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Voluntário JMJ 2023

Como Maria que se levantou e partiu apressadamente, o Papa espera de ti o mesmo “Sim”!🙋🙋🏻‍♂️
A JMJ Lisboa 2023 precisa de jovens como tu, que se levantem do sofá, como desafiou o Papa Francisco, para oferecer o seu tempo, os seus talentos e energia na construção de uma experiência única. 🙋🥰
A JMJ Lisboa 2023 precisa de ti! Estás à espera de quê?👀

Inscrever-me como voluntário nos dias na diocese.

Propósitos de ADVENTO

Com o início do novo Ano Litúrgico, em Tempo de Advento, quisemos ajudar as crianças (e famílias) da catequese familiar de São João Baptista a colocar em prática a Palavra de Deus. Propusemos uma caminhada com duas vertentes:

1 – No final de cada missa dominical entregamos-lhes uma folhinha com o “Propósito de Advento”. Em que consiste? Muito simples: um mote, a passagem do Evangelho desse domingo, um propósito para viver durante a semana. Começámos por “Acolher o convidado”, propondo que cada criança limpasse o seu coração para acolher o convidado mais importante que está para chegar: Jesus. No sábado passado houve confissões na paróquia para as crianças. Depois veio o “Pregar no deserto”, apelando à oração diária e ao cumprimento dos deveres, como sinal de conversão de vida. No próximo domingo o mote será ”Anunciar a Boa Nova”, e com ele será lançado o propósito de cada criança deixar de estar centrada em si e rezar pelas crianças pobres que não terão um Natal como elas. Finalmente, no último domingo do Advento, as crianças serão convidadas a “Levar Maria para casa”, rezando-lhe todos os dias para que ela as ajude a preparar o coração para receber Jesus neste Natal. E para que esta caminhada não ficasse apenas no segredo de cada coração, desafiamos as crianças a trazerem, no domingo seguinte, a folhinha do propósito devidamente preenchida: uma cruzinha em cada dia da semana em que o propósito foi cumprido. Colado na porta do frigorífico ou em cima da secretária, em cada casa a folhinha vai marcando presença, e lembrando que vivemos a nossa vida concreta entre domingos, o Dia do Senhor. No domingo seguinte, no Ofertório, cada criança oferece o seu esforço de colocar em prática a Palavra de Deus durante a semana, e assim vai aprendendo a viver a Eucaristia, esta permuta de dons que nos alimenta e conduz ao Céu.

2 – Retomámos a Campanha de Advento que temos vindo a fazer, nos últimos anos, a favor dos mais desfavorecidos da nossa Paróquia. Para isso, em cada semana, durante o Ofertório da missa dominical, as crianças colocam bens alimentares previamente definidos num cesto diante do altar. Com essa doação, ajudam a encher cabazes de Natal para as famílias mais pobres ajudadas pelo GASC da Paróquia e aprendem a partilhar.

Margarida Castel-Branco Caetano

2º Domingo do Advento com as crianças da catequese

Hoje ouvimos falar de João Baptista, primo de Jesus. Os pais de João, Zacarias e Isabel, já eram idosos quando um dia, um anjo de Deus anunciou a Zacarias que eles iriam ter um filho, que vinha trazer muita alegria, e seria grande aos olhos de Deus. Quando João cresceu Deus falou-lhe, no deserto. E ele começou a pregar, uma mensagem simples e muito importante. Andou pelo rio Jordão, a pregar um batismo de penitência para a remissão dos pecados. Ele dizia:
“Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.”

João vivia de forma diferente e simples. Ele usava roupa feita de pelos de camelo e um cinto de couro e comia gafanhotos e mel do mato. João veio antes de Jesus para anunciar a sua vinda ao mundo. Esta era a sua missão, anunciar a vinda de Jesus.

Esta semana traz para a catequese ARROZ para partilhar com aqueles que não têm.

Folha Paroquial 4.12.2022 – 2º Domingo do Advento

Nos dias do Senhor nascerá a justiça e a paz para sempre.

A versão PDF da Folha Paroquial pode ser descarregada aqui.

Naqueles dias, apareceu João Baptista a pregar no deserto da Judeia, dizendo: «Arrependei-vos, porque está perto o reino dos Céus». Foi dele que o profeta Isaías falou, ao dizer: «Uma voz clama no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas’». João tinha uma veste tecida com pêlos de camelo e uma cintura de cabedal à volta dos rins. O seu alimento eram gafanhotos e mel silvestre. Acorria a ele gente de Jerusalém, de toda a Judeia e de toda a região do Jordão; e eram baptizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados. Ao ver muitos fariseus e saduceus que vinham ao seu baptismo, disse-lhes: «Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Praticai acções que se conformem ao arrependimento que manifestais. Não penseis que basta dizer: ‘Abraão é o nosso pai’, porque eu vos digo: Deus pode suscitar, destas pedras, filhos de Abraão. O machado já está posto à raiz das árvores. Por isso, toda a árvore que não dá fruto será cortada e lançada ao fogo. Eu baptizo-vos com água, para vos levar ao arrependimento. Mas Aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu e não sou digno de levar as suas sandálias. Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo e no fogo. Tem a pá na sua mão: há-de limpar a eira e recolher o trigo no celeiro. Mas a palha, queimá-la-á num fogo que não se apaga».

EVANGELHO ( Mt 3, 1-12 )

Nós não podemos viver sem esperança. O que seria a vida, já em si tão dolorosa, dos Ucranianos se não tivessem a esperança de mais cedo ou mais tarde, a guerra acabar e voltarem a ser um país soberano, livre e a viver em paz? Por causa dessa esperança, embora sofrendo, vão suportando condições tão adversas pelas quais jamais pensariam poder passar. Viver sem esperança, é viver desesperado, e o desespero pode levar à morte.

O nosso Deus que é a Vida é também o Deus da Esperança viva. Ele abre-nos sempre horizontes novos de futuro sempre que nos sentimos perdidos nas dificuldades do caminho. O tempo do Advento é o tempo da Esperança. Fazemos memória da esperança que Deus deu ao povo da primeira aliança animando-os com a esperança da vinda de um tempo novo de paz universal que seria inaugurado por um Messias justo sobre quem repousaria, em plenitude, o Espírito Santo, enquanto essa memória nos relança na esperança nova de nos enchermos d’Ele que já veio, mas continua a vir em cada homem e em cada tempo para que o recebamos sempre melhor e nos deixemos «Cristificar», isto ´encher-nos de Cristo. A primeira leitura apresenta-nos como será esse Messias e como será o mundo que ele inaugurará.

O Povo de Israel vai viver as grandes e múltiplas dificuldades da sua história sempre polarizado por esta esperança. A pregação dos profetas em tempos de crise será sempre lembrar-lhes as promessas de Deus para que não desesperem e encontrem novas forças para esperar tempos novos. Quando o profeta João Baptista começa o seu ministério de precursor ele prega a um povo grávido desta esperança messiânica. Ele diz-lhes: esperastes muito tempo, mas é agora que Ele vai chegar. E Ele é muito mais forte do que eu e nem sou digno de levar as suas sandálias.

