Arquivo da categoria Células Paroquiais de Evangelização

Jovens xD preparam Via Lucis digital

Os jovens do Grupo de Jovens xD da paróquia de São João Baptista decidiram pegar na Via Lucis preparada e oferecida pelas Células Paroquiais de Evangelização no passado sábado e dar-lhe um formato multimédia em vídeos de um minuto por cada estação.

Primeiro fez-se uma avaliação da Via Sacra xD que foi sendo proposta ao longo da Quaresma no Instagram, Tiktok, Facebook e Youtube: foram unânimes numa avaliação muito positiva. Porque solidificou o espírito de grupo, porque lhes permitiu servir a comunidade, porque lhes permitiu propor a Paixão de Jesus à nossa cidade, porque lhes permitiu refletir em alguns aspetos dos quais nunca se tinham dado conta, porque por este meio puderam assumir publicamente a sua fé, porque foi divertido e nem deu assim tanto trabalho quanto pensavam no início… por tudo isto, é um modelo que deu provas e que é para continuar.

Esteja atento às nossas redes sociais… muito em breve, com uma regularidade crescente, iremos publicar a Via Lucis estação a estação.

Células ofereceram uma Via Lucis à comunidade

Os dias quaresmais são centrais na vida dos cristãos: durante 40 dias preparamo-nos para a Páscoa. Com a celebração do dia da Ressurreição do Senhor uma alegria sem fim invade-nos, mas facilmente nos descuidamos e negligenciamos o tempo que agora estamos a viver, os 50 dias que antecedem o Pentecostes.

Nesta festa celebramos o começo da Igreja, o começo da evangelização e difusão desta boa nova, Cristo venceu a morte e restaurou-nos a vida, abrindo-nos a porta para a possibilidade da vida eterna.

Esta possibilidade traz-nos também uma co-responsabilidade, ir e evangelizar, cumprindo o mandato missionário, anunciando o fogo do Espírito Santo.

Para melhor vivermos estes tempos, as Células Paroquiais de Evangelização propuseram um caminho de luz, a “Via Lucis”, que foi transmitida pelo Youtube e pelo Facebook e que continua disponível online para quem quiser saborear melhor estes tempos de graça, os da Páscoa do Senhor.

Caminhemos, com os discípulos estes 50 dias, peregrinando até à terra prometida, ao banquete final. Para que, lá chegando, preparados e com alegria possamos saborear como o Senhor é Bom, e assim O levarmos a todos os que nos rodeiam, como Ele nos pediu.

Animados pelo mesmo Espírito Santo, os membros das Células Paroquiais de Evangelização têm uma responsabilidade acrescida de ir anunciar ao mundo Cristo Ressuscitado, pois, como o próprio nome indica, elas existem para evangelizar. Mas, como o Mandato Missionário do Senhor Jesus é para todos os batizados, todos quantos estavam presentes na igreja de SJosé, bem como os que nos seguiam através das redes sociais, a rezar a oração pela Nova Evangelização, a oração com que os nossos irmãos das Células Paroquiais de Evangelização terminam sempre os seus encontros, e em uníssono, terminaram naquela noite o caminho de luz voltados para o mundo, como o Senhor nos pediu:

Ó Jesus, único pastor do teu rebanho, Tu que nos chamaste a todos, a tornarmo-nos pescadores de homens, torna-nos dignos da tarefa que nos confiaste. Abre-nos os horizontes do mundo inteiro, torna-nos atentos aos sofrimentos de todos os nossos irmãos e irmãs que Te procuram, invocando a luz da verdade e o calor do amor. Pelo Teu Preciosíssimo Sangue derramado por nós e pela salvação de todos, concede-nos que respondamos ao Teu chamamento, para que possamos confiar-Te, neste milénio, o mundo inteiro, mais evangelizado. Pedimos-To, pela intercessão de Maria, tua e nossa mãe, a quem confiamos esta oração. Ámen

 

Células Paroquiais de Evangelização preparam Via Lucis

Será no próximo sábado, dia 10 de abril, ainda na oitava da Páscoa.

