Arquivo da categoria Pastoral da Família

Meditação Sagrada Família

Ao celebrarmos a festa da Sagrada Família, lembramos, antes de mais, que Deus, fazendo o homem à Sua imagem e semelhança, na união de homem e mulher, quis que a família humana fosse expressão da comunhão de amor da família divina: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. E lembramos também que, na Encarnação, Deus, na pessoa do Filho, quis precisar de uma família humana, a Família de Nazaré, para realizar a obra da salvação da humanidade, anunciada desde a queda de Adão, ao longo de toda a história do povo de Deus, no Antigo Testamento, e consumada plenamente na morte e ressurreição do Verbo Encarnado.

É nessa Família de Nazaré que podemos contemplar o melhor testemunho de amor para as nossas famílias de hoje, porque ele se traduz na dádiva e na entrega: na dádiva do Pai que entrega o Seu Filho Único para a salvação do mundo; na dádiva de Maria que se entrega total e incondicionalmente à vontade do Pai, viabilizando assim o plano divino; na dádiva de José, homem simples e humilde, que se entrega ao cumprimento integral da missão que Deus lhe confia. Trata-se, pois, de uma família exemplar, onde existe verdadeiro amor, mas, sobretudo, de uma família que sabe escutar Deus e seguir com absoluta confiança os caminhos por Ele propostos.

A partir deste quadro, as leituras de hoje fornecem-nos indicações práticas para a construção das nossas famílias, na medida em que elas possam ser espaços de encontro, de escuta, de partilha e de entrega ao serviço mútuo, a exemplo de Cristo “que veio para servir e não para ser servido e dar a vida” (Mt 20, 28), aceitando assim ser testemunhas do “Homem Novo” no espaço familiar e à sua volta.

Na história narrada no Evangelho contemplamos a figura de José, homem atento que escuta e acolhe as indicações de Deus e sabe interpretar a Sua vontade, não se poupando a qualquer esforço e sacrifício para, com sua esposa, cuidar e defender a vida daquele menino.

Pelas exortações de Paulo na segunda leitura, de que o Papa Francisco faz eco no capítulo IV da Exortação Apostólica “Amoris laetitia”, somos levados a compreender o papel que a família cristã é chamada a desempenhar e que todos nós somos convidados a experimentar, no dia a dia, na relação marido e esposa e na relação pais e filhos, como também na família alargada. As nossas famílias hão-de ser espaço de aceitação mútua, no esforço contínuo do ajustamento dinâmico e progressivo entre os seus membros, “suportando-se uns aos outros e perdoando-se mutuamente”; espaço de confiança mútua que radica no compromisso e na fidelidade à união e ao amor-entrega, em que o egoísmo, o ciúme, a inveja e a cedência a apetites ou desejos próprios não têm lugar; espaço de estima mútua, em que todos se esforcem na caridade recíproca e se tratem com “bondade, humildade, mansidão e paciência” e cada membro aceite renunciar ao seu comodismo para se sacrificar pelo outro; espaço de pertença mútua, em que cada um se sinta verdadeiramente acolhido, em sua casa e na sua família; e, finalmente, as nossas famílias hão de ser espaço de oração, de partilha da fé, de encontro, de união com Deus e de comunhão fraterna, onde “habite com abundância a palavra de Cristo”, à luz da qual todos se possam “instruir e aconselhar uns aos outros”, pois a família é sacramento do amor indestrutível e eternamente fiel de Cristo ao seu povo – a Igreja, onde todos “somos chamados a formar um só corpo”.

Sabemos que este modelo de família proposto na Sagrada Escritura, está seriamente ameaçado, pelos contra-valores da sociedade pós-moderna que nos invadem e influenciam, muitas vezes sem darmos conta. Entre eles, o Papa Francisco, destaca o individualismo crescente e exagerado, considerando que ele representa uma séria ameaça à união e coesão familiar, na medida em que “desvirtua os laços familiares e acaba por considerar cada componente da família como uma ilha, fazendo prevalecer a ideia de um sujeito que se constrói segundo os seus próprios desejos assumidos com caráter absoluto” (AL 33). Isto, claro, a par do “ritmo da vida atual, o stresse, a organização social e laboral, porque são fatores culturais que colocam em risco a possibilidade de opções permanentes” (idem).

