A cultura do convite – a história da Margarida

A cultura do convite – a história da Margarida

Entrei pela primeira vez na Paróquia de São João Baptista em 2013 para fazer Adoração ao Santíssimo Sacramento, a convite de uma amiga, que precisava de alguém que partilhasse com ela a sua hora de Adoração. Para mim estava tudo certo, sempre foi assim que vivi a minha fé, eu e Deus, Deus e eu, e mais ninguém. Mal sabia o que me esperava. Nunca imaginei que, ao aceitar fazer Adoração, numa paróquia que me era completamente desconhecida, iria mudar para sempre a minha forma de viver a fé.

Senti-me arrebatada quando, numa palestra, ouvi o Padre Jorge referir que sonhava para a paróquia com uma comunidade onde não houvesse distinção entre idade, género, raça, classe e estrato social. Partilho exatamente do mesmo sonho e por isso não consegui ficar indiferente àquelas palavras.

Desde esse momento que tenho participado em várias atividades da paróquia.

Fiz Alpha em 2014 e entrei para a equipa em 2017. O convite tem estado sempre presente no meu quotidiano e aproveito todas as oportunidades para falar sobre o percurso e lançar o desafio a todos os que se cruzam na minha vida. A emoção de saber que sou filha de Deus e que sou muito amada por Ele é tão grande, que não posso guardar esta emoção só para mim. Torna-se imperativo levar esta alegria aos outros. É uma alegria ancorada na fé, na esperança e na Luz de Deus, e que está presente em todos os momentos da vida. Todos os convites têm um único propósito: que essas pessoas sejam mais felizes. Esse objetivo é sempre largamente superado. Todos continuaram a sua caminhada em algum dos vários serviços que a paróquia tem para oferecer e muitos passaram a integrar a equipa Alpha.

Hoje vivo a fé em comunidade. Deus deu-me os melhores amigos que poderia desejar e sou-Lhe imensamente grata por ter colocado a paróquia na minha vida.

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