A expressão mais forte deste Domingo e que brota da pregação do Batista é: «Convertei-vos». Este grito de João ecoa no deserto. Deixemo-lo também ecoar nos nossos corações! Para corroborar este apelo à conversão, João desdobra-o noutras imagens e expressões como preparar, endireitar e aplanar. Preparai o caminho do Senhor e endireitai as suas veredas. Os gestos do Batista e a sua maneira de viver são já por si um sinal. A vida no deserto, os suas vestes de penitência e o seu alimento pobre fazem uma unidade coerente com as palavras fortes que brotam da sua boca. A conversão a que João Baptista convidava o povo e que hoje nos convida a nós é um voltar ao essencial. A imagem da separação entre o trigo que se recolherá no celeiro e da palha que será queimada no fogo que não se apaga pode ajudar-nos. O que é que nas nossas vidas merece ser queimado como a palha ou pelo menos deixado de parte e o que é que merece ser recolhido e cultivado?

A nossa relação com Deus, deve conduzir-nos a dar profundidade às nossas vidas, discernindo o que é relativo e deixando para trás certas coisas ou queimando mesmo o que não presta. Há mesmo algumas preocupações que nos preenchem que também podem e devem ser relativizadas.

A conversão a que Deus nos chama durante este tempo, comporta também um apelo a escutar mais atentamente a Escritura: S. Paulo dizia na segunda leitura: “Tudo o que foi escrito no passado (nas escrituras), foi escrito para nossa instrução, a fim de que pela paciência e consolação que vêm das Escrituras, tenhamos esperança.” Ler as Escrituras não é repetir sempre as mesmas histórias, mas é um voltar à fonte (trata-se de uma conversão) para se deixar transformar e ir em frente.

João Batista tem a categoria de profeta pelas suas palavras e pelos seus gestos. A sua pregação não tem nada de politicamente correto. Hoje seria expulso de qualquer igreja pois muitas das nossas assembleias não estão dispostas a ouvir nada que não lhes seja agradável. Os profetas foram sempre homens que amaram o seu povo e era esse amor que os levava a dizer com palavras fortes a urgência da mudança e a espicaçar com o chicote da sua palavra aqueles que dormiam na sua tibieza. Mas não eram nada agradáveis de ouvir pois faziam vir ao de cima as incoerências das pessoas, a sua inverdade, o seu pecado. Quando, nas missas, vejo muitas pessoas a chegarem com 15 minutos de atraso e mesmo a meio da missa, com toda a tranquilidade, penso que deveria lembrar, com mansidão, a importância de formarmos uma comunidade eucarística, e que devíamos começar com todos à hora. Mas quando ousei fazê-lo já por duas vezes reparei que os que chegaram atrasados, não gostaram e fizeram-no saber. Desisti de o voltar a fazer para ninguém partir da missa incomodado, mas a verdade é que muitas vezes devíamos todos sair da missa incomodados pela Palavra de Deus. Umas vezes ela consola-nos, alegra-nos, dá-nos esperança, mas outras incomoda-nos, mexe connosco. É esse o trabalho dos profetas. Quem estiver à espera de agradar a todos nunca pode ser profeta.

João fustiga os fariseus cuja segurança é o facto de serem filhos de Abraão como se, por este facto, tudo lhes estivesse assegurado. O machado que já está á raiz da árvore é um convite a olharmos para as nossas raízes, aquilo onde nos apoiamos. É algo que nos segura ou algo que uma pequena tempestade tudo deita a perder? Lembremo-nos do que Jesus disse sobre a casa construída sobre a rocha ou sobre a areia, uma permanece a segunda cai estrondosamente pois mesmo parecendo bonita por fora está mal apoiada.

João Baptista interroga-nos também sobre os frutos da nossa conversão. Converter-se é acolher eficazmente a graça, em ação de graças. E a primeira graça que recebemos na conversão, isto é, quando nos encontramos com Deus no mais profundo de nós mesmos, é o facto de nos reconhecermos sinceramente pecadores, de reconhecermos os nossos caminhos errantes, sem Deus, as nossas incoerências, as ofensas da nossa vida. Este é o primeiro momento de verdade que nos permite, a partir daí, começar um caminho novo. E esse caminho é o caminho da conversão que consiste em praticar ações diferentes, ações novas. Quais os frutos de bondade, de justiça, de misericórdia, de fraternidade, de mansidão, de perdão de caridade que estamos a produzir? E que esforço estamos a fazer para isso?
Finalmente, João Baptista anuncia o reino que está próximo e a vinda d’Aquele que batizará no Espírito Santo e no fogo. Qual é o desejo profundo do nosso coração neste Advento?

Alarguemos o nosso desejo, digamos com toda a Igreja:” Vem Senhor Jesus”. Preparemos o caminho do Senhor para as nossas vidas, aplanemos as colinas do nosso orgulho e peçamos ao Senhor que nos mostre aquilo que Ele deseja ver transformado em nós, pois só ele nos pode dar a verdadeira «inteligência do coração» do que vivemos, o desejo de o acolher e lhe dar o lugar que Ele merece com os desapegos que isso implica, a coragem para o combate e a esperança.

Que o apelo à conversão que ecoa neste dia na Escritura, nos encoraje, nos alegre e nos dê a graça de nos encontramos já com Aquele que vem.

Perguntas para reflexão

Qual a esperança que me anima neste momento?
Qual a minha maior Esperança acima de toda a esperança?
Sinto que estou aberto a Deus e aos seus apelos? Há alguma pequena decisão que tenha tomado para viver o caminho do Advento?

Rezar com o Papa: Pelas organizações de voluntariado

Rezemos para que as organizações de voluntariado e de promoção humana encontrem pessoas dispostas a comprometer-se com o bem comum e a buscar novas formas de colaboração a nível internacional.

Papa Francisco

O mundo precisa de voluntários e de organizações que queiram comprometer-se com o bem comum.
Sim, essa é a palavra que muitos hoje em dia querem apagar: “compromisso”.
E o mundo precisa de voluntários comprometidos com o bem comum.
Ser um voluntário solidário é uma escolha que nos torna livres; torna-nos abertos às necessidades dos outros, às exigências da justiça, à defesa dos pobres, ao cuidado da criação.
É ser artesãos de misericórdia: com as mãos, com os olhos, com o ouvido atento, com a proximidade.
E ser voluntário é trabalhar com as pessoas a quem se serve. Não só para o povo, mas também com o povo. Trabalhar com pessoas.
O trabalho das organizações voluntárias é muito mais eficaz quando elas colaboram entre si e também com os Estados.
Trabalhando em conjunto, apesar dos poucos recursos que possam ter, dão o seu melhor e fazem do milagre da multiplicação da esperança uma realidade.
Precisamos tanto multiplicar a esperança!
Rezemos para que as organizações de voluntariado e de promoção humana encontrem pessoas dispostas a comprometer-se com o bem comum e a buscar novas formas de colaboração a nível internacional.

Curso para casais inicia no final de janeiro de 2023

O Curso para Casais é um percurso de sete
sessões, pensadas para ajudar os casais a investir na sua relação e a construir
um casamento sólido. As sessões são compostas por um jantar em casal, exposição de um tema e um tempo de exercícios de comunicação em casal.

Destina-se a qualquer casal que queira construir uma relação duradoura, sejam ou não casados, sejam católicos ou não. Trata-se de dedicar tempo verdadeiro ao outro e aproveitar para namorar um pouco.

Local: Salão Paroquial Igreja de São José
Horário – Sábados das 20:00h às 22:30h.
Data de inicio 28/01/2023

Temas
28/01 Estabelecer bases sólidas;
A arte da comunicação;
3 – A resolução dos conflitos;
4 – O poder do perdão;
5 – O impacto da Família – Passado e Presente;
6 – Uma sexualidade verdadeira;
7 – O amor em ação;

O curso tem um custo de 20€ por casal (Manual do Participante: 1 livro por cada pessoa) e uma contribuição monetária ( não obrigatória) pelo jantar.

