Arquivo da categoria Pastoral da Família

Conferência-palestra: a Adoração : 24-02-2018 14h45

É hoje à tarde. Embora tenha sido pensada sobretudo para as crianças e pais da catequese, está também aberta a toda a comunidade. Oxalá possamos vir em grande número.

Assinalando o 5º aniversário de Adoração Eucarística prolongada na paróquia, teremos entre nós a Ir. Marta da Aliança de Santa Maria que nos virá falar da Adoração: às crianças e pais da catequese e a todos quantos queiram vir. Para quem esteve em Julho na Peregrinação Diocesana a Fátima, é a mesma Irmã que fez a conferência sobre os pastorinhos (muito bom): https://youtu.be/z5kDWmS0cnI

A conferência é as 14h45 dura 45 minutos e depois as crianças fazem um pequeno tempo de adoração que provavelmente não excederá a meia hora.

No final haverá missa às 17h30.

Folha Paroquial – Domingo VI do Tempo Comum

“Se quiseres podes curar-me.” Jesus tocou-lhe e disse: “Quero. Fica limpo.”

A folha pode ser descarregada em: Domingo 6 Tempo Comum

“Construir a casa sobre a rocha”: um comentário

Artigo de opinião do professor e presidente da Universidade Católica Portuguesa (UCP) Braga, João Duque.

Na sequência das indicações do Papa Francisco, na sua Exortação Apostólica Amoris Laetitia, a Arquidiocese de Braga publicou uma Carta Pastoral, intitulada Construir a Casa sobre a Rocha, com propostas bastante desenvolvidas, relativamente à vida concreta das famílias e à sua relação com a vida eclesial, com um longo anexo recheado de sugestões práticas pormenorizadas, para a aplicação das ideias gerais da Exortação papal, respeitantes ao “processo de acompanhamento, discernimento e integração de pessoas divorciadas em nova união civil”. Após uma primeira leitura geral, o texto provoca em mim o breve comentário que apresento, também ainda genérico, pois um trabalho sobre o pormenor do texto exigirá mais tempo e mais espaço.

1. Antes de tudo, saúda-se esta Carta Pastoral, que ajuda, por um lado, a desfazer a eventual ideia de que as sugestões da Amoris Laetitia não chegariam a ter consequências práticas na vida dos casais concretos e, por outro lado, a esclarecer alguns pontos em que o debate internacional – sobretudo jornalístico – tinha ajudado a confundir, por vezes deturpando o texto papal. Ao mesmo tempo, saúda-se a qualidade do texto, pela sua clareza, profundidade, pormenor e, nalguns pontos, até originalidade pastoral. Será, sem dúvida, um dos textos emblemáticos na sequência da tão debatida Exortação. E, se for aplicado, permitirá um trabalho consistente com as famílias cristãs, em várias circunstâncias que não só aquelas que levantam maiores dificuldades.

2. No debate em torno da Amoris Laetitia, um dos tópicos que me parece mais importante manifesta-se na acusação de que esta Exortação Apostólica contribuía para a desvalorização do Matrimónio como sacramento e, consequentemente, a família como realidade fundamental. Alguns consideraram que se introduziu um tom facilitista, que levaria à banalização da relação esponsal e parental, com grave prejuízo para uma realidade fundamental à Humanidade e à Igreja. Não creio, é evidente, que a Exortação do Papa Francisco possa ser lida nesse sentido. Pelo contrário. A sua própria existência já revela a importância central que a Igreja atribui à família – o que já vinha sendo acentuado por Papas anteriores. E, do ponto de vista doutrinal, nada se altera em relação ao Matrimónio.

Esta Carta Pastoral reforça o tom. Reconhecendo os problemas reais que marcam o quotidiano das famílias contemporâneas – como outros marcaram outros tempos – nunca se desvia da afirmação da sua grandeza e dos recursos para a superação das dificuldades. Seguindo muito de perto a Exortação papal, que cita muitas vezes, esta Carta é uma permanente afirmação e confirmação do valor imenso da família e das respectivas relações como núcleo da vida eclesial, e de modo nenhum envereda por uma leitura facilitista dos compromissos, que são e continuarão a ser compromissos para toda a vida.

