Arquivo mensal Outubro 2021

Para uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão

Mensagem do nosso bispo na abertura do sínodo:

“O caminho da sinodalidade é precisamente o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro milénio” (Papa Francisco). Cada época tem os seus desafios próprios, e o da sinodalidade é o do nosso tempo, indicando os caminhos que os membros do Povo de Deus percorrem juntos.

Ao convocar o sínodo sobre a Igreja Sinodal, o Papa, iluminado pelo Espírito Santo, sente-se impelido a lançar um novo estilo de Igreja como condição para a relançar com novo ânimo na realização da sua missão no mundo. Entre 2021 e 2023, temos a possibilidade de fazer uma longa meditação sobre a Igreja e sobre os desafios que sobre ela recaem, na fidelidade à Escritura e à Tradição, tendo em conta as circunstâncias em que caminha.

As três palavras-chave, comunhão, participação e missão, são já uma orientação clara para o Povo de Deus, pois nascem de outras tantas acentuações do ensino da Igreja nas últimas décadas, do Concílio Vaticano II e da realização dos sínodos dos bispos, que se lhe seguiram.

A palavra comunhão remete-nos para Deus, Santíssima Trindade, mistério de amor revelado por Jesus Cristo, ao qual somos chamados e que havemos de testemunhar na relação com os homens e mulheres nossos irmãos. A comunidade cristã é o lugar em que se exprime essa comunhão entre nós e com Deus, é o sinal que se espera para que o mundo creia.

A palavra participação sublinha a igual dignidade de todos os membros do Povo de Deus, chamados a ser pedras vivas da edificação do Templo do Senhor. Na diversidade de dons, carismas e ministérios, os leigos, os consagrados e os ministros ordenados, enraizados em Cristo pelo batismo e animados pelo Espírito Santo podem e devem “rezar, escutar, analisar, dialogar, discernir e aconselhar na hora de tomar as decisões pastorais mais de acordo com a vontade de Deus” (Comissão Teológica Internacional, A sinodalidade na vida e na missão da Igreja, 67-68).

A palavra missão recorda-nos que a Igreja existe para evangelizar, ou seja, para proporcionar a experiência de encontro com Jesus Cristo a toda a humanidade. O Evangelho que é sempre o mesmo, tem de exprimir-se de forma adequada à humanidade de hoje, o que exige ao Povo de Deus a criatividade, o ardor, a linguagem e os meios oferecidos pelo Espírito Santo.

A nossa Diocese de Coimbra entra confiante neste processo sinodal e manifesta a sua disponibilidade para percorrer os passos propostos pelo Papa Francisco. Vamos entrar num clima de oração mais intenso, numa escuta da Palavra de Deus mais profunda e numa reflexão mais empenhada, a fim de darmos o nosso contributo à Igreja Universal e fazermos já da sinodalidade o nosso estilo e maneira de ser Igreja Local.

Depois da abertura do Sínodo pelo Papa Francisco, em Roma, no passado domingo, dia 10, fazemos hoje, 17 de outubro, a abertura em todas as comunidades da nossa Diocese e a celebração com os representantes dos organismos diocesanos, na Sé Velha, às 16:00.

Estaremos atentos para podermos ser participantes e correspondermos às indicações que o Vigário Episcopal para a Pastoral e o Secretariado Diocesano da Coordenação Pastoral irão dar em meu nome e da nossa Diocese de Coimbra. Convoco de modo especial os conselhos pastorais para uma colaboração mais próxima para que o Sínodo seja verdadeiramente universal.

Invoco para todos a bênção de Deus e a proteção da Virgem Maria.

 Virgílio Antunes, bispo de Coimbra

Posters de SJosé afixados em SJBaptista

Ao longo do ano passado, os pais da catequese familiar de SJBaptista andaram a trabalhar a carta apostólica Patris Corde que o Papa Francisco escreveu por ocasião do 150º aniversário da declaração de São José como padroeiro universal da Igreja.

Iniciámos na semana passada a publicação destes trabalhos, dois por cada semana, e, como prometido, deixamos aqui mais dois – são nove, ao todo.

2-São José, pai na ternura

Dia após dia, José via Jesus crescer «em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens». Como o Senhor fez com Israel, assim ele ensinou Jesus a andar, segurando-O pela mão: era para Ele como o pai que levanta o filho contra o seu rosto, inclinava-se para Ele para Lhe dar de comer.

