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São José, pai na ternura

No próximo sábado, dia 5 de junho, às 21h30 teremos mais uma conferência promovida pela paróquia de SJosé e que neste dia versará sobre a dimensão da ternura a partir de São José – o papa fala da revolução da ternura para mudar um mundo agressivo, individualista, que descarta os mais fracos, indiferente à sorte dos outros. A ternura pode mudar o mundo.

A oradora será a Sílvia Monteiro, médica cardiologista. A conferência decorrerá presencialmente, para quem quiser e puder estar presente, no Salão Paroquial de São José, mas, a pensar em todos quantos não possam estar presentes ou não tenham disponibilidade para ouvir àquela hora, será transmitida em direto no canal Youtube da nossa Unidade Pastoral e nas nossas páginas Facebook.

O link para a transmissão Youtube já está divulgado nos sites e na nossa http://linktr.ee/sjbaptista

Folha Paroquial nº 174 *Ano IV* 30.05.2021 — DOMINGO DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Feliz o povo que o Senhor escolheu para sua herança.

A folha pode ser descarregada aqui.

“EVANGELHO (Mt 28,16-20)

Naquele tempo, os Onze discípulos partiram para a Galileia, em direcção ao monte que Jesus lhes indicara. Quando O viram, adoraram-n’O; mas alguns ainda duvidaram. Jesus aproximou-Se e disse-lhes: «Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra. Ide e ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos».”

MEDITAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

A forma como a Liturgia nos propõe a celebração dos mistérios da fé revela a pedagogia de uma mãe cheia de sabedoria que nos quer iniciar no conhecimento de Deus e na relação filial com Ele. Durante o tempo do Advento e do Natal, o Pai envia o Seu Filho que se faz em tudo igual a nós exceto no pecado. Durante o tempo de quaresma e Páscoa, seguimos Jesus, o Filho, que passou fazendo o bem, que os homens mataram e o Pai ressuscitou dos mortos. No Pentecostes, corolário do mistério pascal, o Espírito Santo é-nos apresentado e oferecido como Aquele que continua a obra de Cristo na Igreja e no mundo. Chegados aqui, supõe-se estarmos mais bem preparados para saber quem é o nosso Deus e quanto Ele nos ama. A Festa da Santíssima Trindade, resumindo toda a história da salvação, convida-nos a uma vibrante sinfonia de louvor, glória e ação de graças a este Deus uno e trino por tudo o que fez e faz por nós.

A mensagem central que ressalta da festa da Santíssima Trindade é que o nosso Deus não é um Deus longínquo, abstrato, mas um Deus próximo, que vem partilhar as nossas dores e alegrias e nos convida, também a nós, a estarmos atentos às dores e alegrias dos nossos irmãos, comprometendo-nos com eles como Ele se comprometeu connosco, em Cristo, até à morte na cruz.

Um rabino judeu, chamado Elie Jean Marie Setbon, converteu-se há tempos ao catolicismo e fez-se batizar. Escreveu um livro chamado “do Kippa à cruz”. Numa entrevista, fizeram-lhe a seguinte pergunta: Os cristãos têm o mesmo Deus que os judeus ou os Muçulmanos? Ele respondeu: «Sim e não». «Sim» porque há um só Deus e, portanto, só pode ser o mesmo; «não», se confrontamos as imagens que temos de Deus. Para um judeu, é impensável ter relações pessoais com Deus, chamando-O «Pai»; nem se deve sequer dizer o seu nome, por respeito.» Ora Jesus diz-nos: «Quando rezardes dizei: “Pai Nosso”. Para o cristão, é mesmo essencial fazer a experiência do encontro pessoal com Jesus, no Espírito Santo, e quando isto acontece fazemos a experiência mais admirável que se pode fazer nesta terra: a experiência de sermos filhos de Deus e de sussurrarmos interiormente a relação filial que temos com ele dizendo «Abba, Pai», ao jeito de Jesus, porque é o Espírito de Jesus que nos inunda e «dá testemunho ao nosso espírito que somos, de facto, filhos de Deus».

O facto de Deus ser Trindade de amor, ser relação, ser família, tem implicações profundas para nós, seus discípulos. Sendo criados por um Deus que é relação de pessoas, também em nós existe o apelo à comunhão. «Não é bom que o homem esteja só». Por isso, “aprouve a Deus salvar e santificar os homens, não individualmente, excluída qualquer ligação entre eles, mas constituindo-os em povo que O conhecesse na verdade e O servisse santamente” (LG,9). A Igreja só testemunha o mistério de Deus quando, no seu seio, se vivem relações de comunhão e ela se torna sinal e sacramento de unidade para todo o género humano. A encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco, é um grande serviço da Igreja ao mundo, pois a sua missão é ser sinal, mas também instrumento da unidade de todos os homens.