3. É claro que não podemos ignorar o contexto socio-cultural contemporâneo. Ao tornar-se mais habitual e mais fácil – por vezes até mais banal – a prática da separação dos casais, não pode contar-se com o contexto social como “travão” ou impedimento do fracasso de muitas relações, como acontecia em épocas passadas. Não cabe aqui discutir se as pessoas nessas épocas eram mais ou menos felizes que agora – como também não se pode concluir, de modo genérico, que agora sejam mais felizes do que antes. As circunstâncias são simplesmente outras, e isso ninguém pode ignorar, muito menos a comunidade eclesial, que tem por missão viver atenta aos sinais dos tempos.

Dessas alterações resultou, inevitavelmente, que seja necessário intensificar a preparação da vida matrimonial, muito mais do que noutras épocas. Se valorizamos a família, se defendemos a perenidade do compromisso esponsal e parental e a sua importância para a realização do humano, então é preciso investir na sua preparação, pois essa modalidade de compromisso não é favorecida, em geral, pela sociedade actual. O nível de maturidade que uma relação deste género exige, o conjunto de desafios que coloca, não podem ser dados como adquiridos pelo puro crescimento e envelhecimento das pessoas – caso contrário haveria hoje menos problemas, pois as pessoas até se casam mais tarde. É claro que não é preciso ser especialista comprovado por diplomas para constituir uma família; mas não tenhamos ilusões: exigem-se muitas competências relacionais, em que muitos de nós somos actualmente deficitários. E não temos o suporte social que compense, de algum modo, esse défice. Muitos fracassos posteriores devem-se, antes de tudo, a uma preparação superficial ou ausente a todos os níveis, incluindo aspectos práticos, afectivos e psíquicos. Saúda-se, por isso, que a Carta comece, precisamente, pelo incentivo a essa preparação. Feita com seriedade irá, certamente, evitar muitos dos desfechos dramáticos em que hoje somos envolvidos.

4. Acontecendo o inesperado – sim, porque para uma família cristã a separação terá que ser sempre inesperada… – há então que analisar as situações. Aí entra o processo de discernimento que esta Carta desenvolve de forma intensiva. Isso pode passar, em primeiro lugar, por avaliar a existência ou não de nulidade no matrimónio (o que pode suceder em mais casos do que pensamos); não sendo o caso, há que avaliar muitas circunstâncias, quer as que levaram à ruptura, quer aquelas em que, entretanto, vivem as pessoas separadas. É aí que não é suficiente uma lei geral e cega, mesmo que ela sirva sempre de orientação fundamental, para evitar relativismos ou uma dupla moral, como bem refere o texto.

O modo exaustivo como é apresentado o percurso de discernimento não permite, aqui, uma análise em pormenor. Limito-me a salientar alguns aspectos que me parecem importantes.

Antes de tudo, e de modo geral, trata-se de um percurso muito exigente. Temos que admitir que um casal que o percorra, mesmo com limitações, atingirá um nível de conhecimento de si mesmo e de experiência espiritual e reflexão sobre a sua fé que a maioria dos cristãos não possui. Nesse sentido, um casal que depois deste trajecto experimente uma reinserção na vida eclesial, não o fará de ânimo leve nem sem um grande benefício pessoal e relacional. Não se trata, pois, de fazer uma espécie de “curso livre” para obter um certificado que lhe permita aceder a dimensões da vida eclesial que estariam vedadas. É algo muito mais profundo, com benefício para toda a comunidade eclesial, que também deverá ser envolvida no processo.

O percurso exige muita humildade e capacidade de escuta. A oração é o nervo condutor, como atitude de escuta da vontade de Deus. Mas isso não implica que se evite a mediação da Igreja, em pessoas concretas. Um dos aspectos importantes deste processo de discernimento é precisamente o acompanhamento de pessoas indicadas pela Igreja, para que não se resvale para subjectivismos problemáticos, ainda que seja a dois. Todo o trajecto se inspira muito na dinâmica de discernimento inspirada em Santo Inácio, que tem dado muitos frutos, em circunstâncias muito variadas.