Decorrerá presencialmente na igreja de São José, por ter uma maior capacidade e deverá ser transmitida no nosso canal do YouTube e nas nossas páginas do Facebook.

Já tinha sido sonhada no ano passado mas, por conta da pandemia e do primeiro confinamento, acabaria por ficar em stand by até agora.

Está a ser preparada pelas Células Paroquiais de Evangelização mas destina-se a quem queira participar. Na igreja deverão caber cerca de 100 pessoas, a capacidade da igreja de São José, mas também será possível acompanhar a partir de casa, para quem não queira ou não possa estar presencialmente presente pelas mais diversas razões. E uma das razões é que neste momento nem toda a gente que integra as células vive sequer no nosso distrito ou diocese.

Retiro das Células Paroquiais de Evangelização

Advento, tempo de preparação, tempo para recentrar – 2020 foi um ano daqueles! Para nós, Células Paroquiais de Evangelização, e para todos. Muitas adaptações e superações no que respeita ao “online”. Foi o possível, e ainda bem que assim foi, pois permitiu-nos manter a saúde das nossas relações fraternas à distância, e a companhia dos que connosco caminham esperançosos no Senhor.

Depois de uma Páscoa confinada, ousámos um Advento próximo. Todos necessitávamos desta presença, deste olhar cada vez mais intenso – por oposição aos sorrisos escondidos, desta partilha de momentos de oração.

Uma manhã, dois momentos, 40 pessoas num só Deus! Pela mão do nosso Pe. Francisco Silva refletimos a origem da nossa alegria. Aquela que, fundada na oração não nos é tirada, a verdadeira Alegria. Aquela de quem vive em oração, de quem, pelas graças que dá, reconhece os contínuos motivos de alegria, dia após dia! Mas não ficamos por aqui, ponderamos ainda o tempo.

Este grande e eterno “relativo”. Cada dia que não é no Senhor, pode ser como mil anos, como viveremos nós nesta ausência, neste desalinho?

Terminamos da melhor forma, na Sua presença. Um pequeno, mas tão grande momento de intimidade com o Senhor, entregando a nossa missão evangelizadora, o nosso Advento e também o nosso coração, onde Jesus veio nascer de novo neste Natal.

Francisca Eiriz

Folha Paroquial nº 134 *Ano III* 19.07.2020 — DOMINGO XVI DO TEMPO COMUM

Senhor, sois um Deus clemente e compassivo.

A folha pode ser descarregada aqui.

“EVANGELHO (Mt 13, 24-43)
Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio. Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?’. Ele respondeu-lhes: ‘Foi um inimigo que fez isso’. Disseram-lhe os servos: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’. ‘Não! – disse ele – não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo. Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro’». Jesus disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as plantas da horta e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos». Disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado». Tudo isto disse Jesus em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia, a fim de se cumprir o que fora anunciado pelo profeta, que disse: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a criação do mundo». Jesus deixou então as multidões e foi para casa. Os discípulos aproximaram-se d’Ele e disseram-Lhe: «Explica-nos a parábola do joio no campo». Jesus respondeu: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Diabo. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: o Filho do homem enviará os seus Anjos, que tirarão do seu reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade, e hão-de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. E os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, oiça».”

