Arquivo da categoria Vida Paroquial

Live webminar com Pe. James Mallon e Nicky Gumbel

Dia 8 de março, junte-se ao Pe. James Mallon e ao Nicky Gumbel para conhecer a visão deles para a evangelização neste momento tão importante para a Igreja e também sobre o papel que o Alpha Online pode desempenhar, ajudando as paróquias a responder a este desafio.

Junte-se ao Pe. James Mallon e ao Nicky Gumbel para ouvir a sua visão para a evangelização neste momento tão importante para a Igreja e também sobre o papel que o Alpha Online pode desempenhar, ajudando as paróquias a responder a este desafio. Haverá um momento de oração e um tempo para perguntas e respostas durante este webinar, ao vivo.

O registo para a webinar deve ser feito através do Link: Alpha Online – A conversation with Fr James Mallon and Nicky Gumbel Registration, Mon 8 Mar 2021 at 10:00 | Eventbrite .

Nota: Pode participar às 10h às 18h.

Inscreva-se numa das duas sessões possíveis em https://portugal.alpha.org/eventos

Primeira pregação da Quaresma ao papa por Fr. Cantalamessa – texto integral

A conversão é “uma mudança profunda no modo de conceber as nossas relações com Deus. Exige passar da ideia de um Deus que pede, que ordena, que ameaça, à ideia de um Deus que vem com as mãos cheias para se dar todo a nós”, disse o frei Cantalamessa.

Fr. Raniero Cantalamessa, OFMCap.

“CONVERTEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO!”

Primeira Pregação, Quaresma de 2021

 

Como de costume, dedicamos esta primeira meditação a uma introdução geral ao tempo quaresmal, antes de entrar no tema específico no programa, uma vez concluído o retiro espiritual da Cúria. No Evangelho do primeiro domingo da Quaresma do ano B, ouvimos o anúncio programático com o qual Jesus inicia seu ministério público: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”(Mc 1,15). Vamos meditar sobre este apelo sempre presente de Cristo.

De conversão, fala-se em três momentos ou contextos diversos do Novo Testamento. Cada vez, vem à luz uma sua componente nova. Juntas, as três passagens nos dão uma ideia completa sobre o que é a metanóia evangélica. Não está dito que devemos experimentá-las todas as três juntas, com a intensidade. Há uma conversão para cada estação da vida. O importante é que cada um de nós descubra a que serve para si neste momento.

Convertei-vos, isto é, crede!

A primeira conversão é aquela que ressoa no início da pregação de Jesus e que está resumida nas palavras: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15). Procuremos entender o que significa aqui a palavra conversão. Antes de Jesus, converter-se significava sempre um “voltar atrás” (o termo hebraico, shub, significa inverter a rota, voltar nos próprios passos). Indicava o ato de quem, a um certo ponto da vida, percebe estar “fora do rumo”. Então se detém, reconsidera; decide voltar à observância da lei e de retornar à aliança com Deus. A conversão, neste caso, tem um significado fundamentalmente moral e sugere a ideia de algo penoso a se cumprir: mudar costumes, deixar de fazer isso ou aquilo…

Nos lábios de Jesus, este significado muda. Não porque ele se divirta em mudar os significados das palavras, mas porque, com sua vinda, mudaram as coisas. “Cumpriu-se o tempo, e está próximo o Reino de Deus!”. Converter-se não significa mais voltar atrás, à antiga aliança e à observância da lei, mas significa mais dar um salto adiante e entrar no Reino, agarrar a salvação que veio aos homens gratuitamente, por livre e soberana iniciativa de Deus.

“Arrependei-vos e crede” não significam duas coisas diversas e sucessivas, mas a mesma ação fundamental: convertei-vos, isto é, crede! «Prima conversio fit per fidem», escreveu S. Tomás de Aquino: a primeira conversão consiste em crer.[1] Tudo isso requer uma verdadeira “conversão”, uma mudança profunda no modo de conceber as nossas relações com Deus. Exige passar da ideia de um Deus que pede, que ordena, que ameaça, à ideia de um Deus que vem com as mãos cheias para se dar todo a nós. É a conversão da “lei” à “graça”, tão querida a São Paulo.

“Se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças…”

Escutemos agora a segunda passagem em que, no Evangelho, volta a se falar de conversão:

“Naquela hora, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’ Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes e nãos vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus’” (Mt 18,1-3).

Esta vez, sim, que converter-se significa voltar atrás, até mesmo a quando se era criança! O próprio verbo usado, strefo, indica inversão de marcha. Esta é a conversão de quem já entrou no Reino, acreditou no evangelho, já está há tempos no serviço de Cristo. É a nossa conversão!