“Por vezes queremos controlar tudo, mas o olhar d’Ele vê sempre mais longe” – Apesar de haver momentos menos bons temos que ter fé, temos que acreditar que há sempre Alguém a zelar por nós, mesmo nos pondo à prova. Da mesma forma que José fez com Jesus, nós pais tentamos guiar os nosso filhos, ensinamos os 1.os passos, dando-lhes a mão e tentando amparar as suas quedas, até eles seguirem o seu próprio caminho no mundo.

“devemos aprender a aceitar, com profunda ternura, a nossa fraqueza” – Assim também o nosso pai cá em casa nos ama, nas nossas fraquezas. Quanto mais Deus Pai que nos criou. Assim, também nós temos de nos aceitar com as nossas fraquezas e imperfeições e termos ternura connosco próprios, aceitando e acolhendo a nossa fraqueza.

Querido São José, ilumina-nos o pensamento nos momentos de angústia e cansaço, mostra-nos a ternura no nosso caminho.

São José, ajuda-nos a guiar os nossos filhos para que possam crescer felizes, sem perderem o rumo. Concede-nos a capacidade de transmitir sentimentos de bondade, capacidade de perdão, ensinar a caridade, ultrapassar as dificuldades e a ter alegria nos momentos difíceis.

Querido São José, consagramos-te a nossa família para que possamos crescer na Luz que foste para Jesus.

3-São José, pai na obediência

“No Egito, com CONFIANÇA e PACIÊNCIA, José esperou (…). José foi chamado por Deus para servir diretamente a pessoa e a missão de Jesus, mediante o EXERCÍCIO DA SUA PATERNIDADE(…)”.

1) Obediência necessita de Escuta! (Ou, Saber escutar para Obedecer!) José foi obediente ao Pai porque O escutou! Para obedecer é necessário escutar… A voz certa.
Enquanto pais desejamos que os nossos filhos nos escutem e obedeçam segundo a Fé em Deus. Voz que escutamos e seguimos.
Assim como José soube ouvir e obedecer, os nossos filhos devem saber ouvir os pais e aprender na obediência, crescendo mais fortes e preparados para a vida.

2) “Que saibamos ser como José, um homem fiel aos ensinamentos de Deus, que não precisou ver para crer e obedecer. Abriu o seu coração e criou o filho de Deus, como seu. Que haja sempre Pais no mundo com essa coragem!”

São José, pai bondoso, exemplo de força e obediência, de humildade e paciência, coloca sobre nós a tua mão protetora e terna e guia-nos nos caminhos mais difíceis da nossa vida.
À semelhança do amor e cuidado que ofereceste à tua família Santa, te pedimos que zeles pela nossa família: Ajuda-nos a amar sem reservas, e a entregarmo-nos com confiança à missão que o Pai nos confia!

 

Alpha também para os mais novos

A paróquia SJBaptista irá começar a catequese dos adolescentes com um percurso Alpha para estas idades para os levar a fazer uma experiência mais tocante do encontro com Deus que, por enquanto, parece faltar.

Em Janeiro recomeçarão os encontros normais do SayYes, depois do percurso Alpha. O link para o formulário de inscrições está em https://linktr.ee/sjbaptista – destinam-se sobretudo a membros das catequeses, porém outros adolescentes nestas idades poderão ser aceites.

O P. Fernando acompanhará a equipa responsável do percurso e estará presente, sempre que possível, nas sessões.

Dia 18 de outubro, terá início um percurso Alpha para Jovens que deverá ser acompanhado pelo Pe Francisco: quando tivermos mais detalhes, daremos aqui conta deles.

Melhor Equipamento – Maior Aproveitamento

Mais uma vez a comunidade paroquial de SJBaptista se candidatou à campanha Bairro Feliz do Pingo Doce: este ano, se o nosso pote for aquele que conseguir mais fichas, a campanha permitir-nos-á comprar 2 arcas frigoríficas para o recém criado Centro Social de SJBaptista e que servirão para armazenar a comida que distribuímos semanalmente pelos mais necessitados.

Há 2 anos, não ganhámos por muito pouco, apesar do forte empenho de muitos irmãos.

Tudo acontece no Pingo Doce da Quinta da Portela – o nosso pote é o B, o da direita.

