Arquivo da categoria Unidade Pastoral

ALMOÇO DE REIS:

Neste domingo 12 de janeiro, a comunidade paroquial de São João Baptista e seus amigos são convidados para um almoço de confraternização. A ementa terá 2 pratos à escolha: Bifinhos de Porco com Cogumelos ou Bacalhau com Natas.

10€/pessoa.

Aceitamos sobremesas.

Inscreva-se por telefone ou na secretaria da paróquia.

Peregrinação à Polónia

Ainda há lugares vagos!
1º dia – Coimbra – Varsóvia
2º dia – Visita Gdansk
3º dia – Visita do mosteiro palotino de Jasna Gora
4º dia – Zakopane / Kalwaria Zebrzydowska / Cracóvia
5º dia – Wieliczaka
6º dia – Auchwitz / Wadovice
7º dia – Varsóvia
8º dia – Niopokalanow (S Maximiliano Kolbe) e regresso

1630€ / pessoa

Acompanhamento pelo P Jorge Silva Santos

Mais informações:
Maria Manuela Afonso : 912 395 972
SJBaptista : 239 405 706
SJosé : 239 712 451

Panfleto: https://tinyurl.com/t57e6k5

Sayes para adolescentes arrancou em SJBaptista

Tal como estava previsto, teve início na paróquia de São João Baptista um novo grupo de adolescentes composto em grande parte por aqueles que até aqui estavam nos sétimo, oitavo e nono anos da catequese. É que pelo caminho ainda se conseguiram repescar alguns que entretanto tinham abandonado a catequese. Ao todo eram 25 adolescentes a que se juntaram alguns catequistas e elementos do Grupo de Jovens que entretanto aceitaram também eles este desafio.

Antes de fazerem uma dinâmica de quebra-gelo durante a qual todos se ficaram a conhecer melhor, os adolescentes tiveram a agradável surpresa de serem acolhidos com um lanche “bastante suculento”.

Receberam a cruz que os acompanhará enquanto grupo até às Jornadas Mundiais da Juventude de Lisboa em 2022, e ficaram a conhecer não só os inícios desta grande movimentação da juventude iniciada com o Papa João Paulo II nos anos 80, quando os seus pais eram eles próprios adolescentes, como, em traços gerais, as atividades que lhes virão a ser propostas nas próximas sessões.

Rezemos por este grupo.

Porquê a estrela? E o que significa?

A esperança na vinda do messias era muito viva no tempo de Jesus. Toda a gente falava disso e rezava-se para apressar a sua vinda. Um dos sinais pelos quais se pensava que a vinda do Messias seria sinalizada era por uma estrela. E esta crença tinha a sua raiz na profecia de Balaão. Talvez valha a pena conhecermos esta bela passagem que se encontra no livro dos Números: quando as tribos de Israel, já no final do êxodo, se aproximam da terra prometida e estão a travessar as planícies de Moab (hoje Jordânia), o rei de Moab, Balac, convoca o profeta Balaão para que, do alto do monte, à vista das tribos de Israel, as amaldiçoe, pois tem medo delas por estarem abençoadas e protegidas por Deus. Mas em vez de amaldiçoar, Balaão, inspirado por Deus, começa a proferir profecias de felicidade e de glória para Israel, e em especial ele ousa dizer: «Uma estrela surge de Jacob e um cetro se ergue de Israel». É daqui que vem a crença de que uma estrela iluminaria o céu quando o Messias surgisse. Herodes sabe bem o significado da estrela e por isso fica atemorizado quando os magos lhe dizem que viram a estrela no oriente e que a seguem.

O texto do Evangelho do Domingo passado mostra-nos que há uma luz que irradia sobre o mundo. Começa por iluminar os Magos e condu-los na sua procura. Mas, paradoxalmente, Jerusalém está às escuras e não vê luz nenhuma. A luz que conduz os Magos apaga-se naquela cidade que mais devia resplandecer. «para nos libertar das trevas e das sombras da morte», não se abrem à luz e permanecem na morte.