Inscrição: clique aqui.

Dirigentes do 347 São Jorge estiveram em formação

Na passada sexta-feira, os nossos dirigentes estiveram presentes numa atividade organizada pelo núcleo! 💚

Agradecemos à equipa do núcleo pela excelente atividade e pelas ferramentas que proporcionaram à nossa equipa de animação 🤩

Estamos ansiosos para colocar todas estas dinâmicas em prática! 🤪

Retiro de Advento – 1 Dez

Ao contrário do que foi anunciado na Folha Paroquial, o Arciprestado de Coimbra Urbana alterou a data do retiro de Advento que será no Justiça e Paz, já nesta quinta feira, dia 1 de dezembro.

RETIRO DE ADVENTO – 1 DEZ 2022 (FERIADO)

Nos últimos dias de novembro de 2022, começa para os cristãos um tempo novo: o advento, o caminho de preparação para o Natal.

O tempo do advento traz consigo um renovado convite à oração, segundo as palavras do Papa Francisco:

«É a oração que mantém acesa a lâmpada do coração. Especialmente quando sentimos que o entusiasmo se arrefece, a oração reacende-o, porque nos reconduz para Deus, para o centro das coisas. A oração desperta a alma do sono e concentra-a no que é importante, na finalidade da existência. Até nos dias mais movimentados, não negligenciemos a oração.»

Somos convidados a fazer juntos, em comunidade, um dia de oração e reflexão. Temos a bênção de ser conduzidos pelo Padre António Pedro Monteiro, capelão do Hospital de Santa Marta, Lisboa.

António Pedro Monteiro é padre dehoniano desde 2010. Tem trabalhado como capelão nos serviços de Assistência Espiritual e Religiosa de vários hospitais públicos da cidade de Lisboa. Colabora na formação de novos dehonianos e acompanha pessoas e grupos em contextos pastoralmente periféricos. Prefaciou a edição portuguesa do livro “Construindo uma ponte – Como a Igreja Católica e a comunidade LGBT podem estabelecer uma relação de respeito, compaixão e sensibilidade”, de James Martin, sj.

Inscreva-se na ligação que disponibilizamos abaixo:
https://forms.gle/b6sYz7MV2eEZiZ1n9

A Equipa de Animação Pastoral do Instituto Universitário Justiça e Paz

Venda de Natal dos Escuteiros

No próximo fim de semana, 10 e 11 de dezembro, terá lugar a tradicional venda de Natal dos nossos escuteiros: haverá bolos e chá, decorações natalícias variadas e belas coroas de Natal.

No sábado, dia 10, depois da missa das 19h00 e, no Domingo, entre as 9h30 e as 13h30.

Crianças e famílias já encheram a primeira cesta

Iniciado que está o Advento, hoje, na eucaristia paroquial de São João Baptista, respondendo ao apelo das catequistas, muitas foram já as famílias a querer partilhar com os mais desfavorecidos.

Hoje, era leite, óleo e azeite; para a semana que vem, será farinha, açúcar, arroz e enlatados.

Recordamos a distribuição dos produtos que selecionámos para cada semana que antecede o Natal e que foi feita do seguinte modo:

  • 26/27 de Novembro: leite, óleo e azeite.
  • 3/4 de Dezembro: Farinha, açúcar, arroz e enlatados
  • 10/11 de Dezembro – V. do Porto, sumos, chocolates
  • 17/18 de Dezembro – Bacalhau, bolo-rei, broinhas

Crianças abriram 1ª janela da faixa do Advento

Na igreja encontra-se uma faixa com a designação da campanha: “E o Povo viu Uma Grande Luz…” com 4 janelas com as indicações 1º domingo do Advento, 2º domingo do Advento, 3º domingo do Advento, 4º domingo do Advento. Em cada domingo está a ser “aberta” uma janela, revelando uma vela acesa referente ao domingo em causa.

Estamos no Advento (do latim Adventus: “chegada”) – É o tempo de preparação, alegria, e expectativa, porque esperamos o nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo. Jesus diz-nos no Evangelho: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor.”

Temos de estar sempre atentos e prontos para receber JESUS quando Ele chegar. É preciso preparar o nosso coração e os nossos lares. Preparamos o coração quando fazemos o bem, nos arrependemos das nossas faltas e vivemos em Paz com os nossos irmãos. Preparamos os lares e a Igreja, com o presépio, que representa para nós o nascimento de Jesus e com a coroa de advento que simboliza a nova aliança de Deus com a humanidade. As 4 velas: uma para cada um dos 4 domingos, para iluminar a vinda da Luz do Mundo, Jesus Cristo.

Folha Paroquial 27.11.2022 – 1º Domingo do Advento

Vamos com alegria para a casa do Senhor.

A versão PDF da Folha Paroquial pode ser descarregada aqui.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Como aconteceu nos dias de Noé, assim sucederá na vinda do Filho do homem. Nos dias que precederam o dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca; e não deram por nada, até que veio o dilúvio, que a todos levou. Assim será também na vinda do Filho do homem. Então, de dois que estiverem no campo, um será tomado e outro deixado; de duas mulheres que estiverem a moer com a mó, uma será tomada e outra deixada. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. Compreendei isto: se o dono da casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, estaria vigilante e não deixaria arrombar a sua casa. Por isso, estai vós também preparados, porque na hora em que menos pensais, virá o Filho do homem.

EVANGELHO ( Mt 24, 37-44 )

Advento significa “a vinda”, “a chegada” e designa as semanas que antecedem o Natal: do primeiro Domingo do Advento até à vigília do Natal. Durante este tempo, fazemos memória da vinda de Jesus à terra (há mais de dois mil anos). Ao mesmo tempo que continuamos a acolhê-lo no hoje da nossa vida. É Ele que nos encoraja a deixar-nos iluminar cada vez mais pela sua luz e a abrir plenamente os nossos corações ao Espírito Santo.

A primeira leitura convida-nos a levantar-nos para encetar uma peregrinação interior ao encontro do Senhor. «Vinde subamos ao Monte do Senhor» ( …) Ele nos ensinará os seus caminhos e andaremos pelas suas veredas». A segunda leitura é ainda mais clara neste convite a pôr-nos de pé, como quem se decide a entrar num caminho de conversão: «Chegou a hora de nos levantarmos do sono, porque a salvação está agora mais perto de nós do que quando abraçámos a fé.».

O Advento prepara-nos para o encontro do esposo e da esposa. A esposa vai ao encontro do esposo e fica surpreendida quando percebe que, antes dela, já o esposo a procurava. E quando se encontram, é a festa da alegria e do amor.

A primeira leitura aponta para um mundo transformado pela presença de Deus no mundo: Os homens tocados por Ele «converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação nem mais se hão–de preparar para a guerra.» Que bela e sedutora imagem! Quanto desejamos um mundo assim em que os instrumentos de guerra se transformam em instrumentos de paz e progresso. Infelizmente no nosso tempo os instrumentos de guerra são muito mais mortíferos; já não são espadas ou lanças, mas mísseis e todo o tipo de armas de destruição maciça. Se esses biliões gastos em mísseis, em drones, em bombas, fossem gastos em saúde, em solucionar os problemas da fome, quanto o mundo seria melhor! Mas não chega desejá-lo, temos de colaborar na sua construção e isso começa com a conversão do meu coração.