As candidaturas decorreram até 1 de julho, a fase de votação iniciou-se a 28 de setembro e decorre até 2 de novembro, e, o donativo, de cerca de mil euros, caso saiamos vencedores, será entregue dia 3 de novembro.

Se um bom vizinho ajuda a fazer um bairro feliz, ter um Pingo Doce no bairro também. Chegou o programa Bairro Feliz, onde cada Pingo Doce vai apoiar com até 1.000€ uma causa escolhida pela comunidade local da loja, para tornar o bairro mais feliz. Com o Programa Bairro Feliz, cada loja vai apoiar causas de entidades locais ou de grupos de vizinhos.

A nossa gratidão, enquanto comunidade paroquial, à equipa do Pingo Doce da Portela por ter selecionado a nossa causa.

Folha Paroquial nº 189 *Ano IV* 10.10.2021 — DOMINGO XXVIII DO TEMPO COMUM

Enchei-nos da vossa misericórdia: será ela a nossa alegria.

A folha pode ser descarregada aqui.

EVANGELHO ( Mc 10, 17-30 )
Naquele tempo, ia Jesus pôr-Se a caminho, quando um homem se aproximou correndo, ajoelhou diante d’Ele e perguntou-Lhe: «Bom Mestre, que hei-de fazer para alcançar a vida eterna?». Jesus respondeu: «Porque Me chamas bom? Ninguém é bom senão Deus. Tu sabes os mandamentos: Não mates; não cometas adultério; não roubes; não levantes falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe’». O homem disse a Jesus: «Mestre, tudo isso tenho eu cumprido desde a juventude». Jesus olhou para ele com simpatia e respondeu: «Falta-te uma coisa: vai vender o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu. Depois, vem e segue-Me». Ouvindo estas palavras, anuviou-se-lhe o semblante e retirou-se pesaroso, porque era muito rico. Então Jesus, olhando à sua volta, disse aos discípulos: «Como será difícil para os que têm riquezas entrar no reino de Deus!». Os discípulos ficaram admirados com estas palavras. Mas Jesus afirmou-lhes de novo: «Meus filhos, como é difícil entrar no reino de Deus! É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus». Eles admiraram-se ainda mais e diziam uns aos outros: «Quem pode então salvar-se?». Fitando neles os olhos, Jesus respondeu: «Aos homens é impossível, mas não a Deus, porque a Deus tudo é possível». Pedro começou a dizer-Lhe: «Vê como nós deixámos tudo para Te seguir». Jesus respondeu: «Em verdade vos digo: Todo aquele que tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos ou terras, por minha causa e por causa do Evangelho, receberá cem vezes mais, já neste mundo, em casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e terras, juntamente com perseguições, e, no mundo futuro, a vida eterna».

 

MEDITAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

A verdadeira Sabedoria que vem de Deus é aquela que nos ajuda a discernir e a escolher o caminho que nos leva a viver bem a vida dando atenção ao que é realmente importante e não nos deixarmos enganar pelo que, às vezes, pode ser mais sedutor e mais fácil, mas que se torna enganoso e pouco ou nada frutuoso. O homem que se aproxima de Jesus e lhe pede ajuda para saber como alcançar a vida eterna já não tem o coração livre para escolher o melhor bem. Já estava aprisionado pela riqueza como o seu bem maior. Mas foi-se embora triste porque o dinheiro ou as riquezas enchem os bolsos, mas não enchem o coração de ninguém.

A verdadeira felicidade está em amar, em dar e em dar-se. É aí que se encontra a verdadeira sabedoria, bem mais preciosa que todos os bens deste mundo.

A missão da Igreja consiste em apresentar ao mundo o Evangelho de Jesus que nos ajuda a ver os enganos a que somos levados e a escolher o verdadeiro bem.

No sábado, várias pessoas da Unidade pastoral estiveram reunidas no aprofundamento da visão das paróquias e no estudo do plano pastoral que apresenta os objetivos pastorais para os próximos três anos.

A definição de uma visão para as paróquias foi um trabalho longo da Equipa de Animação Pastoral.

O que é uma visão?

Podemos defini-la como uma imagem do futuro dada por Deus que produz esperança e paixão nas pessoas. Formar uma visão é uma experiência espiritual e humana.