Não podemos, porém, sucumbir perante tantas ameaças, riscos e desafios que as famílias de hoje enfrentam e peçamos à Sagrada Família de Nazaré que nos acompanhe e ilumine no caminho a seguir, rezando com o Papa:

Oração à Sagrada Família
Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do carácter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Ámen.

Diác. Albano

Forum Comunidade Emanuel

À semelhança de anos anteriores, convidamos todos quantos queiram participar neste evento organizado pela Comunidade Emanuel : este ano o tema será relacionado com a família e já reservámos um autocarro que vai e volta no sábado.

Aguardamos preços de alojamento para quem quiser passar o fim de semana inteiro.

Será possível levar um farnel, ainda não sabemos se é possível comer no local onde decorre o encontro (Casa dos Capuchinhos em Fátima) mas mesmo do outro lado da rua há uma churrasqueira, nada cara (+- 7€/pessoa).

O autocarro, se for cheio, fica a 8€/pessoa, pelo que pedimos 10€/pessoa para compensar os lugares vagos.

Para mais informações poderá contactar o Paulo Farinha (919265221).

Início percurso Ela&Ele – 19 Jan 2019

Com base na pedagogia dos Percursos Alpha, o percurso “Ela & Ele” visa ajudar os casais a “construir uma relação duradoura”.

Em poucas palavras, trata-se de um percurso em “oito jantares românticos”, em que cada casal começa uma refeição a dois à luz das velas, passando depois por uma apresentação temática intervalada por tempos de diálogo em casal, porque não há discussões em grupo. No final de cada sessão, são propostos exercícios em casal para casa.

Embora seja um percurso promovido pela equipa de pastoral familiar da Paróquia de S. João Baptista, o tema da religião não é propriamente abordado, pelo que é aberto a casais não cristãos.

O preço por casal e por sessão é de 12€ e há serviço de babysitting.

Tem início a 13 de janeiro (2018) um novo percurso para casais «Ela e Ele: como construir uma relação duradoura».

Composto por 8 sessões, dedicadas a temas como a comunicação, a resolução de conflitos, o perdão, a família alargada ou a sexualidade, pretende ajudar qualquer casal que deseje construir uma relação sólida e duradoura, mesmo que não estejam casados católica ou civilmente.

Proporcionando a possibilidade de passar algum tempo juntos e refletir em casal, o PERCURSO ELA E ELE destina-se a qualquer casal que queira trabalhar a sua relação de casal investindo nela, seja para reforçar um casamento sólido, seja para ultrapassar dificuldades do casamento.

Cada sessão começa por uma refeição a dois. Um jantar à luz das velas permite passar tempo juntos em casal. Em cada sessão é apresentada uma exposição por um casal (com o apoio de vídeos, powerpoint, etc.). A exposição é interrompida para fazer exercícios em casal, acompanhados por café, chá e bolos. No final de cada sessão são propostos exercícios em casal para casa.

A intimidade do casal é sempre respeitada. Não há discussões de grupo nem necessidade de dar a conhecer as discussões do casal a qualquer outro.

Esta nova edição vai realizar-se no Instituto Universitário Justiça e Paz (Couraça de Lisboa, nº30 – Coimbra). As sessões decorrem ao sábado à noite, a partir das 20.00 horas, nos dias 13, 20 e 27 de janeiro, 3 e 17 de fevereiro e 3, 17 e 24 de março.

Já muitas dezenas de casais experimentaram. Os seus testemunhos demonstram o quanto fazer o ELA E ELE foi importante: (…) perceber a importância de dedicar tempo ao casal e a importância de verbalizar o amor. (…) colocar-me no lugar do outro, tentar perceber o que o outro sente, pensa, quer. (…) conversar em casal sobre temas que normalmente não conversamos. (…) renovar a nossa relação de amor. (…) ter mais atenção às necessidades do meu cônjuge.

Inscreve-te e traz um casal amigo! curso.ela.e.ele@gmail.com tf 239405706  //  tm 968544141

Conferência-palestra: a Adoração : 24-02-2018 14h45

É hoje à tarde. Embora tenha sido pensada sobretudo para as crianças e pais da catequese, está também aberta a toda a comunidade. Oxalá possamos vir em grande número.