Deus é o primeiro a desejar esse mundo novo e o primeiro a ter a iniciativa de o pôr em marcha. A salvação é a realização plena desse sonho de felicidade para o homem e ela já começou com a vinda de Jesus a nossa terra. Como diz a segunda leitura, «A salvação está agora mais perto de nós». Ela é dom da graça divina e é também colaboração nossa.

Tempo de advento é tempo de esperança: Nós cremos num futuro à imagem de Deus! Nós sabemos que este futuro passa pelo humano. O Deus de amor espera que nós nos tornemos semeadores de luz, de paz, de perdão, de alegria de amor, de ternura…à imagem de Jesus. Sim, a nossa esperança é forte e certa: a Luz vai resplandecer sobre o nosso mundo que verá a glória de Deus.

Tempo de conversão: Nós desejamos que a Luz brilhe! Mas para isso sabemos que precisamos de mudar de vida. Assim a luz escondida no fundo de nós poderá brilhar à nossa volta.

Neste caminho de conversão ajudam-nos a oração, a escuta da Palavra e a vivência dos sacramentos da reconciliação e da Eucaristia.

Tempo de preparação: Como para uma grande limpeza de Páscoa, somos chamados a preparar o nosso coração rejeitando em nós tudo o que é poeira, obscuridade: «abandonemos as obras das trevas (…) evitando comezainas e excessos de bebida, as devassidões e libertinagens, as discórdias e os ciúmes» (2ª leitura). Preparando-nos assim, damos espaço ao Espírito Santo para vir habitar-nos e iluminar-nos.
Tempo de atenção e vigilância: Atenção a nós mesmos; às nossas ações, aos nossos gestos, às palavras que dizemos para que tudo o que fazemos e dizemos seja mais puro, mais generoso, mais voltado para os outros.

Atenção aos outros; aos mais pobres, aos excluídos, aos doentes, aos isolados, aos que se cruzam connosco no caminho da vida. A luz está em nós para ser partilhada, para ser distribuída.

Entrar em Advento, é partilhar com outros uma esperança de felicidade para o mundo e agir para que isso aconteça.

Entrar em Advento, é estar vigilante, ser sentinela; se Deus vem bater á nossa porta, estaremos prontos para O acolher?

Entrar em Advento, é ter desejo que Deus viva no coração de todos os homens, é ter um coração missionário.

Santo Advento para todos.

«Abrir o coração» – a receita do Papa para preparar o Natal

Cidade do Vaticano, 23 nov 2022 (Ecclesia) – O Papa convidou a “abrir o coração” para preparar o Natal, falando do início do tempo do Advento, a 27 de novembro.

“O próximo domingo marca o início do Advento, tempo litúrgico que antecede e prepara a celebração do Santo Natal. Desejo que cada um de vós abra o coração ao Senhor: recomendo-vos, abrir o coração ao Senhor para preparar o caminho àquele que vem preencher, com a luz da sua presença, todas as nossas fraquezas humanas”, disse, no final da audiência pública semanal, no Vaticano.

Numa Praça de São Pedro em que já são visíveis a árvore de Natal e os preparativos para a montagem do presépio, Francisco refletiu sobre a “consolação” espiritual e convidou a superar uma visão “infantil” de Deus.

“Corremos o risco de viver a relação com Deus de forma infantil, de o reduzir a um objeto para nosso uso e consumo, perdendo o dom mais belo, que é Ele próprio”, acrescentou.

Prosseguindo o ciclo de reflexões sobre o tema do discernimento, o Papa falou dos “equívocos” que algumas vezes são associados à ideia de consolação espiritual, que distinguiu da “vontade de se fechar em si mesmo e não fazer nada”.

“É uma profunda experiência de alegria interior, que permite ver a presença de Deus em tudo; revigora a fé e a esperança, assim como a capacidade de fazer o bem. Trata-se de um grande dom para a vida espiritual e para a vida no seu conjunto”, precisou.

Francisco advertiu que “há também falsas consolações”.

“As suas imitações são mais barulhentas e vistosas, são fogo de palha, sem consistência, levam a fechar-se em si mesmo, e a não se preocupar com os outros. No final, a falsa consolação deixa-nos vazios, distantes do centro da nossa existência”, indicou.

No final da audiência, o Papa recordou a beatificação do padre e médico Giuseppe Ambrosoli, celebrado este domingo em Kalongo, no norte do Uganda.

Francisco pediu um aplauso para o novo beato, que “gastou a sua vida pelos doentes, nos quais via o rosto de Cristo”.

“Que o seu extraordinário testemunho cada um de nós a ser digno de uma Igreja em saída”, desejou.

(Agência Ecclesia)

Festa da juventude diocesana reuniu cerca de 2200 pessoas em Cantanhede

Cerca de 2.200 pessoas participaram na grande festa da juventude diocesana, para assinalar o Dia Mundial da Juventude, que decorreu no domingo Pavilhão Marialvas e serviu de preparação da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023.
Numa onda de entusiasmo e alegria, os jovens da Diocese de Coimbra tiveram, desta forma, oportunidade de celebrar a juventude, nesta solenidade de Cristo-Rei, com muita música, convívio, artes performativas, e com tempos de recolhimento, reflexão, partilha e um momento de oração e adoração.
Ao intervir na sessão, o bispo D. Virgílio Antunes agradeceu a forma acolhedora como o Município de Cantanhede recebeu os participantes, destacando a importância da caminhada rumo à Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 e desafiando os jovens a alicerçarem a sua vida em Cristo para melhorar e acentuar o sonho de uma humanidade mais unida, em paz, solidária e mais fraterna.

Autarca realça humanismo

Helena Teodósio, presidente da Câmara de Cantanhede, destacou a importância de “dar expressão viva e autêntica às aspirações da juventude de todos os continentes, tendo como referência os valores supremos do humanismo cristão e o desígnio de um mundo mais justo e solidário”.
A autarca reiterou mais uma vez a disponibilidade do Município de Cantanhede em “dar suporte à diocese no processo de acolhimento dos milhares de participantes na Jornada Mundial da Juventude que virão instalar-se na região na semana de 1 a 6 de agosto”.
O padre João Pedro Silva, pároco da Unidade Pastoral de Cantanhede, anfitrião em termos eclesiais, acolheu os participantes com entusiasmo e formulou votos de que aproveitem ao máximo esta etapa que marca a caminhada rumo à Jornada Mundial.

Preparação para a jornada mundial

Manifestamente satisfeitos com esta demonstração de uma diocese unida estavam Hugo Monteiro, coordenador do COD, e o responsável pela Pastoral Juvenil, padre Diniz, que não esconderam a alegria pelo êxito desta iniciativa, pela participação notável de milhares de jovens e com a onda crescente de entusiasmo nos jovens de Coimbra, que se preparam para a Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023.
Já o vice-presidente do Município, Pedro Cardoso, referiu na sessão de abertura que esta Jornada de Cantanhede “constitui um grande momento de celebração, partilha, festa, experiência de fé e oportunidade de retomar com mais energia, entusiamo e motivação a caminhada rumo à Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023”. “A Diocese de Coimbra vai ter uma presença enorme e contribuir para fazer da Jornada Mundial a melhor de sempre”, garantiu. Desafiando para a participação, lembrou ainda que “os jovens são o futuro, e está nas vossas mãos construir uma comunidade mais justa, mais solidária, mais humana, mais feliz”.
Depois de uma sessão cultural com a atuação de diversos grupos, seguiu-se um momento de oração, onde se refletiu em silêncio a vida e as decisões de cada jovem presente. A oração foi presidida pelo bispo de Coimbra e acompanhada pelo grupo Cantar-Te, de Cantanhede. O evento terminou com o concerto da Banda da Paróquia.
Organizado pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil – Coimbra, pelo Comité Organizador Diocesano de Coimbra, com o apoio da Unidade Pastoral de Cantanhede, a Jornada Mundial da Juventude Diocesana contou ainda com a presença do vigário geral da Diocese de Coimbra, padre Manuel Ferrão, entre outras entidades e representantes de paróquias e municípios da Diocese de Coimbra.