Uma visão é-nos dada sempre diante da insatisfação dos discípulos-missionários que amam a Igreja e que sentem que «isto podia ser melhor». Quando ouvimos o Papa Francisco, sentimos que ele tem uma imagem do futuro cheia de esperança para a Igreja e trabalha imenso para que ela se torne um dia realidade. S. Francisco de Assis ouviu um dia uma voz que lhe dizia: «Francisco, vai e reconstrói a minha igreja que, como vês, está em ruínas». Pensando que se tratava da igreja de S. Damião, em ruínas, ele põe-se a construí-la, mas a voz de Deus no seu coração continuava a ressoar com o mesmo apelo. Francisco percebe então que a Igreja que está em ruínas não é a de S. Damião- essa seria fácil de reconstruir – mas é a igreja de Cristo. Francisco recebe então de Deus a imagem de uma igreja restaurada pela pureza do evangelho e pelo desprendimento e pela vivência da alegria e da fraternidade. E é a construção dessa imagem do futuro que dará à sua vida uma paixão enorme que outros quiseram seguir. E quanto a Igreja foi restaurada e vivificada pela visão revolucionária de Francisco de Assis!

Na visão das paróquias da Unidade pastoral está a imagem atrativa e que produz entusiasmo em nós ao imaginarmos comunidades fraternas e acolhedoras, que tendo feito a experiência do encontro pessoal com Cristo, na força do Espírito Santo, se dispõem a servir a comunidade colocando ao serviço da mesma os seus dons, talentos e bens, e todos a sentirem-se enviados ao mundo para lhe levar o fermento do evangelho. “O ide e fazei discípulos”, é uma frase central desta imagem.

Na construção desta imagem há a ideia de processo, isto é, de etapas. A conversão pessoal e a mudança dos corações e das comunidades não acontece de repente; é um caminho às vezes lento que conduz de uma etapa à outra.

No enunciado da visão de S. José, esta ideia de processo é bem evidente: Nascemos do encontro pessoal com Cristo, crescemos na comunhão com Deus e com os irmãos, formamos discípulos que dão fruto pelo serviço e pela evangelização.

Mas tanto a visão de S. José como a de S. João Baptista, que no fundo são a mesma, estão construídas sobre os cinco essenciais da vida cristã que são, de uma forma resumida os seguintes:

A oração e os sacramentos que nos permitem viver em união com Deus crescendo na alegria e na esperança;

A vida fraterna, que nos leva a juntarmo-nos à família de Deus e a tecer com ela laços de comunhão e de amor fraterno;

A formação do discípulo, que nos transforma e nos torna adultos na fé;

O serviço, que permite exercer os nossos dons e os nossos talentos ao serviço dos outros;

A missão, que consiste no anúncio do amor de Deus àqueles com quem nos cruzamos no dia a dia.

Um discípulo, ou um grupo de discípulos, ou uma comunidade, para estar em processo de crescimento precisa de vive equilibradamente estes cinco aspetos essenciais da vida cristã e, se deixa para trás algum, o corpo já não funciona bem. Sabemos que no corpo humano basta que um dente nos doa para que já não nos sintamos bem.

Para realizar esta visão, construiu-se um plano, para três anos, estruturado sobre os 5 essenciais e que inclui os grandes objetivos e dinamismos do Plano Diocesano, voltado para os jovens, mas vai além dele e propõe objetivos para o crescimento de todos. É difícil aqui na folha colocar esses objetivos e ações enumeradas, mas o Plano vai estar à disposição de todos online. Neste processo, por etapas, somos convidados a olhar para a situação de cada pessoa no seu caminho de fé e ver como as podemos ajudar a dar um passo em frente, passando para a etapa seguinte, até chegarem a discípulos-missionários. Na próxima semana apresentaremos esse processo.