5. Por último, e como “reparo”, diria o seguinte: assim como se espera que, na sequência deste documento, se criem equipas para acompanhamento de casais no discernimento da sua situação eclesial; assim como já há equipas e movimentos dedicados à preparação para o matrimónio; assim como já vai havendo formas de acompanhamento dos casais, sobretudo dos mais jovens – será importante criar um dinamismo, com pessoas competentes e especializadas, que ajude casais em fase de crise, para eventualmente se evitar a ruptura definitiva. A mediação familiar terá que ser uma prática corrente, precisamente para conseguir que sejam cada vez menos os casais cristãos que se separam. A separação é e será sempre um drama indesejável. A melhor pastoral é aquela que age antes do desfecho. O resto será sempre excepcional.

Original: http://diocese-braga.pt/noticia/1/17277

Novo percurso ELA E ELE iniciou-se em 13 de janeiro com 15 casais

Iniciou-se a 13 de janeiro um novo percurso para casais «Ela e Ele: como construir uma relação duradoura». O restaurante do Instituto Justiça e Paz, acolheu a primeira sessão com a participação de 15 casais, oriundos de várias paróquias da cidade de Coimbra, com particular representação de São João Baptista e São José.

Depois da apresentação do percurso, teve início o habitual jantar, servido aos casais num ambiente romântico e propício à fruição de um tempo em casal de qualidade.

Seguiu-se ao jantar, a apresentação do tema “Estabelecer bases sólidas”, que pretendia levar os casais a conhecer as diferentes fases da vida em casal e ganhar consciência dos efeitos que o ritmo de vida atual provocam no seu casamento. Este primeiro tema permite fazer a introdução para os temas das sessões seguintes: a arte da comunicação em casal, a resolução de conflitos, a importância do perdão, o relacionamento com a família alargada, nomeadamente pais e sogros, a sexualidade e descobrir as linguagens do amor de um e de outro. 

Aos casais foi depois dada a oportunidade de refletir em casal sobre aquele tema, num ambiente descontraído, acompanhado por chá e biscoitos.

Com o objetivo de ajudar os casais a investir na sua relação, para ultrapassar dificuldades ou para a tornar mais sólida e duradoura, este percurso insere-se na dinâmica de uma pastoral familiar que aposta nas famílias como espaço de transmissão do amor autêntico e da alegria que vem de Deus.

Domingo da Sagrada Família de Jesus, Maria e José

Como em muitas, senão todas, as paróquias da nossa diocese, tivemos em S. João Baptista a benção dos casais que celebraram em 2017 5, 10, …, 50, 75 anos de casados: e eram muitos e foi uma cerimónia muito sentida durante a qual o Pe Jorge nos falou das graças próprias do sacramento do matrimónio: sendo a família uma realidade natural, inscrita na criação – homem e mulher criados à imagem e semelhança de Deus – , ela foi por Cristo elevada à dignidade de sacramento.

Pedimos a um dos casais da equipe de pastoral familiar da paróquia e do percurso Ela&Ele que nos testemunhasse da fecundidade deste sacramento nas suas vidas, neste caso com a ajuda do percurso Ela&Ele:

Em janeiro de 2013, numa das missas, em que o Pe. Jorge Santos incitava a uma maior participação nas atividades da Paróquia, falou no curso Ela & Ele, que se ia realizar em breve. Disse que este curso visava ajudar todos os casais a construírem uma relação duradoura.
Depois de analisarmos os objetivos do curso fomos interpelados sobretudo por um deles, “possibilitar passar tempo juntos”, pelo que decidimos arriscar e inscrevemo-nos. O curso proporcionou-nos, ao longo das suas sete sessões, ter tempo para nós, jantando à luz de velas. O que sentimos como uma mais-valia, porque face à intensa atividade profissional há muito tempo não tínhamos tido oportunidade para o fazer. Além disso, o curso também nos possibilitou ir refletindo sobre a nossa relação à luz dos temas propostos, tendo contribuído para a consolidar, tendo-nos fornecido meios para aprofundar o nosso casamento. Assim, fomo-nos enriquecendo ao longo das diferentes sessões.
No ano seguinte, quando fomos convidados a participar na sua realização, disponibilizámo-nos a colaborar, de modo a ajudar outros casais a poderem experienciar o que para nós tinha sido muito positivo.