O que supõe a discussão sobre quem é o maior? Que a preocupação maior não é mais o reino, mas o próprio lugar nele, o próprio eu. Cada um deles tinha algum título para aspirar a ser o maior: Pedro tinha recebido a promessa do primado; Judas, a caixa; Mateus podia dizer que tinha deixado mais do que os outros; André, que tinha sido o primeiro a segui-lo; Tiago e João, que estiveram com ele no Tabor… Os frutos desta situação são evidentes: rivalidades, suspeitas, confrontos, frustração.

Jesus, de imediato, tira o véu. Nem como primeiros, deste modo nem se entra no reino! O remédio? Converter-se, mudar completamente perspectiva e direção. A que Jesus propõe é uma verdadeira revolução copernicana. É preciso “descentralizar-se de si mesmo e recentralizar-se em Cristo”.

Jesus fala mais simplesmente de um tornar-se criança. Tornar-se criança, para os apóstolos, significava voltar a como eram no momento do chamado às margens do lago ou no posto de arrecadação: sem pretensões, sem títulos, sem confrontos entre si, sem invejas, sem rivalidades. Ricos apenas de uma promessa (“Farei de vós pescadores de homens”) e de uma presença, a de Jesus; a quando eram ainda companheiros de aventura, não concorrentes pelo primeiro lugar. Também para nós, tornar-se criança significa voltar ao momento em que descobrimos sermos chamados, ao momento da ordenação sacerdotal, da profissão religiosa, ou do primeiro verdadeiro encontro pessoal com Jesus. Quando dizíamos: “Só Deus basta!”, e acreditávamos.

“Não és frio, nem quente”

O terceiro contexto em que recorre, martelante, o convite à conversão, é dado pelas sete cartas às Igrejas do Apocalipse. As sete cartas são dirigidas a pessoas e comunidades que, como nós, vivem há tempos a vida cristã e, ainda mais, exercem nelas uma papel-guia. São endereçadas ao anjo das diversas Igrejas: “Ao anjo da igreja que está em Éfeso”. Não se explica este título senão em referência, direta ou indireta, ao pastor da comunidade. Não se pode pensar que o Espírito Santo atribua a anjos a responsabilidade das culpas e desvios que são denunciados nas diversas igrejas, muito menos que o convite à conversão seja dirigido a anjos ao invés de homens.

Das sete cartas do Apocalipse, a que deve nos fazer refletir mais do que as outras é a carta à Igreja de Laodiceia. Conhecemos seu tom severo: “Conheço as tuas obras. Não és frio, nem quente… porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar-te de minha boca… Sê zeloso, pois, e arrepende-te” (Ap 3,15ss). Aqui, trata-se da conversão da mediocridade e da tibieza.

Na história da santidade cristã, o exemplo mais famoso da primeira conversão, a do pecado à graça, é Santo Agostinho; o exemplo mais instrutivo da segunda conversão, a da tibieza ao fervor, é Santa Teresa d’Ávila. O que ela diz de si em seu Livro da Vida é certamente exagerado e ditado pela delicadeza da sua consciência, mas, em todo caso, pode servir a todos nós para um útil exame de consciência.

“Comecei, pois, assim, de passatempo em passatempo, de vaidade em vaidade, de ocasião em ocasião, a pôr novamente em risco a minha alma […]. As coisas de Deus me davam prazer, e eu não sabia desvencilhar-me daquelas do mundo. Queria conciliar estes dois inimigos entre si e tão contrários: a vida do espírito com os justos e os passatempos dos sentidos”.

O resultado deste estado era uma profunda infelicidade:

“Caía e me reerguia, e me reerguia tão mal que voltava a cair. Eu estava tão por baixo em relação à perfeição, que quase não me dava conta dos pecados veniais, e não temia os mortais como deveria, pois não fugia de seus perigos. Posso dizer que a minha vida era das mais penosas que se possam imaginar, pois eu não me deleitava nem com Deus, nem me sentia contente com o mondo. Quando estava nos passatempos mundanos, o pensamento daquilo que eu devia a Deus me fazia transcorrê-los com pena; e quando estava com Deus, vinham-se a distrair os afetos do mundo”[2].

Muitos poderiam descobrir nesta análise o real motivo da própria insatisfação e descontentamento.