Fonte: https://www.asbeiras.pt/2022/11/festa-da-juventude-diocesana-reuniu-cerca-de-2200-pessoas-em-cantanhede/

Formação & Adoração

Domingo, dia 27, a partir das 17 horas, haverá em São José, na igreja, um encontro de formação seguido de adoração ao Santíssimo.

Procuraremos realizar estes encontros sempre no último Domingo de cada mês – como em dezembro é o Natal, o próximo encontro está marcado para dia 29 de janeiro em São João Baptista.

Lectio Divina para o Advento

Estão à venda, por 1€, os livros com uma proposta de leitura orante da Palavra de Deus deste Advento, proposta feita pela Diocese e este ano da autoria do Pe Carlos Delgado.

Os livritos estão disponíveis na secretaria e à saída das missas.

Festa da Luz em São José

No sábado dia 19 de novembro, na Eucaristia das 19h realizou-se a Festa da Luz das crianças do 3.º ano da catequese da paróquia de São José.

Esta festa foi uma celebração de grande beleza, onde as crianças e familiares puderam vivenciar a experiência da Luz e das trevas, mas que contribuiu para uma proximidade com Jesus de forma diferente.

Acompanhadas pelos pais numa cerimónia presidida pelo Senhor Padre Jorge Santos, as crianças e familiares levaram uma vela e participaram ativamente e com alegria na Eucaristia juntamente com toda a comunidade presente que também acendeu uma vela em memória da renovação do batismo.

Todos os presentes estiveram envolvidos no espírito desta celebração, louvando o Senhor com cânticos alusivos e agradecendo a Luz de Deus, que nos ilumina. O coro que entoou os cânticos esteve composto por pais, catequistas das crianças celebrantes da festa e outros paroquianos que contribuíram com os seus dons musicais.

No final houve uma fotografia de grupo com todas as crianças, catequistas e o Senhor Padre para mais tarde recordar a nova Luz que iluminará as suas vidas.

Judite Dias, mãe da Marisa Costa

Folha Paroquial 20.11.2022 – Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

Vamos com alegria para a casa do Senhor.

A versão PDF da Folha Paroquial pode ser descarregada aqui.

Naquele tempo, os chefes dos judeus zombavam de Jesus, dizendo: «Salvou os outros: salve-Se a Si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito». Também os soldados troçavam d’Ele; aproximando-se para Lhe oferecerem vinagre, diziam: «Se és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo». Por cima d’Ele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus». Entretanto, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-O, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também». Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: «Não temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo das nossas más acções. Mas Ele nada praticou de condenável». E acrescentou: «Jesus, lembra-Te de Mim, quando vieres com a tua realeza». Jesus respondeu-lhe: «Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso».

EVANGELHO ( Lc 23, 35-43 )

A festa de Cristo Rei, que culmina todo o ano litúrgico, reveste-se de imensa beleza e pede para ser contemplada com admiração. Dela jorra o paradoxo cristão que nos leva ao assombro diante da majestade divina que se reveste da mais admirável pequenez e humildade. Um Rei que se manifesta assim, só pode ser divino! Por cima d’Ele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus». Mais do que Rei dos Judeus, é o rei universal.

Já houve na história da igreja a tentação de ver a realeza de Cristo de uma forma demasiado humana. Consistia em comparar Jesus Cristo aos poderosos deste mundo que exibem poder, honras e riquezas. Jesus nunca nos permitiu essa interpretação. Ele recusou sempre este tipo de realeza pois, como disse: «O meu reino não é deste mundo».

E no entanto, Jesus diz, solenemente, a Pilatos: «É como dizes: Sou rei.» É este o paradoxo surpreendente: Ele não se parece nada com um rei. Chamamos-lhe «o Altíssimo», e ele manifestou-se como o «baixíssimo», aquele que se aniquilou a si próprio assumindo a condição de servo. Teve um estábulo como berço e não tinha pedra onde reclinar a cabeça. Da sua corte nem vale a pena falar: Eram os mais humildes, pessoas sem notoriedade alguma, os pastores, os pecadores, os leprosos, e por companheiros, pescadores. Nos dias da sua paixão, como cetro foi uma cana, como coroa real tecem-lhe uma feita de espinhos. O seu solene manto real era vermelho, da cor do sangue que brotava dos golpes que lhe davam. O seu trono foi uma cruz. O povo que há alguns dias o aclamava, agora grita: «Crucifica-o». Os grandes que passavam zombavam dele e os soldados riem de forma trocista. Só um ladrão ao ver tudo aquilo, compreende em profundidade. O seu último companheiro torna-se o primeiro a entrar no seu reino. «Hoje mesmo estarás comigo no meu reino».

A beleza do Rei

Do corpo chagado deste homem que expira na cruz num grito de abandono, emana uma beleza comovente. Esta beleza misteriosa é ainda mais admirável quando contemplamos atentivamente a imagem que a técnica moderna conseguiu dar-nos a partir do Sudário de Turim e que está em exposição na Catedral de Salamanca. A sua beleza simples permite-nos aproximar-nos, na fé, desse Jesus que tão fortemente impressionou os seus contemporâneos. Revela-nos sem nenhuma hesitação que estamos na presença do «mais belo dos filhos dos homens» (Sl 45,2)

Quem é este Rei crucificado?

Para responder a esta pergunta servimo-nos da segunda leitura que é como um credo, uma síntese do mistério de Cristo que as primeiras comunidades cristãs professavam e que Paulo colocou na sua carta aos Colossenses como um fresco do projeto de Deus para a humanidade dizendo que este projeto foi cumprido totalmente em Jesus Cristo. Será um belo exercício contemplarmos o crucificado a partir deste hino. Olhar a cruz e dizer: «Ele é a imagem de Deus invisível». “Nele todas as coisas foram criadas tanto as da terra como as do céu.” Aprouve a Deus que a salvação e a nossa redenção se realizassem em plenitude através d’Ele, isto é, que através do sangue da sua cruz fomos todos reconciliados com Deus. Em Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, o Mal e a morte foram vencidos, e todos doravante, se o desejarmos, podemos participar na sua vida de ressuscitado. Ele é a cabeça do Corpo que é a Igreja, Ele é o Princípio, o primogénito de entre os mortos; em tudo Ele é o primeiro.

Como participamos da sua realeza?