Assinalando o 5º aniversário de Adoração Eucarística prolongada na paróquia, teremos entre nós a Ir. Marta da Aliança de Santa Maria que nos virá falar da Adoração: às crianças e pais da catequese e a todos quantos queiram vir. Para quem esteve em Julho na Peregrinação Diocesana a Fátima, é a mesma Irmã que fez a conferência sobre os pastorinhos (muito bom): https://youtu.be/z5kDWmS0cnI

A conferência é as 14h45 dura 45 minutos e depois as crianças fazem um pequeno tempo de adoração que provavelmente não excederá a meia hora.

No final haverá missa às 17h30.

Folha Paroquial – Domingo VI do Tempo Comum

“Se quiseres podes curar-me.” Jesus tocou-lhe e disse: “Quero. Fica limpo.”

A folha pode ser descarregada em: Domingo 6 Tempo Comum

“Construir a casa sobre a rocha”: um comentário

Artigo de opinião do professor e presidente da Universidade Católica Portuguesa (UCP) Braga, João Duque.

Na sequência das indicações do Papa Francisco, na sua Exortação Apostólica Amoris Laetitia, a Arquidiocese de Braga publicou uma Carta Pastoral, intitulada Construir a Casa sobre a Rocha, com propostas bastante desenvolvidas, relativamente à vida concreta das famílias e à sua relação com a vida eclesial, com um longo anexo recheado de sugestões práticas pormenorizadas, para a aplicação das ideias gerais da Exortação papal, respeitantes ao “processo de acompanhamento, discernimento e integração de pessoas divorciadas em nova união civil”. Após uma primeira leitura geral, o texto provoca em mim o breve comentário que apresento, também ainda genérico, pois um trabalho sobre o pormenor do texto exigirá mais tempo e mais espaço.

1. Antes de tudo, saúda-se esta Carta Pastoral, que ajuda, por um lado, a desfazer a eventual ideia de que as sugestões da Amoris Laetitia não chegariam a ter consequências práticas na vida dos casais concretos e, por outro lado, a esclarecer alguns pontos em que o debate internacional – sobretudo jornalístico – tinha ajudado a confundir, por vezes deturpando o texto papal. Ao mesmo tempo, saúda-se a qualidade do texto, pela sua clareza, profundidade, pormenor e, nalguns pontos, até originalidade pastoral. Será, sem dúvida, um dos textos emblemáticos na sequência da tão debatida Exortação. E, se for aplicado, permitirá um trabalho consistente com as famílias cristãs, em várias circunstâncias que não só aquelas que levantam maiores dificuldades.

2. No debate em torno da Amoris Laetitia, um dos tópicos que me parece mais importante manifesta-se na acusação de que esta Exortação Apostólica contribuía para a desvalorização do Matrimónio como sacramento e, consequentemente, a família como realidade fundamental. Alguns consideraram que se introduziu um tom facilitista, que levaria à banalização da relação esponsal e parental, com grave prejuízo para uma realidade fundamental à Humanidade e à Igreja. Não creio, é evidente, que a Exortação do Papa Francisco possa ser lida nesse sentido. Pelo contrário. A sua própria existência já revela a importância central que a Igreja atribui à família – o que já vinha sendo acentuado por Papas anteriores. E, do ponto de vista doutrinal, nada se altera em relação ao Matrimónio.

Esta Carta Pastoral reforça o tom. Reconhecendo os problemas reais que marcam o quotidiano das famílias contemporâneas – como outros marcaram outros tempos – nunca se desvia da afirmação da sua grandeza e dos recursos para a superação das dificuldades. Seguindo muito de perto a Exortação papal, que cita muitas vezes, esta Carta é uma permanente afirmação e confirmação do valor imenso da família e das respectivas relações como núcleo da vida eclesial, e de modo nenhum envereda por uma leitura facilitista dos compromissos, que são e continuarão a ser compromissos para toda a vida.

3. É claro que não podemos ignorar o contexto socio-cultural contemporâneo. Ao tornar-se mais habitual e mais fácil – por vezes até mais banal – a prática da separação dos casais, não pode contar-se com o contexto social como “travão” ou impedimento do fracasso de muitas relações, como acontecia em épocas passadas. Não cabe aqui discutir se as pessoas nessas épocas eram mais ou menos felizes que agora – como também não se pode concluir, de modo genérico, que agora sejam mais felizes do que antes. As circunstâncias são simplesmente outras, e isso ninguém pode ignorar, muito menos a comunidade eclesial, que tem por missão viver atenta aos sinais dos tempos.

