5 essenciais – 5 vitaminas para uma comunidade bem-sucedida

5 essenciais – 5 vitaminas para uma comunidade bem-sucedida

O primeiro essencial é o culto, a vitamina A de Adoração. A celebração da Liturgia ou Culto divino é o primeiro e fundamental propósito da Igreja, a fonte e o cume de tudo o que a Igreja faz. Todo o discípulo ou comunidade de discípulos precisa, pois, de crescer nesta relação amorosa com Deus que se realiza através das variadas formas de oração que a Tradição cristã nos deixou e o Espírito constantemente renova, bem como da celebração festiva dos sacramentos.

A segunda vitamina é a vida fraterna, a comunidade. A paróquia é também uma comunidade de comunidades, agraciada com diversos grupos de pertença sejam eles de caráter evangelizador (células, Alpha), catequético, (grupos de pais), de apoio face às necessidades de capacidades e cultura (Tempo e do saber), sócio caritativos (caritas paroquial), litúrgicos (coros). Cada grupo deve ser encorajado e capacitado para contribuir com o seu dom particular para a vitalidade da paróquia como um todo.

O terceiro pilar, é o serviço e liderança, a capacidade de influenciar, de servir e mover as pessoas a abraçar o Mandato Missionário de Jesus de ir e de fazer discípulos e trabalhar na construção do reino de Deus.

O quarto essencial é a formação. A nossa consciente decisão de colocar o grande Mandato Missionário de Jesus no centro da identidade e da ação das nossas paróquias significa discernir e decidir novos modos de providenciar formação cristã, de permitir às nossas comunidades e paroquianos crescer em Cristo como discípulos-missionários.

O quinto pilar, é a evangelização. A vitalidade e futuro das nossas paróquias depende do nosso desejo e capacidade de sermos fiéis ao chamamento de Jesus, cooperando com o Espírito Santo, para que outros possam ter um encontro com Jesus. É importante construir relações de confiança com os outros para despertar a sua curiosidade espiritual e abertura. A paróquia precisa encorajar e treinar os seus membros para serem evangelizadores. Precisamos de uma cultura de convite que alimente a confiança e a abertura. Isto exige da parte das comunidades de fé – e daqueles que fazem parte delas – qualidade na aproximação, preparação para o diálogo, paciência, afeto e acolhimento.

 

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