Para uma nova evangelização, é fundamental que as paróquias se estruturem para uma maior vivência da comunhão fraterna. O acolhimento a todos os que chegam à porta da igreja e em todos os lugares onde se acolhe, a construção de grupos de dimensão familiar que se reúnem quinzenal ou mensalmente para orar, partilhar a palavra e viver a dimensão fraterna, o serviço em grupo aos pobres, as ações comuns de evangelização, a liturgia participativa – mudará, pouco a pouco, o rosto da igreja vista tantas vezes como uma instituição que oferece serviços religiosos para passar a ser vista e experimentada como uma família espiritual onde todos são entusiasticamente acolhidos e encontram o seu lugar de pertença. Mas, ao mesmo tempo, somos chamados a trabalhar com todos os que não se sentem parte da igreja para com eles construir a unidade e a paz.

Neste dia da Santíssima Trindade celebramos, na Igreja de Coimbra, o dia da Igreja Diocesana, pois a Igreja é a melhor imagem da Santíssima Trindade. O tema deste dia é: Diocese de Coimbra, jovem com os jovens. A Igreja, embora fundada há mais de dois mil anos, é constantemente rejuvenescida pelo Espírito que lhe deu o impulso inicial e que continuamente a impele a deixar-se renovar. Os jovens dão à igreja esse rosto juvenil, sonhador, cheio de esperança no futuro que a provoca continuamente a ir mais além. Por isso uma comunidade cristã, sem jovens, fica empobrecida e corre o risco de deixar de sonhar e se instalar. Que o Plano Pastoral que vai ser dado à Diocese, sobre os jovens, desperte todas as comunidades para uma pastoral que os integre tornando-os corresponsáveis na sua missão evangelizadora.

Partilha de atividades da disciplina de EMRC

 

Mais uma vez, o Secretariado Diocesano de EMRC de Coimbra agradece o carinho demonstrado pela disciplina, especialmente nesta altura, em que as famílias são chamadas a decidir se pretendem que os seus filhos e filhas se inscrevam na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica.

Neste tempo de pandemia, a disciplina tentou promover nas escolas uma dinâmica de Esperança e lançou esse desafio às comunidades educativas. Estas deram uma resposta bastante interessante, com a produção de trabalhos e dinamização de diversas iniciativas.

Enviamos links de vídeos que mostram algumas destas atividades.

Mensagem do Papa Francisco:

Atividades desenvolvidas e partilhadas pelas escolas no âmbito da dinâmica Esperança(te):

Concerto falado com o cantor Fernando Daniel:

João Mendes, Carla Diogo e Luís Gonçalves”

São José – Pai na ternura

É já no próximo sábado, dia 5 de junho a conferência promovida pela paróquia de SJosé e que neste dia versará sobre a dimensão da ternura – o Papa fala da revolução da ternura para mudar um mundo agressivo, individualista, que descarta os mais fracos, indiferente à sorte dos outros. A ternura pode mudar o mundo.

A oradora será a Sílvia Monteiro, médica cardiologista.

A conferência decorrerá presencialmente, para quem quiser e puder estar presente, no Salão Paroquial de São José, mas, a pensar em todos quantos não possam estar presentes ou não tenham disponibilidade para ouvir àquela hora, será transmitida em direto no canal Youtube da nossa Unidade Pastoral e nas nossas páginas Facebook.

O link para a transmissão Youtube já está divulgado na nossa http://linktr.ee/sjbaptista

Unidade Pastoral celebra o dia da Igreja Diocesana

No próximo sábado, será celebrado este dia em Unidade Pastoral por toda a Diocese. No nosso caso, terá lugar no salão paroquial de S. José das 15 às 17h00.

Tema geral: Igreja Diocesana de Coimbra, jovem com os jovens

Programa:
– Oração inicial
– Palavra do Sr. Bispo (que virá em video)
– Hino das Jornadas
– Reflexão por Hugo Monteiro, responsável diocesano pelo COD (JMJ) que virá gravada (cerca de 15-20 minutos)
Trabalho de grupos (cerca de 1 hora): Assembleia paroquial com agentes pastorais e depois encontros por grupos (como grupo de jovens; escuteiros; Say Yes… e EAP’s, catequistas, ministros extraordinários da comunhão, equipas Alpha adultos e jovem, líderes de células). Haverá uma ou no máximo duas perguntas para o diálogo nos grupos que será posta pelo Hugo Monteiro que fará a reflexão.
– Conclusão / oração final (a preparar localmente pela UP).

Oração de Cura e Misericórdia

Esta oração é aquilo que está enunciado no título: de cura e misericórdia. Também pedimos a cura da alma e do espírito. Mas também pedimos curas físicas. Na humildade, cumprimos aquilo que o Senhor nos mandou: “Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos for servido, curai os doentes que nela houver e dizei-lhes: ‘O Reino de Deus já está próximo de vós.’”.