Começamos a participar do reino de Jesus a que Ele chamou Reino de Deus ou reino dos céus, unindo-nos a Ele pela fé e pelo batismo e depois seguindo o seu exemplo de humildade, de serviço e de perdão. Para entrar neste reino é preciso nascer de novo pela água e pelo Espírito, mas é também preciso revestir-se de uma nova mentalidade despojando-se do homem velho com as suas seguranças e orgulho e tornando-se pequeninos como as crianças, “pois quem não for simples e humilde como as crianças não pode pertencer ao reino de Deus.” Quem desejar entrar no seu reino e reinar com Ele, não pode esperar fazê-lo para ter poder, prestígio ou dinheiro, mas deve aproximar-se dos pobres e dos humildes e fazer-lhes bem, “pois tudo aquilo que fizermos a um destes mais pequeninos é a Ele que o fazemos” e um dia Ele lhes dirá «Vinde benditos de meu Pai recebei o reino preparado para vós desde toda a eternidade.”
A História caminha para Cristo, pois Ele é o princípio e o fim da história, mas é também o seu centro.
Um dia, depois de todas as criaturas terem aceitado o seu reino, Ele oferecerá a Deus Seu Pai um «reino eterno e universal: reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz.» (Prefácio da missa de Cristo rei.)

Ele conta com os seus discípulos para fazer avançar o seu reino na história. Para isso nos deu uma constituição pela qual nos devemos reger na construção desse reino. Esta constituição tem oito artigos e chamam-se bem-aventuranças. Elas são a chave para a compreensão de toda a ação de Jesus. Ele cumpriu-as todas na perfeição. Muitos homens e mulheres viveram esta constituição e fizeram que o reino de Deus crescesse. Pensamos nos santos, mas também em pessoas que não professavam explicitamente a fé cristã mas deixaram-se guiar pelo bem e pelo amor à humanidade lutando contra o mal e contra a injustiça.

Quando servimos os outros, por amor e com humildade, estamos a fazer que o seu reino venha, quando renunciamos à violência e sempre tentamos o diálogo como solução para os conflitos, estamos no caminho do reino, quando exercemos o perdão e a misericórdia, em vez da vingança unimo-nos ao rei de bondade tornamo-nos construtores do mundo novo, quando servimos os pobres e lutamos contra a injustiça, fazemos crescer o seu reino, quando preferimos ser vítimas a sermos agressores imitamo-lo a Ele que encheu o mundo de amor e assim venceu o ódio.

Neste tempo em que sofremos as consequências do poder das armas e da mentira sistemática, nós deparamos com o reino do mal que não será vitorioso mas que faz derramar muitas lágrimas.
Que o Rei universal apresse o a vinda do seu reino de amor e de paz e que nós todos, unidos a Ele, trabalhemos para que se estenda a todos os corações e a todas as estruturas do mundo. Amen.

Vigília da Vida Nascente

O Secretariado Diocesano da Pastoral da Família de Coimbra vêm endereçar-vos o convite, especialmente junto das mães gravidas, da realização da Vigília da Vida Nascente no próximo sábado 26 de novembro, às 21h00, na Sé Nova de Coimbra que incluirá a Bênção das Gravidas (Vida Nascente).

Contamos , desde já, com a vossa ajuda para divulgação deste convite por forma a chegar a todas as mães gravidas para participarem presencialmente neste momento importante de suas vidas e de suas famílias.

A participação não carece de qualquer inscrição, contudo, por motivos de nossa organização, agradecíamos que, se possível, nos confirmem atempadamente por esta via (sdpfcoimbra@gmail.com) a presença das pessoas gravidas, mães e pais, indicando o nome da mãe gravida, do futuro filho (a), caso já escolhido, sexo e meses de gestação (gravidez).  Estes dados ou quaisquer outras informações serão confidenciais e de uso exclusivo deste secretariado para organização da Vigília.

A todos convidamos para que se façam acompanhar da “Imagem do Menino Jesus do Presépio”, participando durante a Vigília num momento de adoração.

Anexamos cartaz desta Vigília para possível afixação nas vossas instituições e/ou localidades.

Todos unidos pela Vida Nascente e suas famílias.

Preparar a ceia de Natal semana a semana

Em virtude do número crescente de pessoas carenciadas que a paróquia tem de apoiar, para minimizar os encargos do GASC e para envolver e sensibilizar a catequese e toda a comunidade na partilha de géneros alimentícios para os cabazes de Natal destinados a esse grupo fragilizado, foi sugerido que se começasse já a apelar nesse sentido.

A distribuição dos produtos que selecionámos para cada semana que antecede o Natal foi feita do seguinte modo:

  • 26/27 de Novembro: leite, óleo e azeite.
  • 3/4 de Dezembro: Farinha, açúcar, arroz e enlatados
  • 10/11 de Dezembro – V. do Porto, sumos, chocolates
  • 17/18 de Dezembro – Bacalhau, bolo-rei, broinhas

Pinheiros de Natal naturais

No domingo (27 de Novembro), pelas 9h00, junto ao parque infantil da igreja de S. José, o COT Boa Nova irá disponibilizar pinheiros de Natal naturais ao abrigo de desbaste florestal, facilmente transportáveis.

Para o efeito, estará disponível à entrada da Igreja, a partir do próximo dia 18/11, um cartaz com senhas para a compra dos pinheiros. São apenas 10,00€ e inclui um brinde do nosso COT.

Esta iniciativa reverte a favor do COT Boa Nova, a caminho da Jornada Mundial da Juventude 2023.

Contamos todos com a sua ajuda.

Questionário para ouvir o Povo de Deus

Caminhar juntos (“sinodalidade”) deve ser o estilo da Igreja Católica, como era nos seus inícios, há 2000 anos. Para retomar esta “forma de estar e de atuar”, precisamos de continuar a ouvir as pessoas, mesmo as que nem são batizadas, as que andam afastadas ou as que nem sempre acolhem facilmente as determinações do Magistério da Igreja. É neste sentido que a sua opinião é muito importante, qualquer que seja a sua posição e atitude perante Deus e a Igreja.

Em cada área temática, das 10 propostas pelo Papa, há afirmações que devem ser avaliadas por escala linear: 1 (discordo totalmente); 2 (tendencialmente discordo); 3 (nem concordo nem discordo); 4 (tendencialmente concordo); 5 (concordo plenamente). Se não tiver opinião, porque a frase não lhe diz nada, responda 0 (zero).

Tão ou mais importante do que este leque de afirmações, é a última questão de cada área temática. Por favor, mesmo que ande afastado, não deixe de sugerir propostas de mudança. Creia que a sua opinião é muito importante.

No final há um breve inquérito para mais facilmente conhecermos as pessoas que respondem a este questionário.

A Unidade Pastoral de S. José e de S. João Baptista agradece a sua colaboração. E também lhe pede que partilhe este questionário com outras pessoas que fazem parte da sua lista de contactos.

Responda ao questionário em https://tinyurl.com/quest-sinodal

Círio JMJ2023 marca presença na UP

O Círio da JMJ andou a marcar presença pelas comunidades das Unidades Pastorais do COT BOA NOVA. Iniciou-se pela igreja de S. José, depois por Torres de Mondego, de seguida por Castelo de Viegas, posteriormente ficou na Igreja de S. João Baptista e terminou o seu percurso, no passado domingo, em Ceira.

O Círio representa todas as paróquias do COT BOA NOVA. A luz deste, emana uma esperança e ilumina os nossos caminhos para esta caminhada da JMJ Lisboa 2023.

No dia 20/11 iremos celebrar novamente a Jornada Mundial da Juventude na nossa Diocese. Pelas 14h30, toda a Diocese de Coimbra vai juntar-se em Cantanhede, no Pavilhão Marialvas, e o nosso Círio irá estar lá, a marcar a presença do COT BOA NOVA.

Contamos com todos para esta tarde animada e com certeza de momentos muito felizes!

Esperamos por ti!