Pe Jorge Santos

Os magos prosseguem o seu caminho e a Luz de novo irradia, tornando-se sol esplendoroso em Belém, naquela gruta, onde os Magos entram e adoram. A estrela que tinha conduzido os seus corações à procura, está ali indicando-lhes quem é a Luz do mundo. Mais tarde, na cura de um cego, essa luz dirá: «Eu vim a este mundo para proceder a um juízo, de modo que os que não veem vejam, e os que veem fiquem cegos.» (Jo 9,39). Diz S. João, no prólogo, a abertura do seu evangelho: «Veio para o que era seu, e os seus não O receberam. Mas àqueles que o receberam e acreditaram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Estes não nasceram do sangue, nem da vontade do homem, mas de Deus”. “Agora já não há judeu nem grego”, recebe-se a graça, «de graça», isto é, gratuitamente: é pela fé no seu nome que nos tornamos filhos de Deus. A sua luz estendeu-se ao mundo inteiro e todos são bem-vindos ao encontro do Senhor que abre as portas do seu coração sempre que encontrar alguém com sede de verdade.

Se Deus acolhe a todos no seu coração, gratuitamente, sem exigir nada, a não ser a reta intenção de procura, não devemos também nós, comunidade cristã, fazer o mesmo? Não temos colocado muitos entraves a que venham? Muitas exigências morais que nem nós sempre cumprimos? A Igreja, diz o papa Francisco, deve ser uma mãe de coração aberto para todos e especialmente para os mais feridos e que não vivem segundo os nossos critérios morais. A Igreja é como um hospital de campanha que está sempre a acompanhar os homens onde estiverem feridos para estar próximo deles e os curar. Precisamos de acolher melhor à maneira de Jesus. As pessoas só darão o passo da fé e da entrega da vida a Jesus quando se sentirem acolhidas e amadas. Vamos todos melhorar o acolhimento nas nossas paróquias, desde a entrada na igreja a todas as dimensões do acolhimento.

Todos são bem-vindos ao coração de Cristo e da igreja.

O Messias vem para todos
Quando lemos o principezinho de Antoine de Saint Exupéry percebemos facilmente que o autor nos conta algo muito mais profundo do que uma história que parece infantil mas não é.
A narrativa de S. Mateus da visita dos Magos não se entenderá na sua profundidade se ficarmos só na história simpática de uns magos, de uma estrela e da oferta de ouro, incenso e mirra ao Menino no presépio. Os Magos procuram alguém a quem dão o título de “rei dos judeus”. É este mesmo título que Pôncio Pilatos mandará colocar na cruz de Jesus no Calvário. S. João, mencionando que esta inscrição estava em três línguas, quer dizer-nos que aquele que está na cruz se oferece por todos e não só por um povo. A primeira leitura de hoje, do profeta Isaías, afirma bem que não se trata só de uma salvação para um povo específico, mas que diz respeito a todos os povos. Os magos são pagãos que procuram sinceramente a verdade.

No texto de hoje, os pagãos não se contentam em ver. Eles caminham para a luz que se deixa ver por eles. E são multidões. E não só de amigos, mas também multidões de países inimigos como Madiã e Efá contra quem Israel guerreou várias vezes. Os magos aproximam-se da luz do Verbo de Deus sem serem filhos de Israel.

A primeira leitura do domingo passado reenvia-nos para um grande clarão de luz que ilumina todas as trevas da terra: “Resplandece, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor. Vê como a noite cobre a terra, e a escuridão os povos. Mas sobre ti levanta-Se o Senhor, e a sua glória te ilumina.”

O Natal é a festa da Luz, pois Ele veio para tirar os povos da escuridão da noite. Também o evangelho nos fala da luz, numa estrela que vai iluminar o caminho dos Magos. E eles deixam-se iluminar por esta luz e seguem-na.

 

 

 

Pe Jorge Santos

Aniversário Adoração Eucarística S.Tiago

Por ocasião do 7º aniversário do início da Adoração Eucarística na Igreja de S. Tiago, será presidida pelo nosso bispo D Virgílio Antunes uma missa de ação de graças na sexta dia 10 de Janeiro às 18h30 em S. Tiago.