REFLEXÃO

DEPOIS DE CRESCER, É A MAIOR DE TODAS AS PLANTAS

No Evangelho de hoje, Jesus apresenta-nos três parábolas sobre o Reino de Deus. São parábolas sobre o crescimento. Primeiro a semente de mostarda é lançada à terra, e nasce a planta: depois, é chamada a crescer. Lembram-se ainda os da paróquia de S. José, como começa o enunciado da visão da paróquia? Nascemos do encontro pessoal com Cristo, crescemos na comunhão com Deus e com os irmãos. Crescemos enquanto nos formamos como discípulos, crescemos quando evangelizamos com ousadia e crescemos quando servimos com amor. Concentro-me na parábola da semente de mostarda: «Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, torna-se a maior das plantas da horta». O que chama a atenção é a capacidade de crescimento que uma semente tão pequenina leva consigo. No nosso orgulho, temos alguma dificuldade em conviver com a pequenez, com a humildade. Mesmo na Igreja, gostamos mais de coisas grandiosas, triunfais, imponentes, que chamem a atenção, do que da pequenez cheia daquela força escondida do testemunho humilde no quotidiano, semeando bondade e humanidade. Nalguns círculos, ainda se tem saudade dos tempos gloriosos em que a Igreja tinha poder e era a maior força da sociedade, impondo a sua visão a todos. Hoje somos chamados a viver, com humildade, no meio da sociedade e a partilhar a nossa visão do mundo com outras visões e, se queremos que a nossa visão seja convincente, teremos de o mostrar pelo testemunho de coerência com aquilo que dizemos.

A parábola do fermento que uma mulher deitou em três medidas de farinha lembra-nos também a pequenez do fermento em relação à grande quantidade de farinha onde ele é colocado. No entanto, sendo tão pequeno, o fermento tem uma tal vitalidade e força, que consegue levedar e fazer crescer a massa toda. Jesus nunca nos convidou a ser massa, mas a sermos fermento. No entanto, se formos fermento, o crescimento acontece porque leva consigo a levedura que faz crescer. E a levedura é a graça do Senhor, o dom do seu Espírito em nós. A nossa relação pessoal com o Senhor, isto é, a nossa vida de fé e de caridade, é chamada a crescer e não a estagnar, mas também a vida da Igreja e de cada paróquia ou grupo eclesial a que pertencemos deve crescer. Quando falo em crescimento refiro-me primeiramente ao crescimento interior, qualitativo, na vida da graça, na santidade.

A vida cristã quando é coerente e séria, atrai.

Os Atos dos Apóstolos mostram-nos como a comunidade cristã era uma semente de mostarda com uma força de crescimento extraordinária. Acerca da forma como viviam afirma-se: “Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fracção do pão e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, o temor dominava todos os espíritos. Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum. Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um. Como se tivessem uma só alma, frequentavam diariamente o templo, partiam o pão em suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e tinham a simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava, todos os dias, o número dos que tinham entrado no caminho da salvação.”

Convém repetir aquilo a que podemos chamar as 5 vitaminas essenciais para o crescimento de um cristão, de um grupo ou de uma comunidade, e que estão bem patentes neste texto dos Atos dos Apóstolos.

Se as nossas paróquias viverem estes dinamismos, a que chamamos os 5 essenciais, e sobre os quais está plasmada a visão da paróquia de S. João Baptista e, indiretamente, a de S. José, só podemos crescer.

Lembro essas 5 vitaminas essenciais para o crescimento:

1º Adoração, isto é, união a Deus pela oração e os sacramentos. “Os irmãos eram assíduos à oração e à fração do pão. Ninguém cresce na fé se não for alimentado por esta água viva que nos vem do encontro com o Senhor na Eucaristia, na oração pessoal e comunitária, e na meditação da sua palavra.

2º Vida fraterna: Deus quis salvar-nos, não individualmente, mas em povo que o ame e o sirva. Ninguém cresce isolado dos outros, mas construindo com os outros comunhão eclesial, vivendo o mandamento novo, como Jesus nos ensinou. «Os irmãos erram assíduos à comunhão fraterna(…) Todos os crentes viviam unidos (…) Como se tivessem uma só alma (…) partiam o pão em suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração.»

Alguém que venha só à missa ao Domingo mas que não tenha relação nenhuma com uma comunidade, não cresce na fé nem na caridade pois, para amar, tem de ter irmãos para amar.

3º Enraizamento em Cristo: precisamos de nos irmos convertendo mais à vontade de Deus, obedecendo à sua Palavra e tornando-nos verdadeiros discípulos dele. Este processo de crescimento na fé, ou discipulado, vai-se operando pela ação do Espírito Santo e pela nossa colaboração e adesão quando aceitamos formar melhor a nossa fé para sabermos a graça a que somos chamados. Habitualmente, é caminhando fielmente num pequeno grupo com quem vamos partilhando a vida de fé, rezando, escutando a palavra de Deus e o testemunho dos outros que vamos crescendo e enraizando-nos no Senhor. “Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos”.