Falamos, portanto, de conversão da tibieza. São Paulo exortava os cristãos de Roma com as palavras: “Não sejais lentos na solicitude, sede fervorosos no espírito” (Rm 12,11). Seria de se replicar: “Mas, caro Paulo, justamente aqui está o problema! Como passar da tibieza ao fervor, se alguém fatalmente aí caiu?” Nós podemos, pouco a pouco, escorregar na tibieza, como se cai na areia movediça, mas não podemos sair sozinhos, quase puxando-nos pelos cabelos.

Esta nossa objeção nasce do fato de que negligenciamos ou interpretamos mal o acréscimo “no espírito” (en pneumati), que o Apóstolo põe na exortação: “sede fervorosos”. Em Paulo, a palavra “Espírito” indica, ou inclui, quase sempre uma referência ao Espírito Santo. Jamais se trata exclusivamente do nosso espírito ou da nossa vontade, exceto em 1Ts 5,23, onde indica uma componente do homem, ao lado do corpo e da alma.

Somos herdeiros de uma espiritualidade que concebia o caminho de perfeição segundo as três etapas clássicas: via purgativa, via iluminativa e via unitiva. Em outras palavras, é preciso exercitar-se longamente na renúncia e na mortificação, antes de poder experimentar o fervor. Há uma grande sabedoria e uma experiência secular à base de tudo isso, e ai de se pensar que tudo esteja superado. Não, não está superado, mas não é a única via que segue a graça de Deus. Um esquema assim rígido denota uma lenta e progressiva mudança do acento da graça ao esforço do homem. Segundo o Novo Testamento, há uma circularidade e uma simultaneidade, por isso, se é verdade que a mortificação é necessária para chegar ao fervor do Espírito, é também verdade que o fervor do Espírito é necessário para chegar a praticar a mortificação. Uma ascese assumida sem um forte impulso inicial do Espírito seria um esforço morto, e não produziria nada senão “vaidade da carne”. O Espírito nos é dado para estarmos condições de nos mortificarmos, mais do que como prêmio por termos nos mortificado. “Se, pelo Espírito, matardes o procedimento carnal, então vivereis”, escreve o Apóstolo (Rom 8,13),

Esta segunda via que vai do fervor à ascese e à prática das virtudes foi a via que Jesus fez percorrer os seus apóstolos. Escreve o grande teólogo bizantino Cabásilas:

“Os apóstolos e pais da nossa fé tiveram a vantagem de serem instruídos em toda doutrina e, ainda mais, do Salvador em pessoa. […] Contudo, mesmo tendo conhecido tudo isso, enquanto não foram batizados [em Pentecostes, com o Espírito], não mostraram nada de novo, de nobre, de espiritual, de melhor do que o antigo. Mas quando veio para eles o batismo e o Paráclito irrompeu em suas almas, então se tornaram novos e abraçaram uma vida nova, foram guia para os demais e fizeram arder a chama do amor por Cristo em si nos outros. […] Do mesmo modo, Deus conduz à perfeição todos os santos vindos depois deles”[3].

Os Padres da Igreja expressavam tudo isso com a sugestiva imagem da “sóbria embriaguez”. O que levou muitos deles a retomar este tema, já desenvolvido por Fílon de Alexandria[4], foram as palavras de Paulo aos Efésios:

“Não vos embriagueis com vinho, que leva ao descontrole, mas enchei-vos do Espírito: entoai juntos salmos, hinos e cânticos espirituais, cantai e salmodiai ao Senhor, de todo o coração” (Ef 5,18-19).

A partir de Orígenes, não se contam os textos dos Padres que ilustram este tema, jogando ora com a analogia, ora com o contraste entre embriaguez material e embriaguez espiritual. Quem, em Pentecostes, confundiu os apóstolos como embriagados, tinha razão – escrive São Cirilo de Jerusalém –; erravam apenas em atribuir tal embriaguez ao vinho comum, enquanto que se tratava do “vinho novo”, obtido a partir da “verdadeira videira” que é Cristo; os apóstolos estavam, sim, embriagados, mas daquela sóbria embriaguez que mata o pecado e dá vida ao coração[5].

Como fazer para retomar este ideal da sóbria embriaguez e encarná-lo na presente situação histórica e eclesial? Onde está escrito, de fato, que um tão “forte” de experimentar o Espírito era prerrogativa exclusiva dos Padres e dos primeiros tempos da Igreja, mas que já não o é mais para nós? O dom de Cristo não é limitado a uma época particular, mas oferecido a toda época. É justamente papel do Espírito tornar universal a redenção de Cristo, disponível a cada pessoa, em cada ponto do tempo e do espaço.