Estes processos e etapas e tudo o mais que constitui o esforço humano vem tudo em segundo lugar em relação ao primado da graça. Só Deus converte, só Ele pode fazer com que os nossos pobres esforços humanos na construção da Igreja produzam algum fruto, pois, como Ele disse: «Sem Mim nada podeis fazer». Por isso a adoração eucarística permanente nas nossas paróquias é tão importante, bem como todo o tipo de oração que fizermos para que o reino de Deus cresça e os corações se abram à graça de Deus. Oremos uns pelos outros e peçamos a Deus pelos bons frutos da catequese familiar para que Deus abra o coração de pais e filhos e as famílias se tornem verdadeiros lares de amor onde Deus seja amado e reconhecido. Rezemos para que se levante na nossa Unidade Pastoral e em toda a Diocese um grande entusiasmo no trabalho com os adolescentes e jovens, primeiro objetivo do nosso plano, oremos também por todos os que trabalham com o primeiro anúncio da fé, como é o caso do percurso Alpha adultos e Alpha jovens, para que a luz divina ilumine os corações dos que aceitaram fazer essa experiência de fé. Oremos pelos que fazem um caminho de crescimento e enraizamento na fé, nas células paroquiais de evangelização, ou no percurso de catequese de adultos chamado S. José, ou no percurso bíblico que irá começar no Advento.

Oremos pelos que trabalham na Liturgia, servindo a comunidade para que ela celebre bem a glória de Deus e possa «ver o invisível». Oremos pelos que servem no ministério do acolhimento fraterno, para que sejam o rosto de Deus e da comunidade que acolhe à porta da Igreja e dizem a todos a alegria de Deus e dos irmãos em acolhê-los na casa de todos, pois é a casa da família.

Quando nos voltamos para Deus com fé, podemos ver os milagres da graça divina.

Dia da Visão

Terá lugar no próximo sábado, dia 9 de outubro, das 9h30 às 12h30, o Dia da Visão e da apresentação do Plano Pastoral da Unidade Pastoral.

Convidamos com muito entusiasmo e esperança os membros dos diversos grupos da paróquia.

A manhã que se espera ter momento de oração, formação e vida fraterna será orientada e animada pela equipa de animação pastoral.

Conferência São José – pai na sombra

Recordamos que este sábado, dia 9 de outubro, teremos a oportunidade de participar na última de um ciclo de cinco conferências que procuraram explorar cinco dos sete atributos apontados pelo Papa Francisco na sua carta apostólica Patris Corde.

Este fim de semana é a vez de o Pe Jorge Santos, o pároco, nos vir falar da dimensão de “pai na sombra” proposta na carta apostólica.

A conferência deverá ser transmitida em direto no Facebook e no Youtube e lembramos ainda que, se desejar, poderá (re)escutar as outras quatro conferências que ficaram gravadas e continuam disponíveis no nosso canal do Youtube. Poderá encontrar o link na nossa LinkTree em https://linktr.ee/sjbaptista

Jornada Mundial da Juventude 2021

No final da eucaristia que dava abertura ao novo ano pastoral, enquanto entregava os símbolos JMJ aos grupos que lá se tinham deslocado, o nosso bispo anunciou que iria decorrer, a nível diocesano, já no próximo dia 21 de novembro, da parte da tarde, a Jornada Mundial da Juventude 2021.

Embora decorra a nível local, será um evento mundial: os jovens de todo o mundo foram desafiados pelo Papa Francisco a encontrarem-se nesse dia por dioceses e até escreveu uma mensagem para esse dia cujo tema será “Levanta-te! Eu te constituo testemunha do que viste!” (cf. At 26, 16)
“Levantai-vos e celebrai a JMJ nas Igrejas Particulares!

Renovo a todos vós, jovens do mundo inteiro, o convite a tomar parte nesta peregrinação espiritual que nos levará à celebração da Jornada Mundial da Juventude em Lisboa no ano de 2023. O próximo encontro, porém, é nas vossas Igrejas Particulares, nas várias dioceses e eparquias da terra, onde, na Solenidade de Cristo Rei, será celebrado – a nível local – o Dia Mundial da Juventude de 2021.

Espero que todos nós possamos viver estas etapas como verdadeiros peregrinos e não como «turistas da fé»!

Abramo-nos às surpresas de Deus, que quer fazer resplandecer a sua luz sobre o nosso caminho. Abramo-nos à escuta da sua voz, inclusive através dos nossos irmãos e irmãs. Assim ajudar-nos-emos uns aos outros a levantar-nos juntos e, neste difícil momento histórico, tornar-nos-emos profetas de tempos novos, cheios de esperança! A Bem-Aventurada Virgem Maria interceda por nós.”

Todos os jovens das nossas paróquias estão assim desafiados a marcar desde já essa data nas suas agendas: mais tarde serão com certeza dados mais detalhes.