Todos são bem vindos, entre necessitados e curiosos. Gostaríamos no entanto de desafiar o leitor a publicitá-la especialmente aqueles das suas relações que estão desesperados e sem saída, porque foi para esses que o Senhor encarnou, para os que “precisam de médico”.

À semelhança do Grupo de Oração, também a Oração de Cura e Misericórdia, sempre na primeira quinta feira de cada mês, depois de alguns meses em regime online, pelo Zoom, se está a aventurar num regime misto: quem o desejar, enquanto a lotação da igreja o permitir e respeitando todas as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa sem descurar as recomendações da DGS, poderá comparecer na igreja de São João Baptista onde decorre a adoração eucarística desde as 8h00 ou ligar-se pelo Zoom e participar online.

A próxima sessão será já na próxima quinta feira, dia 3 de junho , pelas 21h30, presencialmente ou online: o link é divulgado por volta das 20h00 nos nossos sites e na LinkTree da Comunidade Emanuel (https://linktr.ee/comunidadeemanuel).

Esta oração é animada pelos irmãos da Comunidade Emanuel.

Dia Alpha

Em meados de abril arrancámos na nossa Unidade Pastoral com um percurso Alpha destinado a jovens com idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos.

Como está a ser online, via Zoom, acabámos por ter muito mais participantes – em Alpha chamamos-lhes convidados – de fora que de dentro.

No próximo sábado terão aquilo a que normalmente se chama o “fim de semana” e dadas as circunstâncias se limitará a uma jornada, também ela online – e que por isso se chama agora “Dia Alpha”.

Convidamos todos a rezar pelos bons frutos desde dia, durante o qual iremos pedir ao Senhor que derrame abundantemente sobre cada um deles o seu Espírito Santo.

 «Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós: Recebei o Espírito Santo» 

A igreja de SJBaptista foi mais uma vez demasiado pequena para todos quantos quiseram reviver esta experiência fabulosa de Pentecostes, durante a vigília.

Este ano, apesar dos confinamentos e todos os constrangimentos impostos pela pandemia, várias dezenas de irmãos fizeram, com o Grupo de Oração, o percurso e a experiência do seminário de vida nova no Espírito e, nos percursos Alpha, algumas centenas fizeram essa mesma experiência.

Na semana que a precedeu, muitos foram os que acompanharam uma novena em formato multimédia e assíncrona que foi proposta pela Comunidade Emanuel e também distribuída a partir dos canais das nossas paróquias.

Dito isto, e contando com o facto de que o Senhor é fiel e nunca deixa de assistir com o Seu Espírito todos quantos lho pedem, estavam reunidas as condições para uma grande vigília. E foi-o de facto: não com certeza por nosso mérito, mas porque havia numerosos corações desejosos de se deixarem preencher pelo Espírito Santo e viverem da vida nova que só Ele pode dar.

O serão foi vivido em cinco momentos:

1. Um ato penitencial durante o qual, a partir de passagens do Evangelho segundo São João, nos foi proposto olhar para nós mesmos à luz da Palavra de Deus e da sua misericórdia.

2. Uma liturgia da Palavra durante a qual ouvimos as leituras que a Igreja escolheu para aquela noite.

3. Um momento de louvor forte durante o qual o Senhor foi sacramentalmente exposto: não era o tempo de pedir, nem de interceder, nem de dar graças. Era o tempo de louvar o Senhor por aquilo que Ele é: o Deus vivo, o Deus connosco, o Deus omnipotente, o Deus dos pobres, o nosso Deus.

4. Um momento durante o qual nos dispusemos por grupos e pedimos um novo Pentecostes, um novo baptismo no Espírito para cada um dos presentes.

5. Um momento de intercessão por esta cidade, mas também pela Comunidade Emanuel, pela paróquia de SJBaptista e SJosé, recordando e apresentando ao Senhor cada um dos seus grupos.

Folha Paroquial nº 173 *Ano IV* 23.05.2021 — DOMINGO DE PENTECOSTES

Mandai, Senhor o vosso Espírito, e renovai a terra.

A folha pode ser descarregada aqui.

“EVANGELHO (Mc 20,19-23)

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».”

MEDITAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

No Domingo passado, na Ascensão, a propósito do mandato missionário do final do evangelho de Marcos, lembrámos que os outros evangelistas Sinópticos, Mateus e Lucas, terminam todos com o mesmo mandato evangelizador, e em todos Jesus promete a sua presença. Em Mateus, Jesus diz que estará com eles todos os dias até ao fim dos tempos (Mt 28,20); em Marcos, é dito que o Senhor cooperava com eles, confirmando a palavra com os milagres que a acompanhavam (Mc 16,20); e em Lucas, Jesus afirma-lhes que «Vou mandar sobre vós o que o meu Pai prometeu. Entretanto permanecei na cidade até serdes revestidos da força do Alto.» (Lc 24,49). Hoje, Domingo de Pentecostes, ouvimos o mandato missionário em S. João: «“Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós”. Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo”».