Dessas alterações resultou, inevitavelmente, que seja necessário intensificar a preparação da vida matrimonial, muito mais do que noutras épocas. Se valorizamos a família, se defendemos a perenidade do compromisso esponsal e parental e a sua importância para a realização do humano, então é preciso investir na sua preparação, pois essa modalidade de compromisso não é favorecida, em geral, pela sociedade actual. O nível de maturidade que uma relação deste género exige, o conjunto de desafios que coloca, não podem ser dados como adquiridos pelo puro crescimento e envelhecimento das pessoas – caso contrário haveria hoje menos problemas, pois as pessoas até se casam mais tarde. É claro que não é preciso ser especialista comprovado por diplomas para constituir uma família; mas não tenhamos ilusões: exigem-se muitas competências relacionais, em que muitos de nós somos actualmente deficitários. E não temos o suporte social que compense, de algum modo, esse défice. Muitos fracassos posteriores devem-se, antes de tudo, a uma preparação superficial ou ausente a todos os níveis, incluindo aspectos práticos, afectivos e psíquicos. Saúda-se, por isso, que a Carta comece, precisamente, pelo incentivo a essa preparação. Feita com seriedade irá, certamente, evitar muitos dos desfechos dramáticos em que hoje somos envolvidos.

4. Acontecendo o inesperado – sim, porque para uma família cristã a separação terá que ser sempre inesperada… – há então que analisar as situações. Aí entra o processo de discernimento que esta Carta desenvolve de forma intensiva. Isso pode passar, em primeiro lugar, por avaliar a existência ou não de nulidade no matrimónio (o que pode suceder em mais casos do que pensamos); não sendo o caso, há que avaliar muitas circunstâncias, quer as que levaram à ruptura, quer aquelas em que, entretanto, vivem as pessoas separadas. É aí que não é suficiente uma lei geral e cega, mesmo que ela sirva sempre de orientação fundamental, para evitar relativismos ou uma dupla moral, como bem refere o texto.

O modo exaustivo como é apresentado o percurso de discernimento não permite, aqui, uma análise em pormenor. Limito-me a salientar alguns aspectos que me parecem importantes.

Antes de tudo, e de modo geral, trata-se de um percurso muito exigente. Temos que admitir que um casal que o percorra, mesmo com limitações, atingirá um nível de conhecimento de si mesmo e de experiência espiritual e reflexão sobre a sua fé que a maioria dos cristãos não possui. Nesse sentido, um casal que depois deste trajecto experimente uma reinserção na vida eclesial, não o fará de ânimo leve nem sem um grande benefício pessoal e relacional. Não se trata, pois, de fazer uma espécie de “curso livre” para obter um certificado que lhe permita aceder a dimensões da vida eclesial que estariam vedadas. É algo muito mais profundo, com benefício para toda a comunidade eclesial, que também deverá ser envolvida no processo.

O percurso exige muita humildade e capacidade de escuta. A oração é o nervo condutor, como atitude de escuta da vontade de Deus. Mas isso não implica que se evite a mediação da Igreja, em pessoas concretas. Um dos aspectos importantes deste processo de discernimento é precisamente o acompanhamento de pessoas indicadas pela Igreja, para que não se resvale para subjectivismos problemáticos, ainda que seja a dois. Todo o trajecto se inspira muito na dinâmica de discernimento inspirada em Santo Inácio, que tem dado muitos frutos, em circunstâncias muito variadas.

5. Por último, e como “reparo”, diria o seguinte: assim como se espera que, na sequência deste documento, se criem equipas para acompanhamento de casais no discernimento da sua situação eclesial; assim como já há equipas e movimentos dedicados à preparação para o matrimónio; assim como já vai havendo formas de acompanhamento dos casais, sobretudo dos mais jovens – será importante criar um dinamismo, com pessoas competentes e especializadas, que ajude casais em fase de crise, para eventualmente se evitar a ruptura definitiva. A mediação familiar terá que ser uma prática corrente, precisamente para conseguir que sejam cada vez menos os casais cristãos que se separam. A separação é e será sempre um drama indesejável. A melhor pastoral é aquela que age antes do desfecho. O resto será sempre excepcional.

Original: http://diocese-braga.pt/noticia/1/17277

Novo percurso ELA E ELE iniciou-se em 13 de janeiro com 15 casais

Iniciou-se a 13 de janeiro um novo percurso para casais «Ela e Ele: como construir uma relação duradoura». O restaurante do Instituto Justiça e Paz, acolheu a primeira sessão com a participação de 15 casais, oriundos de várias paróquias da cidade de Coimbra, com particular representação de São João Baptista e São José.