Hélia Marques e José Augusto Simões

Cinema em Família – 4 Nov 2017

Quando o jovem Josh Wheaton entra para a universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a provar a existência de Deus.

Dia 4 de Nov na nossa paróquia: e temos pipocas!

Deus Não está Morto é um filme que estreou em 2014 e que tem sido muito bem recebido pelo público. Estreou no nosso país no ano passado.

Josh Wheaton (Shane Harper), um jovem cristão, se matricula em uma universidade que possui aulas de filosofia, ministradas pelo professor Jeffrey Radisson (Kevin Sorbo) — um ateu — que exige que seus alunos entreguem-lhe uma declaração de que “Deus está morto” para poderem obter uma nota de aprovação. Josh é o único aluno da classe que se recusa a assinar e por isso Radisson exige que ele debata o assunto, de modo que o estudante tenha de provar que Deus não está morto, mas permitindo que a classe decida quem vence o debate.

O professor dá a Josh vinte minutos ao final de três seminários para que o aluno argumente que Deus existe. Nos dois primeiros debates, Radisson tem contra-argumentos para todos os pontos de Josh. Kara, a namorada de Josh (Cassidy Gifford), termina com ele, temendo o fim do futuro acadêmico deles por causa do professor. Em última instância, tudo se resume ao terceiro e último debate entre aluno e professor, no qual mais uma vez há pontos de concordância. Josh então interrompe sua linha de raciocínio para fazer uma pergunta a Radisson: “Por que você odeia Deus?”. De imediato, Radisson não responde. A pergunta é refeita, e então o professor tem um ataque de raiva, afirmando que ele odeia Deus pela morte de sua mãe, que o deixou sozinho, apesar de suas orações. Josh então casualmente lhe pergunta como ele odeia alguém que não existe. No final, Martin (Paul Kow), um estudante estrangeiro cujo pai o incentivou a não se converter ao cristianismo, se levanta e diz “Deus não está morto”. Quase toda a classe segue o exemplo de Martin, e Radisson deixa a sala derrotado.

Fora do contexto dos debates, uma série de subtramas periféricas relacionados ao assunto se desenvolve. Josh, além de debater com seu professor nas aulas, conversa sobre cristianismo com seus colegas. Mostra-se a relação do casal Radisson e Mina, uma mulher cristã que ele humilha em frente a seus companheiros ateus. É contada também a história de uma estudante muçulmana chamada Ayisha (Hadeel Sittu), que se converte, porém é deserdada por seu pai quando ele descobre por causa de seu irmão. Nesse contexto, Josh tem ainda a missão de conseguir converter seu professor de filosofia.

Conferência: “Eutanásia: a favor ou contra?”

As recentes iniciativas para lançar em Portugal um debate parlamentar sobre uma petição para promover a “despenalização e regulamentação da morte assistida” têm sido acompanhadas por outros movimentos de afirmação de que a sociedade e o Estado têm o dever de proteger toda a vida humana.
Neste debate, os cristãos são chamados a procurar compreender as diversas dimensões que envolve (médica, psicológica, social, política…), mas especialmente as dimensões ética e religiosa que decorrem dos valores e princípios da fé cristã.
 
A Semana da Vida, promovida pela Conferência Episcopal Portuguesa, através da Comissão Episcopal para a área da Família, que decorre  de  14 a 21 de maio, propõe às comunidades eclesiais aproveitar a ocasião para organizar um  encontro para debater a Eutanásia: esclarecer conceitos, apresentar razões, responder a perguntas. 
 
Conferencista: Henrique Vilaça Ramos
 
Henrique Vilaça Ramos é médico e professor catedrático aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Interessado pela Bioética desde os anos 80, tema sobre que tem publicado, dado aulas, feito conferências e intervenções nos meios de comunicação. Cristão ativo na sua comunidade, aderiu às Equipas de Nossa Senhora praticamente desde a sua introdução em Portugal.
 