Nunca será demais dizê-lo: Evangelizar é a missão fundamental da Igreja. Ela existe para evangelizar. Não é uma insistência do nosso tempo, é um mandato bem explícito de Jesus que nenhum evangelista esqueceu de transmitir, pois era demasiado importante. Mas, ao mesmo tempo, é preciso nunca esquecer que o primeiro agente da evangelização é o Espírito Santo. Sem Ele, a evangelização seria uma propaganda. «Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo».

O Espírito impele-nos a «fazer-nos ao largo», a sairmos ao encontro do mundo, a irmos de casa em casa, a proclamarmos de todas as formas possíveis que Jesus está vivo, que, quando lhe abrimos o coração, uma nova vida acontece. Deus ama os homens e quer o seu bem e a sua salvação. O Espírito leva-nos a não nos fecharmos nos nossos interesses pessoais, mas a acreditarmos que vale a pena sermos generosos com a nossa vida, o nosso tempo e o nosso dinheiro na missão que Ele nos confia de chamar as pessoas à relação com Ele, pois quer que todos saibam que são amados infinitamente. Ao mesmo tempo, chama-nos a sermos construtores da Igreja como casa de comunhão onde todos aprendemos a amar e a servir com humildade. Quando o decidimos fazer, Ele vem em nosso auxílio e desenvolve em nós capacidades espirituais e humanas que desconhecíamos a que chamamos «dons» ou «carismas», como fala a segunda leitura. Esses dons são para o crescimento do Corpo que é a Igreja e, embora possam estar ligados a talentos naturais, vão muito mais além do que eles. São uma graça específica de Deus para a edificação da comunidade. Esses dons já se notam em muitos irmãos e precisam de ser valorizados e agradecidos. Os versículos que hoje ouvimos na segunda leitura fazem parte dos capítulos 12 a 14 da Carta aos Coríntios onde Paulo faz uma reflexão alargada sobre os dons e carismas para a edificação do Corpo de Cristo, dizendo que a distribuição destes dons é diversificada e que nem todos possuem este ou aquele carisma mas que Deus distribui-os a cada um conforme quer. Aquele que os recebe e que são confirmados pelos irmãos, deve recebê-los com gratidão e humildade colocando-se generosamente ao serviço da comunidade, pois foi para isso que lhe foram dados. Por conseguinte, os carismas são concedidos pelo Espírito Santo a determinados fiéis, a fim de os tornar capazes de contribuir para o bem comum da Igreja. A variedade dos carismas corresponde à variedade de serviços, que podem ser momentâneos ou duradouros, privados ou públicos. Quando um serviço se torna duradouro e recebe uma chancela de reconhecimento público da Igreja, chama-se ministério. Em primeiro lugar vêm os ministérios ordenados e depois os ministérios laicais. O Papa Francisco abriu à igreja a possibilidade de os leigos serem instituídos em novos ministérios reconhecidos. Entre os ministérios laicais recordamos aqueles instituídos com rito litúrgico: o leitorado e o acolitado. Depois, vêm os ministros extraordinários da comunhão eucarística e, recentemente, o Papa Francisco abriu a possibilidade de novos ministérios como o de catequista e de vários outros. Imagino uma Igreja ministerial em que cada um vive de uma forma entusiasmada o mandato que o Senhor nos deu de evangelizarmos e servirmos com alegria e amor. Na visão da paróquia de S. José, é dito: «Nascemos do encontro pessoal com Cristo, crescemos na comunhão com Deus e com os irmãos, fazemos discípulos que evangelizam com ousadia e servem com amor.» E na de S. João Baptista está escrito: «Somos uma comunidade orante e acolhedora, enraizada em Cristo, que serve e anuncia o evangelho para a transformação do mundo.» Em cada visão está bem patente a negrito esta imagem do futuro de uma igreja que serve e evangeliza. Que o Espírito Santo nos inunde e o sonho se torne realidade concreta, pouco a pouco.

Festa do Corpo de Deus em Coimbra

Dia 3 de junho de 2021, às 17:00, será celebrada Eucaristia solene do Corpo de Deus na Sé Nova de Coimbra, presidida pelo Sr. Bispo. Contamos que haja uma representação boa de cada paróquia da nossa Unidade Pastoral.

No final da celebração não haverá procissão, ainda este ano, mas um tempo de adoração comunitária seguida de bênção solene. Cada pessoa pode ir à Sé pois haverá lugares, mas se quiserem inscrever-se na paróquia através do e-mail poderá ajudar-nos.