4º Serviço no amor: nós crescemos, identificando-nos com o Senhor, servindo os outros e a comunidade. Há muitos cristãos que não querem nem pequenos nem grandes compromissos. Vivem só para si. Mas o serviço aos outros na comunidade enriquece-nos muito e dá vida à comunidade. Além de nos santificar, pois nos identifica com aquele que «não veio para ser servido mas para servir e dar a vida.» Quanto as nossas paróquias podiam ser mais belas e atrativas se todos pusessem os seus dons a render nalgum serviço na comunidade! Esse serviço passa também pela partilha de dinheiro e bens materiais para a missão da Igreja como nos fala o texto dos Atos: “Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um.”

Este serviço pode e deve ser também social, político, no empenhamento em causas de transformação do mundo, como é o caso do voluntariado numa causa pela defesa do ambiente.

5º Evangelização: Já falei neste aspeto essencial da nossa fé na semana passada.

Não é facultativa para o cristão, a evangelização. Paulo dizia: «Ai de mim se não evangelizar.» Deus confiou-nos a missão da Igreja inteira. E foi a cada um de nós que Ele disse: «Sede minhas testemunhas». “Como o Pai me enviou também eu vos envio a vós”. «Ide e anunciai o evangelho. Recebestes de graça, dai de graça.»

Para muitos, evangelizar não se trata de deixar a casa e a família para partir. Todos percebemos isso. Por exemplo, um casal que tenha filhos, faz já um bom trabalho de evangelização se educa os seus filhos na fé, criando em sua casa uma autêntica igreja doméstica, onde se louva a Deus, se anuncia o evangelho e se pratica a caridade. Um cristão que se encontra muitas vezes com pessoas amigas que não são crentes, não deve preocupar-se por, na melhor oportunidade, partilhar com eles a sua fé e convidá-los a conhecer o Senhor propondo-lhes um caminho de fé como o Alpha ou outro? O texto dos Atos mostra como aquela forma de viver dos primeiros cristãos era tão bela, tão evangelizadora, que fazia crescer a comunidade pela atração.

Estas cinco vitaminas formam um sistema, isto é, estão interligadas entre si e precisam todas de funcionar bem para que o corpo esteja são e cresça.

Por isso todos os movimentos, grupos, comunidades cristãs que se esforçam por viver estes 5 aspetos, só podem crescer qualitativamente e depois também crescerão quantitativamente. Não é uma ilusão pensar que a paróquia de S. João Baptista e S. José podem crescer em muito maior número. Mas para isso acontecer temos de nos desfocar do número, para nos focarmos na beleza da nossa vida com o Senhor e da nossa vida fraterna na paróquia. Não massa, mas fermento.”

Célula do Grupo de Jovens de SJBaptista

Na passada 6ª feira à noite foi dia de célula! Foi o momento ideal para os jovens que desde o ano passado integram uma célula só de jovens poderem estar focados em Deus. Na célula agradecemos, partilhamos as nossas semanas, lemos um ensinamento, falamos sobre ele e rezamos uns pelos outros. No final comemos uns biscoitos. ❤️

Somos um pequeno grão de mostarda.

Rezem por nós

Formação Células Paroquiais de Evangelização

Na passada sexta-feira à noite estiveram reunidos numa das salas de catequese no Coro Alto da igreja de SJosé alguns membros das Células Paroquiais de Evangelização de SJBaptista, SJosé e Santa Clara.

Este foi o terceiro de 3 encontros de formação que se iniciaram em meados de janeiro e que procuraram explorar alguns tópicos que constam do Manual de Formação de Líderes das Células Paroquiais de Evangelização.