Uma vida cristã cheia de esforços ascéticos e de mortificação, mas sem o toque vivificante do Espírito, pareceria – dizia um antigo Padre – uma Missa na qual fossem lidas tantas leituras, cumprissem-se todos os ritos e levassem tantas ofertas, mas na qual não acontecessem a consagração das espécies por parte do sacerdote. Tudo permaneceria o que era antes, pão e vinho.

“Assim – concluía esse Padre – é também para o cristão. Se também ele tiver cumprido perfeitamente o jejum e a vigília, a salmodia e toda a ascese e toda virtude, mas não se cumpriu, pela graça, no altar do seu coração, a mística operação do Espírito, todo este processo ascético será incompleto e quase em vão, porque ele não tem a exultação do Espírito misticamente operante no coração”[6].

Quais são os “lugares” onde o Espírito age hoje desta maneira pentecostal? Escutemos a voz de Santo Ambrósio, que foi o cantor por excelência, entre os Padres latinos, da sóbria embriaguez do Espírito. Após ter recordado os dois “lugares” clássicos onde sorver o Espírito – a Eucaristia e as Escrituras –, ele acena a uma terceira possibilidade. Diz:

“Há também uma outra embriaguez que se opera por meio da penetrante chuva do Espírito Santo. Foi assim que, nos Atos dos Apóstolos, aqueles que falavam em línguas diversas pareciam aos ouvintes como se estivessem cheios de vinho”[7].

Após ter recordado os meios “ordinários”, Santo Ambrósio, com estas palavras, acena a um meio diverso, “extraordinário”, no sentido de que não é determinado antecipadamente, não é algo instituído. Consiste em reavivar a experiência que os apóstolos fizeram no dia de Pentecostes. Ambrósio certamente não queria apontar para esta terceira possibilidade, para dizer aos ouvintes que esta era excluída para eles, sendo reservada apenas aos apóstolos e à primeira geração de cristãos. Ao contrário, ele desejar estimular os seus fiéis a fazer a experiência daquela “chuva penetrante do Espírito” que se verificou em Pentecostes. É o que São João XXIII se repropunha com o Concílio Vaticano II: um “novo Pentecostes” para a Igreja.

Portanto, para nós há a possibilidade de sorver o Espírito por esta nova via, dependente unicamente da livre e soberana iniciativa de Deus. Um dos modos em que se manifesta aos nossos dias este modo de agir do Espírito para além dos canais institucionais da graça é o chamado “batismo no Espírito”. Aceno a ele nesta sede sem qualquer intenção de proselitismo, apenas para responder à exortação que o Papa Francisco dirige aos adeptos da Renovação Carismática Católica para compartilhar com todo o povo de Deus esta “corrente de graça” que se experimenta no batismo do Espírito.

A expressão “Batismo no Espírito” procede do próprio Jesus. Referindo-se à próxima Pentecostes, antes de subir ao céu, ele disse aos seus apóstolos: “João batizou com água; vós, porém, dentro de poucos dias, sereis batizados com o Espírito Santo” (At 1,5). Trata-se de um rito que não tem nada de exotérico, mas é feito mais de gestos de grande simplicidade, calma e alegria, acompanhados de posturas de humildade, arrependimento, disponibilidade em se tornar crianças.

É uma renovação e uma atualização não apenas do batismo e da crisma, mas de toda a vida cristã: para os casados, do sacramento do matrimônio, para os sacerdotes, da sua ordenação, para os consagrados, da sua profissão religiosa. O interessado para tal se prepara, além de uma boa confissão, participando de encontros de catequese, nos quais se põe em um contato vivo e alegre com as principais verdades e realidades da fé: o amor de Deus, o pecado, a salvação, a vida nova, a transformação em Cristo, os carismas, os frutos do Espírito. O fruto mais frequente e mais importante é a descoberta do que significa ter “uma relação pessoal” com Jesus ressuscitado e vivo. Na compreensão católica, o batismo no Espírito não é um ponto de chegada, mas um ponto de partida rumo à maturidade cristã e ao compromisso eclesial.