A Igreja de São Tiago é um espaço, na Cidade de Coimbra, onde ser reza, permanentemente, pelas vocações.

Atualmente essa oração acontece diariamente das 8:00 às 20:00.

Meditação Sagrada Família

Ao celebrarmos a festa da Sagrada Família, lembramos, antes de mais, que Deus, fazendo o homem à Sua imagem e semelhança, na união de homem e mulher, quis que a família humana fosse expressão da comunhão de amor da família divina: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. E lembramos também que, na Encarnação, Deus, na pessoa do Filho, quis precisar de uma família humana, a Família de Nazaré, para realizar a obra da salvação da humanidade, anunciada desde a queda de Adão, ao longo de toda a história do povo de Deus, no Antigo Testamento, e consumada plenamente na morte e ressurreição do Verbo Encarnado.

É nessa Família de Nazaré que podemos contemplar o melhor testemunho de amor para as nossas famílias de hoje, porque ele se traduz na dádiva e na entrega: na dádiva do Pai que entrega o Seu Filho Único para a salvação do mundo; na dádiva de Maria que se entrega total e incondicionalmente à vontade do Pai, viabilizando assim o plano divino; na dádiva de José, homem simples e humilde, que se entrega ao cumprimento integral da missão que Deus lhe confia. Trata-se, pois, de uma família exemplar, onde existe verdadeiro amor, mas, sobretudo, de uma família que sabe escutar Deus e seguir com absoluta confiança os caminhos por Ele propostos.

A partir deste quadro, as leituras de hoje fornecem-nos indicações práticas para a construção das nossas famílias, na medida em que elas possam ser espaços de encontro, de escuta, de partilha e de entrega ao serviço mútuo, a exemplo de Cristo “que veio para servir e não para ser servido e dar a vida” (Mt 20, 28), aceitando assim ser testemunhas do “Homem Novo” no espaço familiar e à sua volta.

Na história narrada no Evangelho contemplamos a figura de José, homem atento que escuta e acolhe as indicações de Deus e sabe interpretar a Sua vontade, não se poupando a qualquer esforço e sacrifício para, com sua esposa, cuidar e defender a vida daquele menino.

Pelas exortações de Paulo na segunda leitura, de que o Papa Francisco faz eco no capítulo IV da Exortação Apostólica “Amoris laetitia”, somos levados a compreender o papel que a família cristã é chamada a desempenhar e que todos nós somos convidados a experimentar, no dia a dia, na relação marido e esposa e na relação pais e filhos, como também na família alargada. As nossas famílias hão-de ser espaço de aceitação mútua, no esforço contínuo do ajustamento dinâmico e progressivo entre os seus membros, “suportando-se uns aos outros e perdoando-se mutuamente”; espaço de confiança mútua que radica no compromisso e na fidelidade à união e ao amor-entrega, em que o egoísmo, o ciúme, a inveja e a cedência a apetites ou desejos próprios não têm lugar; espaço de estima mútua, em que todos se esforcem na caridade recíproca e se tratem com “bondade, humildade, mansidão e paciência” e cada membro aceite renunciar ao seu comodismo para se sacrificar pelo outro; espaço de pertença mútua, em que cada um se sinta verdadeiramente acolhido, em sua casa e na sua família; e, finalmente, as nossas famílias hão de ser espaço de oração, de partilha da fé, de encontro, de união com Deus e de comunhão fraterna, onde “habite com abundância a palavra de Cristo”, à luz da qual todos se possam “instruir e aconselhar uns aos outros”, pois a família é sacramento do amor indestrutível e eternamente fiel de Cristo ao seu povo – a Igreja, onde todos “somos chamados a formar um só corpo”.