DIa: 18 de maio
 
Hora: 21.15 horas
 
Local: Igreja de São João Batista – Coimbra
 

Conferência e encontro para casais – 30 Nov. e 1 Dez

Testemunho de um casal participante

O Pe. Paulo Araújo, sacerdote da Comunidade Emanuel e incardinado na Diocese de Coimbra que se encontra presentemente a trabalhar em França, distingue-se pelo seu saber único em matéria de pastoral familiar. Há muito que se dedica ao estudo da psicologia e da teologia do amor humano. Acresce que é um homem dotado de uma extraordinária capacidade de comunicação e de muito humor. Por convite da Paróquia de São João Baptista, o Pe. Paulo Araújo veio propositadamente de França para fazer uma conferência e conduzir um retiro sobre a temática do amor humano dirigido a casais da paróquia e da diocese.

Para a conferência do dia 30 de novembro, que decorreu na igreja de São João Baptista, o Pe. Paulo tinha sugerido dois títulos: “Homem e Mulher: Manual de Instruções” ou “Relações e Ralações Conjugais”. Escolheu-se o primeiro mas ele, porque é homem, falou do segundo. E a verdade é que não se perdeu. A igreja encheu-se com muitas pessoas que nunca tínhamos visto. Explicou o palestrante, com muita graça, como homens e mulheres funcionam diferentemente e que isso não é um drama. Apenas precisamos de saber como naturalmente funcionamos para podermos brincar com isso. Ficámos todos a saber mais, designadamente que as mulheres são o cúmulo da perfeição, mas que não dispensam homens que são homens. Se contabilizássemos os olhares de cumplicidade entre os casais suscitados pelo que o palestrante disse, muitos livros não chegariam para esse registo.

No dia seguinte, o Pe. Paulo orientou um retiro para casais, na quinta de Santo António do Almegue, subordinado ao tema “E Deus viu que era bom… Um amor humano num projeto divino”. Profundo conhecedor da Teologia do Corpo de São João Paulo II, o Pe. Paulo Araújo mostrou abundantemente como o amor humano é bom. É um amor feito de dificuldades, mas que no final vence. Profundamente sensível ao mistério do amor entre homem e mulher, o Pe. Paulo começou por nos conduzir ao início da Criação, quando Deus viu que tudo era bom e o casal humano era ícone da Santíssima Trindade; depois, com muitos exemplos das nossas vidas concretas, falou-nos do pecado e de como ele baralha todo este sonho de Deus; e, finalmente, recordou-nos a dimensão do Dom no Sacramento do Matrimónio, em que somos convidados a submeter-nos um ao outro como ao Senhor e a entregarmo-nos um ao outro como Cristo Se entregou à Igreja. Houve tempo e espaço para dialogarmos em casal e rezarmos juntos. Terminámos diante do Senhor, que nos abençoou e, em cada um dos casais presentes, renovou a Graça do seu Matrimónio.

Estivemos presentes 16 casais, que demos o nosso tempo por muito bem empregue. O mínimo que podemos dizer é que foi uma experiência única que devemos repetir.

 

Margarida e João Caetano

Relações e Ralações Conjugais, Pe Paulo Araújo

Relações e Ralações Conjugais, Pe Paulo Araújo 1ª Parte

Relações e Ralações Conjugais, Pe Paulo Araújo 2ª Parte

 

Cinema em casal

O cinema em casal que aconteceu no multiusos da  paróquia de S. João baptista reuniu 44 casais que se deliciaram num belo filme pedagógico sobre o desafio do amor. O filme deu para rir com vontade e para deixar as lágrimas teimosas manifestar o enternecimento que as emoções nos causavam. Foi uma hora e meia bem vivida e quando terminou todos irromperam numa bela salva de palmas indicando quanto o filme os tinha edificado. As conversas que se seguiram explicitaram isto mesmo. Ficou prometido.
Os filhos, numa sala ao lado, tiveram também o seu filme, além de outros jogos proporcionados por elementos da equipa de pastoral familiar.
E assim todos aproveitaram bem a noite