Não separe o homem o que Deus uniu

Não separe o homem o que Deus uniu

Com o regresso das celebrações ao interior da igreja, voltaram também os arranjos florais que tanto animam a nossa comunidade paroquial de São João Baptista.

No passado Domingo, se bem se recorda, no Evangelho Jesus enfrentava as provocações dos fariseus relacionadas com as leis que em certos casos permitiam que um homem pudesse repudiar a sua mulher ao que Jesus respondia censurando a dureza dos seus corações pouco permeáveis e recetivos à Boa Nova que Ele era.

No final, indignava-se por tentarem afastar dele algumas crianças: “Jesus, ao ver isto, indignou-Se e disse-lhes: «Deixai vir a Mim as criancinhas, não as estorveis: dos que são como elas é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não acolher o reino de Deus como uma criança, não entrará nele». E, abraçando-as, começou a abençoá-las, impondo as mãos sobre elas.”

O pano branco é esta Boa Nova, o Reino Novo; Jesus atrai todos a Ele (o cesto), alguns por meio dos discípulos (a rede); alguns juntos (romãs na rede), outros feridos pela separação (romãs na cesta), alguns que dão fruto (diospiros), outros que têm o coração fechado (pedras na cesta): para todos, Jesus se fez alimento (trigo que haverá ainda de ser triturado) e oferece esta Vida Nova que nos conduz até Deus que é Pai de todos, bons e maus.

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