Depois da apresentação do percurso, teve início o habitual jantar, servido aos casais num ambiente romântico e propício à fruição de um tempo em casal de qualidade.

Seguiu-se ao jantar, a apresentação do tema “Estabelecer bases sólidas”, que pretendia levar os casais a conhecer as diferentes fases da vida em casal e ganhar consciência dos efeitos que o ritmo de vida atual provocam no seu casamento. Este primeiro tema permite fazer a introdução para os temas das sessões seguintes: a arte da comunicação em casal, a resolução de conflitos, a importância do perdão, o relacionamento com a família alargada, nomeadamente pais e sogros, a sexualidade e descobrir as linguagens do amor de um e de outro. 

Aos casais foi depois dada a oportunidade de refletir em casal sobre aquele tema, num ambiente descontraído, acompanhado por chá e biscoitos.

Com o objetivo de ajudar os casais a investir na sua relação, para ultrapassar dificuldades ou para a tornar mais sólida e duradoura, este percurso insere-se na dinâmica de uma pastoral familiar que aposta nas famílias como espaço de transmissão do amor autêntico e da alegria que vem de Deus.

Início percurso Ela&Ele – 13 Jan 2018

Com base na pedagogia dos Percursos Alpha, o percurso “Ela & Ele” visa ajudar os casais a “construir uma relação duradoura”.

Em poucas palavras, trata-se de um percurso em “oito jantares românticos”, em que cada casal começa uma refeição a dois à luz das velas, passando depois por uma apresentação temática intervalada por tempos de diálogo em casal, porque não há discussões em grupo. No final de cada sessão, são propostos exercícios em casal para casa.

Embora seja um percurso promovido pela equipa de pastoral familiar da Paróquia de S. João Baptista, o tema da religião não é propriamente abordado, pelo que é aberto a casais não cristãos.

O preço por casal e por sessão é de 12€ e há serviço de babysitting.

Tem início a 13 de janeiro (2018) um novo percurso para casais «Ela e Ele: como construir uma relação duradoura».

Composto por 8 sessões, dedicadas a temas como a comunicação, a resolução de conflitos, o perdão, a família alargada ou a sexualidade, pretende ajudar qualquer casal que deseje construir uma relação sólida e duradoura, mesmo que não estejam casados católica ou civilmente.

Proporcionando a possibilidade de passar algum tempo juntos e refletir em casal, o PERCURSO ELA E ELE destina-se a qualquer casal que queira trabalhar a sua relação de casal investindo nela, seja para reforçar um casamento sólido, seja para ultrapassar dificuldades do casamento.

Cada sessão começa por uma refeição a dois. Um jantar à luz das velas permite passar tempo juntos em casal. Em cada sessão é apresentada uma exposição por um casal (com o apoio de vídeos, powerpoint, etc.). A exposição é interrompida para fazer exercícios em casal, acompanhados por café, chá e bolos. No final de cada sessão são propostos exercícios em casal para casa.

A intimidade do casal é sempre respeitada. Não há discussões de grupo nem necessidade de dar a conhecer as discussões do casal a qualquer outro.

Esta nova edição vai realizar-se no Instituto Universitário Justiça e Paz (Couraça de Lisboa, nº30 – Coimbra). As sessões decorrem ao sábado à noite, a partir das 20.00 horas, nos dias 13, 20 e 27 de janeiro, 3 e 17 de fevereiro e 3, 17 e 24 de março.

Já muitas dezenas de casais experimentaram. Os seus testemunhos demonstram o quanto fazer o ELA E ELE foi importante: (…) perceber a importância de dedicar tempo ao casal e a importância de verbalizar o amor. (…) colocar-me no lugar do outro, tentar perceber o que o outro sente, pensa, quer. (…) conversar em casal sobre temas que normalmente não conversamos. (…) renovar a nossa relação de amor. (…) ter mais atenção às necessidades do meu cônjuge.

