariação de fundos no dia 30 de setembro na Quinta de D. Luís rendeu 6.800€. Que Deus vos abençoe e vos enriqueça com todas as bênçãos espirituais e temporais.

Juntos conseguimos!

NIB da conta de construção do centro paroquial e igreja de S. João Baptista de Coimbra:

  NIB: 0035 0623 0000 1850 1304 3


A Grande Aventura

É uma aventura que pode parecer louca, nos tempos que correm, liderar a construção de um centro paroquial e uma igreja. Eu sei que é. Mas o que hei-de fazer? No discernimento comunitário que levou anos, eu a fazer de cardeal diabo, a colocar todos os contras, mesmo assim, íamos para mais uma reunião em que era debatido a construção e, a decisão de avançar, vencia sempre. Deus parecia dizer-nos: « Não tenhais medo» Eu estarei convosco.
Muitos me dizem já sem esperança de amanhã: « Porquê mais uma igreja quando as que existem começam a ficar com cada vez menos gente ? E apetece-me responder: Porque as igrejas ainda não têm rodas e ninguém as traz para este território onde vivem vários milhares de pessoas e também têm direito que a Igreja se aproxime deles e não o contrário. E também têm direito a ter junto de si um sinal vivo e eloquente de que Deus não morreu. Esse sinal é em primeiro lugar a comunidade cristã que reunindo-se no dia do Senhor anuncia ao mundo a sua ressurreição enquanto espera a sua vinda gloriosa. Anuncia-o com a sua ardente caridade junto dos pobres e com a sua comunhão fraterna. Mas é também sinal o edifício que plantado no meio das casas onde as pessoas vivem, lutam e sofrem, é um hino à presença do Deus imortal, invisível e único que nunca abandona os homens na sua peregrinação nesta terra. E depois há as razões profundamente práticas: Já não podíamos crescer mais se nada fizéssemos: As poucas salas que temos não dão para nada. Não temos locais de trabalho, não se podem marcar reuniões sem ver se temos salas e muitas vezes não se marcam porque não há local.
Sabemos de onde virão as fontes de financiamento? Não e sim. Não sei de quem virão, mas imagino que virão de todas as pessoas que amam a Deus e que nunca fecham o coração e o bolso quando é necessário ajudar. Mas virão também de gente que pode não estar muito desperta à fé, mas reconhece que a presença de uma comunidade cristã é benéfica para a sociedade quanto mais não fosse pela sua ação social. Como costumo dizer a brincar: O Dinheiro para construirmos isto tudo já existe: Mas ainda está nos bolsos daqueles que porventura se sentirão chamados a dá-lo segundo as suas possibilidades.
No fim de contas tudo virá de Deus que é quem coloca nos corações a generosidade e o amor. Esta é pois uma aventura de fé e de confiança de uma pequena comunidade cristã que não cede ao pessimismo dos tempos. Pedimos oração por esta obra..e quem além da oração puder dar mais alguma coisa…agradecemos.
Durante as 40 horas de adoração semanal, a paróquia reza pelas intenções de todos os seus benfeitores. Que Deus a todos abençoe com magnanimidade como só Ele pode e sabe fazer.

Pe Jorge Silva Santos

Comissão para a construção do Centro paroquial deslocou-se a Pousos, Leiria

Valeu a pena termos ido na tarde do dia da Imaculada Conceição a Pousos visitar a nova igreja e centro pastoral inaugurados em 2013!

Aquele complexo orçado num valor de 2.000.000 euros, do qual só falta pagar 300.000 euros, teve por trás uma pequena comissão de apenas 7 homens, com as suas respetivas esposas, que trabalharam apaixonadamente e com uma fé de transportar montanhas.

Todos nos demos conta da generosidade e fé valente daqueles homens e mulheres. O seu lema foi «acreditamos» e acreditaram sempre.

Pousos tem cerca de 12.000 pessoas e eles bateram àquelas portas todas mais do que uma vez, e era todos os dias à noite, incansavelmente, durante um ano inteiro. Depois organizaram jantares com 400, 500, e 600 pessoas, à razão de um por mês, com o sorteio de um carro e muitas outras iniciativas.

Todos os grupos da paróquia tinham também as suas iniciativas e o produto entregavam-no à Comissão.

Tocou-me a fé daqueles homens simples, mas inteligentes e cheios da sabedoria da fé. Diziam que quando iam para as portas enquanto um pedia e explicava o porquê do pedido, o outro, em silêncio, rezava o terço pelo fruto da conversa. Que bela dupla! Pareciam Moisés e Josué. Só quem crê percebe o valor da oração em tudo o que fazemos, pois «Se o senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem, se o Senhor não guardar a cidade em vão vigiam as sentinelas» (salmo 127).

As pessoas com quem falámos disseram várias vezes: «Fazíamo-lo porque era para a Igreja».

Pe Jorge Silva Santos