Magusto na Paróquia

Na tarde do sábado dia 12.11.2022, realizou-se um magusto na Paróquia de São José, organizado pelos Escuteiros 347 São Jorge, pelos Adolescentes de São José (ASJ) e pela Catequese de Infância.

Que bom foi termos tantas crianças, adolescentes e jovens da paróquia, a conviverem uns com os outros, em jogos, brincadeiras, conversas, risos e gargalhadas, e ainda ensaiaram os cânticos para a animação da missa das 19h.

Estiveram catequistas e pais da catequese familiar, onde todos puderam conversar e conhecerem-se melhor uns aos outros.

O Padre Francisco Silva esteve todo o tempo presente, conversou com as pessoas e foi uma presença muito querida por todos.

Também estiveram presentes alguns paroquianos que quiseram participar no magusto e que foram muito bem recebidos e sentiram-se bem integrados.

E castanhas? Sim, sim, houveram muitas castanhas para todos e ainda sobraram. As castanhas foram assadas no Centro Social de São José; um agradecimento especial à Direção da instituição.

E não houveram só castanhas, mas também bolos, salgados, sumos e águas que as famílias tiveram a gentileza de oferecer. Foi um lanche muito completo.

E de maneira geral e pela opinião expressada por muitas pessoas, foi uma excelente iniciativa os três grupos da Paróquia se terem juntado para organizarem o magusto, correu tudo bem e as castanhas estavam muito boas. Uma iniciativa a repetir!

E assim se promoveu a comunhão fraterna entre todos, passo a passo na construção de uma verdadeira comunidade cristã!

Ana Rita Santos, Escuteiros 347 São Jorge
Natália Costa, Catequese de Infância
Sofia Santos, ASJ

Folha Paroquial 13.11.2022 – 33º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A versão PDF da Folha Paroquial pode ser descarregada aqui.

Naquele tempo, comentavam alguns que o templo estava ornado com belas pedras e piedosas ofertas. Jesus disse-lhes: «Dias virão em que, de tudo o que estais a ver, não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído». Eles perguntaram-Lhe: «Mestre, quando sucederá isto? Que sinal haverá de que está para acontecer?». Jesus respondeu: «Tende cuidado; não vos deixeis enganar, pois muitos virão em meu nome e dirão: ‘Sou eu’; e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não os sigais. Quando ouvirdes falar de guerras e revoltas, não vos alarmeis: é preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim». Disse-lhes ainda: «Há-de erguer-se povo contra povo e reino contra reino. Haverá grandes terramotos e, em diversos lugares, fomes e epidemias. Haverá fenómenos espantosos e grandes sinais no céu. Mas antes de tudo isto, deitar-vos-ão as mãos e hão-de perseguir-vos, entregando-vos às sinagogas e às prisões, conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Assim tereis ocasião de dar testemunho. Tende presente em vossos corações que não deveis preparar a vossa defesa. Eu vos darei língua e sabedoria a que nenhum dos vossos adversários poderá resistir ou contradizer. Sereis entregues até pelos vossos pais, irmãos, parentes e amigos. Causarão a morte a alguns de vós e todos vos odiarão por causa do meu nome; mas nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá. Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas».

EVANGELHO Lc 21, 5-19

Na época de S. Paulo, pensava-se que a segunda vinda do Senhor seria para breve. Para alguns, isso tornou-se pretexto para não fazer nada, pois pensavam que já não tinha nenhuma utilidade trabalhar e fazer projetos que não se iriam cumprir. Na sua carta (a segunda leitura) Paulo vai colocar as coisas nos termos certos: Ele próprio apresenta-se como exemplo: Ele sempre exerceu uma atividade para não ser pesado à comunidade. Ele convida-os a trabalhar para comer o pão que eles ganharam. Os cristãos devem estar presentes no mundo por uma vida exemplar. O apóstolo tem palavras duras para os preguiçosos: «Se alguém não quer trabalhar também não coma».

No evangelho de hoje ouvimos falar de catástrofes, como acontece todos os anos nesta altura do final do ano litúrgico. Fala-se de guerras, fome e perseguições. De facto, todas estas três coisas foram e são um contínuo na história da humanidade. Neste dia dos pobres, o papa chama-nos a uma verdadeira solidariedade para com as pessoas refugiadas, migrantes e exiladas. A guerra na Ucrânia veio juntar -se a outras guerras regionais que já existiam e tornou-se o foco maior por se tratar de uma grande potência nuclear que veio pôr em jogo o equilíbrio mundial e gerar um sofrimento apocalítico ao povo da Ucrânia e ao seu próprio povo que vê morrer todos os dias os mais novos que vão para a guerra. Os refugiados são aos milhões e chegam também ao nosso país. Estamos a viver momentos difíceis a nível da política mundial e parece que o poder do mal anda à solta.

No entanto dizem-nos os textos de hoje que o Senhor está bem presente no centro das nossas vidas e que nada nos pode separar do seu amor. Quando tudo vai mal, Ele é quem nos dá coragem de trabalhar na construção de um mundo mais justo e fraterno. Neste tempo de violência e nos nossos dias de fraqueza, temos dificuldade em reconhecê-lo. O Dia do Senhor parece tardar. Mas não esqueçamos.: Não há outro salvador que devamos esperar senão o Senhor Jesus morto na cruz e ressuscitado para nos tornar vitoriosos com ele de todo o mal. Nós somos chamados a ser as sentinelas que avistam ao longe a aurora do Dia do Senhor que virá ao nosso encontro.

A Liturgia deste Domingo lembra-nos que somos chamados a avançar humildemente e com coragem alimentando-nos em cada dia da Palavra de Deus. Ela “é luz para os nossos caminhos”. Cada Domingo, o Senhor deseja ter um encontro connosco na Eucaristia fonte e cume da vida cristã. Depois Ele nos envia para agir como ele ao serviço dos outros. É com Ele que poderemos permanecer em vigília para testemunhar a esperança que nos anima.

No Domingo passado foram mais de cento e cinquenta novos irmãos que se inscreveram como adoradores, vindo assim juntar-se aos já existentes para, em nome de toda a comunidade, permanecemos em vigília, dia e noite, diante do Senhor. Que Ele nos encha da sua graça e que a permanência junto d’Ele, em vigília, atraia sobre nós, as nossas famílias e comunidade a sua abundante misericórdia. «Felizes aqueles que o Senhor ao regressar encontrar assim vigilantes. Em verdade vos digo: cingir-se-á e mandará que se sentem à mesa e, passando diante deles, os servirá. Se vier à meia-noite ou de madrugada felizes serão se assim os encontrar».

Caminhar sinodalmente

Formulário: https://forms.gle/QAjBEY4pQPGg8Tzm8

Já todos teremos ouvido falar de que a Igreja universal está toda a fazer um caminho sinodal que tem como tema. Comunhão, participação e Missão, que são três palavras-chave para dizer o que é um Sínodo e o que deve ser a Igreja. Sínodo é outro nome para dizer a Igreja, isto é um povo que caminha junto na realização da mesma missão da Igreja, todos a participar segundo os seus dons e carismas unidos pelo vínculo da caridade, a comunhão. «O caminho da sinodal idade é precisamente o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro milénio» (Papa Francisco) “caminhando lado a lado e refletindo em conjunto sobre o caminho percorrido, com o que for experimentando, a Igreja poderá aprender quais são os processos que a podem ajudar a viver a comunhão, a realizar a participação e a abrir-se à missão. Com efeito, o nosso “caminhar juntos” é o que mais implementa e manifesta a natureza da Igreja como Povo de Deus peregrino e missionário” Documento preparatório, nº 1).

