Convívio de Natal das Células Paroquiais de Evangelização

Convívio de Natal das Células Paroquiais de Evangelização

As células de Evangelização são uma Visão Pastoral para o crescimento dos cristãos, pelo seu enraizamento em Cristo, e para o crescimento do Corpo de Cristo que é a Igreja contribuindo para que esta cresça e se multiplique em pequenos grupos que se reúnem nas casas dos cristãos, sempre bem ancorados na paróquia, e que pelo efeito da evangelização dos membros vão crescendo e multiplicando-se, surgindo continuamente novos grupos que por sua vez são chamados a crescer e multiplicar-se.

Esta semana pedimos à Regina Rodrigues e à Célia Canadas, que por coincidência pertencem à mesma célula, que partilhassem connosco o que é caminhar neste ambiente:

Fazer parte de uma célula de evangelização, foi ao início um desafio, que se veio a revelar numa imensa gratificação.

O momento de partilha, oração e aprendizagem transformam-nos semana a semana, encontro a encontro, no sentido de nos encontrarmos a nós próprios, com os outros e, sobretudo, com Deus, que é Pai.

O tempo que partilhamos cria em nós, membros da célula, uma amizade e cumplicidade, que vai crescendo ao longo do tempo, e, neste momento, sinto como que se todos fizéssemos parte de uma família, em imensa fraternidade.

Também na minha família os hábitos foram mudando e a oração ganhou espaço no dia-a-dia de todos, o diálogo é também possível e a união e o amor foram alcançados.

Agradeço em primeiro lugar a Deus este chamamento, e a todos os membros da célula de envangelização São José o caminho que me tem ajudado e percorrer, no sentido de alcançar a vida eterna, através de Jesus Cristo que é a nossa meta.

Regina Rodrigues

 

A minha entrada nas Células de Evangelização aconteceu por uma vontade imensa de aprender mais sobre o grande de amor de Jesus por todos nós. O Seu testemunho de vida, os Seus ensinamentos, a Sua bondade, a Sua obediência ao Pai, e a Sua enorme e transcendente capacidade de amor e perdão tocaram-me de tal forma, que despertaram em mim uma vontade enorme de O seguir. Não seria possível para mim, sozinha, ter chegado a este patamar de consciência sem ter frequentado o curso Alpha, na Igreja S. João Baptista, em Coimbra.

As Células de Evangelização são um prolongamento desta minha caminhada. Tudo o que aprendi anteriormente deu-me bases para poder entender e aceitar os novos ensinamentos e práticas neste novo percurso. Penso que mais importante do que assimilar toda a teoria, é gratificante verificar a vontade que todos os elementos da célula têm de por em prática o que se aprende. Nestes 2 anos, de encontros semanais, verifiquei uma conversão de vida em muitos de nós. Manifesta muitas vezes interiormente, mas que transborda para fora, provocando mudanças de hábitos, atitudes, e sobretudo no desejo falar de Jesus a todos. Mudanças essas que têm um grande impacto, diria muito positivo, na vida de quem nos rodeia: nos nossos filhos, pais, amigos, familiares e colegas de trabalho.

Os grandes frutos, ou bençãos, da minha presença neste grupo de evangelização são a reconstrução da minha identidade. Enquanto pessoa, mãe, cristã e católica. Reconheçendo agora a grande importância dos sacramentos católicos, (saliento a reconciliação/confissão, a Eucaristia, a Comunhão, o Baptismo, e o Crisma) sinto um apelo interior de os praticar com uma grande frequência.  Como católica, quero estar mais envolvida nesta comunidade, o que vai para além da ida à missa no Domingo. Tenho uma enorme vontade de evangelizar, de estar disponível para o próximo, de partilhar as graças de Deus na minha vida, e mostrar a todos que Ele está sempre presente, em todos os momentos da minha vida.

Não poderia acabar este pequeno e breve testemunho sem salientar a importância da amizade entre os irmãos que fazem parte da minha célula, que cresce em cada encontro. Não consigo traduzir em palavras o carinho e respeito que tenho por cada um. Quando um está bem, todos estamos bem. Quando alguém tem problemas, rezamos uns pelos outros, e verificamos, efetivamente, que a oração chega ao Pai e é atendida.

Que bom seria que todos os católicos pudessem experimentar a alegria que sentimos nas nossas reuniões, onde os nossos corações se unem para louvar Deus e cantar cânticos de graças.

Célia Canadas

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