Formação para Células Paroquiais de Evangelização

Na passada sexta-feira, ao serão, dando continuidade ao que tinha sido iniciado no sábado anterior no Coro Alto da Paróquia de SJosé, estiveram reunidos numa das salas de catequese de SJBaptista membros das Células Paroquiais de Evangelização de SJBaptista, SJosé e Santa Clara, entre outros.

A Francisca Eiriz e o Rui Alexandre, que a convite do Pe Jorge Santos assumiram a gestão do secretariado que em Portugal se ocupa da divulgação e fomento destes grupos paroquiais, partindo do Manual de Formação de Líderes das Células Paroquiais de Evangelização, fizeram uma exposição sobre os momentos da partilha e da explicação do tema enviado pelo pároco em cada semana aos membros das células.

Entretanto a próxima e última sessão prevista deste percurso de formação, destinada a todos os que fazem parte de Células Paroquiais de Evangelização em S. João Batista, S. José ou Santa Clara, ou para quem quer saber mais sobre esta iniciativa da Nova Evangelização, está agendada para o próximo dia 21 de fevereiro às 21h em SJBaptista.

Grupo de Adolescentes Say Yes

No passado sábado dia 18 foi o nosso segundo encontro da terceira etapa do projeto Say Yes!

Continuamos entusiasmados e muito felizes com o interesse e simpatia dos nossos participantes.

É reconfortante contribuir para o seu crescimento na fé! O caminho para as Jornadas Mundiais da Juventude 2022 começa hoje! Rezem por nós #JMJ2022 #JMJ #lisboa2022 #lisbon2022 #lisbon22 #sayyes

Formação para Células Paroquiais de Evangelização

No passado sábado, durante a tarde, estiveram reunidos numa das salas de catequese no Coro Alto da igreja de SJosé membros das Células Paroquiais de Evangelização de SJBaptista, SJosé e Santa Clara.

Infelizmente não nos chegaram, pelo menos atempadamente, grandes ecos nos quais nos pudéssemos apoiar para a redação deste artigo que desejávamos que se debruçasse sobre aquilo que lá foi tratado.

Sabemos apenas, pelas palavras do Pe Jorge na eucaristia de Domingo de manhã em SJBaptista que foi muito bom. Já não é mau.

Tratava-se num entanto de uma formação sobre a qual recaiam algumas expetativas: as Células Paroquiais de Evangelização são, não nos cansaremos de o repetir, nas paróquias que compõem a nossa Unidade Pastoral, a principal e prioritária opção de inclusão de todos os irmãos num pequeno grupo onde possam crescer na fé. Se o Alpha é o primeiro anúncio, correspondendo-lhe por isso a primeira letra do alfabeto, as células são o crescimento integral naquilo que na nossa gíria chamamos os 5 essenciais ou vitaminas: oração, amor fraterno, o enraizamento em Cristo através da formação, o serviço e a evangelização. Não que estes 5 essenciais só sejam alcançáveis nas células, mas estão lá presentes.

A sessão de uma célula inicia-se com um tempo de louvor durante o qual se cantam alguns cânticos de louvor intercalados com orações espontâneas, também elas de louvor, e se pode terminar com um cântico ou invocação do Espírito Santo. Lê-se uma passagem da escritura e medita-se a partir de um ensinamento ou reflexão previamente enviada pelo pároco aos líderes de cada célula. Há um tempo de partilha, da palavra vivida e da vida rezada. Antes de uma oração final do Pai Nosso que deverá ser rezado voltados para o exterior, para a rua (são células de evangelização e todos deverão empenhar-se no anúncio da Boa Nova do Evangelho), há ainda um tempo de intercessão em que cada um pode e deve pedir a oração dos seus irmãos de célula pelas intenções que melhor lhe aprouverem: por si, pelos seus, por alguém conhecido que esteja a passar por uma provação especialmente dura, etc.
Formação Células – continuação

Para além da formação que já decorreu no passado sábado, este percurso continuará no serão da próxima sexta, dia 24, às 21h30, numa das salas de SJBaptista. Todos são bem-vindos, mesmo que venham de outras paróquias.