A questão fundamental que o Sínodo nos coloca, enquanto Igreja sinodal que anuncia o Evangelho e “caminha em conjunto”, é a seguinte: Como é que este “caminho em conjunto” está a acontecer hoje na vossa Igreja local (Diocese de Coimbra, no nosso caso, e também ao nível paroquial). Que passos é que o Espírito nos convida a dar para crescermos no nosso “caminhar juntos”?

Para concretizar a pergunta e a respostas, apresentaram-se depois 10 temas diferentes para respondermos à mesma questão. O primeiro tema era “Companheiros de viagem” e a pergunta era formulada da seguinte forma:
Refletir: Na Igreja e na sociedade, estamos no mesmo caminho, lado a lado. Na nossa Igreja local, quem são aqueles que “caminham juntos”? Quando dizemos “a nossa Igreja”, quem é que faz parte dela? Quem nos pede para caminhar juntos? Quem são os companheiros de viagem, inclusive fora do perímetro eclesial?
Que pessoas ou grupos são, expressa ou efetivamente, deixados à margem? Responder: 1.1. Sendo companheiros de viagem, como é que o “caminhar em conjunto” está a acontecer hoje na nossa Igreja local? 1.2. A propósito deste tema, que passos é que o Espírito nos convida a dar para crescermos no nosso “caminhar juntos”?
Para todos os outros temas era formulada a mesma questão.
Na nossa Unidade, o Conselho pastoral promoveu a reflexão sinodal que foi feita com todos os grupos representados no Conselho pastoral apesar de alguns( poucos) não terem respondido. No final mandou-se para a Diocese o fruto da reflexão. No entanto a grande maioria dos paroquianos ficou de fora da reflexão e o tempo que era dado também não era suficiente para um trabalho de larga escala com o máximo de pessoas possível. Porém este é um tema demasiado importante para o futuro da Igreja para o deixarmos de lado e continuarmos o caminho do costume sem escutarmos o que o espírito diz às Igrejas. Ora o Espírito está a dizer-nos que «o caminho da sinodalidade é o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro milénio, como já foi o caminho que a Igreja viveu em quase todo o primeiro milénio.
Assim na sua última reunião, o Conselho Pastoral decidiu convidar toda a paróquia, mas também aqueles que já não a frequentam e mesmo aqueles que estão de fora da Igreja, mas têm sobre ela uma opinião e aceitam dá-la. Todos são convidados a refletir sobre as perguntas do Sínodo e a participar nele ou formando grupos, se alguns assim quiserem, ou respondendo individualmente preenchendo o questionário que é de resposta múltipla, isto é, fazem-se três ou mais afirmações por cada área temática e por baixo de cada afirmação aparece um círculo com o nº 1 que significa discordo totalmente, outro com o nº 2, que quer dizer discordo tendencialmente , com o nº 3 para dizer, nem concordo nem discordo, com o nº 4 para afirmar que tendencialmente concordo e o nº 5 para dizer concordo plenamente. Se não tiver opinião, porque a frase não lhe diz nada, responde 0 (zero).
O questionário vai estar online no site da Unidade Pastoral, no Facebook e noutras redes sociais, vai ser enviado a todos os grupos paroquiais para que estes enviem a todos os seus contactos. O que se pretende é que seja uma divulgação exponencial e que se tudo correr bem, haja milhares de respostas.
Deus quer que a Igreja que Ele ama e que enviou ao mundo, seja uma casa de comunhão, onde todos se sintam a participar co responsavelmente na mesma missão: E isto é sinodalidade. Cristo não pensou numa igreja que não fosse sinodal. Então vamos começar por nós. Convido a todos, a não só preencherem o questionário que vem no site, mas a enviá-lo aos amigos para que eles também o preencham e enviem também aos seus amigos.

No mês de fevereiro esperamos já ter resultados para publicar e consequências a tirar para a nossa Unidade pastoral.

Relançamento da adoração eucarística – conferência do Pe Gary Holmes

Conferência proferida no âmbito do relançamento da Adoração Eucarística nas paróquias de São João Baptista e São José, em Coimbra, no dia 7 de novembro de 2020.

Esta conferência foi precedida de uma homilia que poderá ser visualizada em https://youtu.be/A2QHUxuJY0I?t=1821

COT percorreu a Rota dos Patronos

No passado sábado, dia 5 de Novembro, vários membros do COT BOA NOVA, juntamente como Pe Fernando, realizaram a Rota dos Patronos. Esta foi mais 1 etapa, a caminhar, rumo à Jornada Mundial da Juventude, onde fomos marcar a nossa presença na ROTA dos PATRONOS e carimbar os nossos “passaportes”!

Deu-se início à “Rota dos Patronos” pela visita à Igreja St. António dos Olivais, e depois de entregarmos a JMJ Lisboa 2023 ao Senhor, pedindo a intercessão de Santo António, seguimos o nosso percurso.
Próxima paragem: Chegámos ao Seminário, tivemos o nosso momento de oração, onde nos dirigimos a Santo Agostinho, pedindo a sua intercessão pelo encontro dos jovens com o Papa Francisco. Ficámos por aqui, num ambiente fraterno, e almoçámos juntos. Foi um almoço partilhado, onde se partilhou os alimentos, mas sobretudo a fé.

De seguida, deixando o Seminário para trás, atravessámos o Jardim Botânico, e juntos cantámos, entusiasmados, o hino da JMJ. Esta música, que mais do que hino, é uma prece, que convida os jovens a fazer esta caminhada para que possam ter um encontro com Jesus.

No meio do percurso, parámos no exterior da Sé Velha, que é onde se realizam, todos os meses, os encontros do dia 23, desta JMJ Lisboa 2023. De seguida fomos à Igreja de Santa Cruz, e dirigimos as nossas orações a São Teotónio, pedindo também a sua intercessão para este evento. Última paragem: Igreja Rainha Santa Isabel. Finalizámos o nosso périplo pela cidade indo até a Santa Clara. As nossas preces pelas jornadas foram entregues à Rainha Santa Isabel, e terminámos esta rota com sentido de dever cumprido. Este foi mais um momento marcante do COT BOANOVA rumo à Jornada Mundial da Juventude, Lisboa 2023.

Folha Paroquial 6.11.2022 – 32º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A versão PDF da Folha Paroquial pode ser descarregada aqui.

Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns saduceus – que negam a ressurreição – e fizeram-lhe a seguinte pergunta: «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se morrer a alguém um irmão, que deixe mulher, mas sem filhos, esse homem deve casar com a viúva, para dar descendência a seu irmão’. Ora havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos. O segundo e depois o terceiro desposaram a viúva; e o mesmo sucedeu aos sete, que morreram e não deixaram filhos. Por fim, morreu também a mulher. De qual destes será ela esposa na ressurreição, uma vez que os sete a tiveram por mulher?». Disse-lhes Jesus: Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento. Mas aqueles que forem dignos de tomar parte na vida futura e na ressurreição dos mortos, nem se casam nem se dão em casamento. Na verdade, já não podem morrer, pois são como os Anjos, e, porque nasceram da ressurreição, são filhos de Deus. E que os mortos ressuscitam, até Moisés o deu a entender no episódio da sarça ardente, quando chama ao Senhor ‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’. Não é um Deus de mortos, mas de vivos, porque para Ele todos estão vivos».

EVANGELHO ( Lc 20, 27-38 )

Meditação da semana: Vinde, adoremos o Senhor