Sabemos que este modelo de família proposto na Sagrada Escritura, está seriamente ameaçado, pelos contra-valores da sociedade pós-moderna que nos invadem e influenciam, muitas vezes sem darmos conta. Entre eles, o Papa Francisco, destaca o individualismo crescente e exagerado, considerando que ele representa uma séria ameaça à união e coesão familiar, na medida em que “desvirtua os laços familiares e acaba por considerar cada componente da família como uma ilha, fazendo prevalecer a ideia de um sujeito que se constrói segundo os seus próprios desejos assumidos com caráter absoluto” (AL 33). Isto, claro, a par do “ritmo da vida atual, o stresse, a organização social e laboral, porque são fatores culturais que colocam em risco a possibilidade de opções permanentes” (idem).

Não podemos, porém, sucumbir perante tantas ameaças, riscos e desafios que as famílias de hoje enfrentam e peçamos à Sagrada Família de Nazaré que nos acompanhe e ilumine no caminho a seguir, rezando com o Papa:

Oração à Sagrada Família
Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do carácter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Ámen.

Diác. Albano

Parabéns, Sr Prior!

O Pde Jorge Santos, o nosso pároco, celebrou por estes dias o seu 63º aniversário! Muitos paroquianos procuraram acarinhá-lo por estes dias, aproveitando a ocasião do seu aniversário para, cada um à sua maneira, lhe transmitirem a estima que têm por ele.

Como nesse domingo, dia 29, lhe calharam em escala as missas de SJosé, na missa das crianças da catequese recebeu das mãos de uma menina que também fazia anos nesse dia uma lembrança em nome da comunidade paroquial e, na missa das 19h00, depois da missa, cantaram-se-lhe os parabéns e partiu-se o bolo.

Obrigados, Pe Jorge, pelo dom da sua vida ao serviço das nossas comunidades e da Igreja de Coimbra!

Desejamos que seja muito feliz e pedimos ao Senhor que lhe mantenha a saúde, que o abençoe, o encha da sua paz e faça brilhar sobre si a Luz do seu rosto!

Sayes para Adolescentes arranca em SJBaptista

Em finais de Setembro passado foi-nos proposto um projeto, designado “Say Yes”, como início da preparação para a Jornada Mundial da Juventude de 2022, em Lisboa, presidida pelo Papa, e que vai trazer a Portugal jovens de todo o mundo. É verdadeiramente um encontro e experiência únicos para os jovens que a viverem e que decerto vão marcar as suas vidas.

Os mais velhos de nós nunca imaginámos que tal evento viesse a acontecer em Portugal, pelo que a decisão do Papa Francisco nos trouxe muita alegria e achamos que é ocasião a não perder.
Como já tínhamos a catequese planeada desde Junho e não dispúnhamos de muita informação (ou quase nenhuma), decidimos não aderir de imediato (e não fomos os únicos) e antes estudar a melhor forma de integrar os adolescentes da nossa paróquia neste projeto.

Assim fizemos e, em conjunto com o P. Jorge e o P. Francisco, decidimos que os 7º, 8º e 9º anos irão aderir ao Projeto a partir de Janeiro, conforme ficou acordado na reunião que tivemos com a maior parte dos pais no dia 14 de Dezembro.

Como quase todos os adolescentes da nossa paróquia estão envolvidos em atividades desportivas diferentes e em horários igualmente muito diferentes ao longo da semana, concluímos que a única possibilidade de os reunir todos seria o sábado, ao fim do dia e ficou acordado que seria às 18.30, a hora mais conveniente para todos.

Para pôr de pé o referido projeto, em conjunto com os catequistas, vamos ter também a colaboração do Grupo de Jovens da paróquia e a catequese passará ser semanal, pois cada módulo prevê 4 sessões, a um ritmo mais ou menos mensal e ainda algumas atividades fora da paróquia.

Oração de Cura E Misericórdia

Costuma ser na 1ª 5ªfeira; desta vez será na 2ª, dia 9 de Janeiro.

Esta oração, orientada pela Comunidade Emanuel, na 1ª 5ªFeira de cada mês, é feita durante a Adoração que em SJBaptista decorre desde as 08h00 de terça feira.

É uma oportunidade para convidarmos sobretudo aqueles que estão a passar por alguma dificuldade ou doença.

Começamos sempre com alguns cânticos de louvor ao Senhor Jesus presente na hóstia consagrada e rezamos por aqueles que estiverem a precisar.