Inscreve-te e traz um casal amigo! curso.ela.e.ele@gmail.com tf 239405706  //  tm 968544141

Domingo da Sagrada Família de Jesus, Maria e José

Como em muitas, senão todas, as paróquias da nossa diocese, tivemos em S. João Baptista a benção dos casais que celebraram em 2017 5, 10, …, 50, 75 anos de casados: e eram muitos e foi uma cerimónia muito sentida durante a qual o Pe Jorge nos falou das graças próprias do sacramento do matrimónio: sendo a família uma realidade natural, inscrita na criação – homem e mulher criados à imagem e semelhança de Deus – , ela foi por Cristo elevada à dignidade de sacramento.

Pedimos a um dos casais da equipe de pastoral familiar da paróquia e do percurso Ela&Ele que nos testemunhasse da fecundidade deste sacramento nas suas vidas, neste caso com a ajuda do percurso Ela&Ele:

Em janeiro de 2013, numa das missas, em que o Pe. Jorge Santos incitava a uma maior participação nas atividades da Paróquia, falou no curso Ela & Ele, que se ia realizar em breve. Disse que este curso visava ajudar todos os casais a construírem uma relação duradoura.
Depois de analisarmos os objetivos do curso fomos interpelados sobretudo por um deles, “possibilitar passar tempo juntos”, pelo que decidimos arriscar e inscrevemo-nos. O curso proporcionou-nos, ao longo das suas sete sessões, ter tempo para nós, jantando à luz de velas. O que sentimos como uma mais-valia, porque face à intensa atividade profissional há muito tempo não tínhamos tido oportunidade para o fazer. Além disso, o curso também nos possibilitou ir refletindo sobre a nossa relação à luz dos temas propostos, tendo contribuído para a consolidar, tendo-nos fornecido meios para aprofundar o nosso casamento. Assim, fomo-nos enriquecendo ao longo das diferentes sessões.
No ano seguinte, quando fomos convidados a participar na sua realização, disponibilizámo-nos a colaborar, de modo a ajudar outros casais a poderem experienciar o que para nós tinha sido muito positivo.

Hélia Marques e José Augusto Simões

Cinema em Família – 4 Nov 2017

Quando o jovem Josh Wheaton entra para a universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a provar a existência de Deus.

Dia 4 de Nov na nossa paróquia: e temos pipocas!

Deus Não está Morto é um filme que estreou em 2014 e que tem sido muito bem recebido pelo público. Estreou no nosso país no ano passado.

Josh Wheaton (Shane Harper), um jovem cristão, se matricula em uma universidade que possui aulas de filosofia, ministradas pelo professor Jeffrey Radisson (Kevin Sorbo) — um ateu — que exige que seus alunos entreguem-lhe uma declaração de que “Deus está morto” para poderem obter uma nota de aprovação. Josh é o único aluno da classe que se recusa a assinar e por isso Radisson exige que ele debata o assunto, de modo que o estudante tenha de provar que Deus não está morto, mas permitindo que a classe decida quem vence o debate.

O professor dá a Josh vinte minutos ao final de três seminários para que o aluno argumente que Deus existe. Nos dois primeiros debates, Radisson tem contra-argumentos para todos os pontos de Josh. Kara, a namorada de Josh (Cassidy Gifford), termina com ele, temendo o fim do futuro acadêmico deles por causa do professor. Em última instância, tudo se resume ao terceiro e último debate entre aluno e professor, no qual mais uma vez há pontos de concordância. Josh então interrompe sua linha de raciocínio para fazer uma pergunta a Radisson: “Por que você odeia Deus?”. De imediato, Radisson não responde. A pergunta é refeita, e então o professor tem um ataque de raiva, afirmando que ele odeia Deus pela morte de sua mãe, que o deixou sozinho, apesar de suas orações. Josh então casualmente lhe pergunta como ele odeia alguém que não existe. No final, Martin (Paul Kow), um estudante estrangeiro cujo pai o incentivou a não se converter ao cristianismo, se levanta e diz “Deus não está morto”. Quase toda a classe segue o exemplo de Martin, e Radisson deixa a sala derrotado.

Fora do contexto dos debates, uma série de subtramas periféricas relacionados ao assunto se desenvolve. Josh, além de debater com seu professor nas aulas, conversa sobre cristianismo com seus colegas. Mostra-se a relação do casal Radisson e Mina, uma mulher cristã que ele humilha em frente a seus companheiros ateus. É contada também a história de uma estudante muçulmana chamada Ayisha (Hadeel Sittu), que se converte, porém é deserdada por seu pai quando ele descobre por causa de seu irmão. Nesse contexto, Josh tem ainda a missão de conseguir converter seu professor de filosofia.