É justo esperar que todos passem por esta experiência? É ela o único modo possível para experimentar a graça de um renovado Pentecostes, desejada pelo Concílio? Se, por batismo no Espírito, pensarmos em um certo rito, em um certo contexto, devemos responder que não; certamente, não é o único modo para fazer uma experiência forte do Espírito. Houve e há inúmeros cristãos que fizeram uma experiência análoga, sem nada saber do batismo no Espírito, recebendo um evidente incremento de graça e uma nova unção do Espírito após um retiro, um encontro, uma leitura. Até um curso de exercícios espirituais pode muito bem se concluir com uma especial invocação do Espírito Santo, se quem orienta fez uma experiência e os participantes o desejarem. O segredo é dizer uma vez “Vinde, Santo Espírito”, mas dizê-lo com todo o coração, deixando o Espírito livre para vir da maneira que ele quiser, não como gostaríamos que ele viesse, possivelmente sem mudar nada em nossa maneira de viver e orar.

O “batismo no Espírito” tem se revelado um meio simples e potente para renovar a vida de milhões de fiéis em quase todas as Igrejas cristãs. Não se pode contar as pessoas que eram cristãs só de nome e, graças a essa experiência, tornaram-se cristãs de fato, dedicadas à oração de louvor e aos sacramentos, ativas na evangelização e prontas a assumir encargos pastorais na paróquia. Uma verdadeira conversão da tibieza ao fervor! É o caso de dizer a nós mesmos o que Agostinho repetia a si mesmo, quase com desdém, ao escutar histórias de homens e mulheres que, em suo tempo, abandonavam o mundo para se dedicar a Deus: “Si isti et istae, cur non ego?[8]: Se estes e estas, por que também não eu?

Peçamos à Mãe de Deus que nos obtenha a graça que obteve do Filho em Caná da Galileia. Por sua oração, naquela ocasião, a água se converteu em vinho. Peçamos que, por sua intercessão, a água da nossa tibieza se converta no vinho de um renovado fervor. O vinho que em Pentecostes provocou nos apóstolos a embriaguez do Espírito e os tornou “fervorosos no Espírito”.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2021-02/primeira-pregacao-quaresma-raniero-cantalamessa.html

Folha Paroquial nº 161 *Ano IV* 28.02.2021 — DOMINGO II DA QUARESMA

Andarei na presença do Senhor sobre a terra dos vivos.

A folha pode ser descarregada aqui.

“EVANGELHO (Mc 9, 2-10)
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-Se diante deles. As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear. Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias». Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados. Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o meu Filho muito amado: escutai-O». De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles. Ao descerem do monte, Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos. Eles guardaram a recomendação, mas perguntavam entre si o que seria ressuscitar dos mortos.”

MEDITAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

MOSTRAI-NOS O VOSSO ROSTO E SEREMOS SALVOS

A história de Abraão é a história de um crente que decidiu colocar a sua vida inteiramente nas mãos de Deus. A sua vocação começa por um chamamento a abrir-se à novidade de Deus, a não temer o risco, o desconhecido, a aventura, o novo. «Abraão, deixa a tua terra e a casa de teu pai e parte para a terra que eu te indicar. Farei de ti um grande povo (…) Abraão partiu como o Senhor lhe dissera» (Gen 12,1-4). E foi toda a vida um peregrino na busca do rosto de Deus e do cumprimento da sua promessa. O dom do filho Isaac foi um belo oásis, um grande ponto de apoio para a sua fé, no meio de todas as dúvidas e incertezas da aridez do deserto e dos escolhos do caminho. Mas eis que, depois deste oásis, vem uma ordem divina que deixa o coração de Abraão imerso na dor. “Abraão, toma o teu filho, o teu único filho, a quem tanto amas, Isaac, e vai à terra de Moriá, onde o oferecerás em holocausto, num dos montes que Eu te indicar.” Sem nada entender deste Deus desconhecido que se atravessou no seu caminho, com o coração rasgado e ferido, obedece. Mas quando se prepara para cumprir a ordem divina, novamente a voz de Deus se faz ouvir: «Não levantes a mão contra o menino, não lhe faças nenhum mal”. E diante de tanta confiança, Deus reitera e fortalece as suas promessas. Abraão aprende que o Deus que Ele segue não o deixa viver confortavelmente nas suas seguranças pois é um Deus imprevisível, misterioso, e sempre a apontar-lhe caminhos novos. Quem o quer seguir deve estar preparado para uma aventura permanente. No entanto descobre também que Ele é digno de confiança e que segui-lo faz da vida uma permanente novidade. Tem a figura de Abraão alguma coisa a ensinar-nos?

Em primeiro lugar, nesta quaresma, Deus vem bater à nossa porta como à da tenda de Abraão para nos dizer, dentro do chamamento que já nos fez outrora, a não nos deixarmos instalar naquilo que já conhecemos, a pormo-nos a caminho ao encontro do rosto de Deus, a libertarmo-nos daqueles pesos que impedem a caminhada ágil e firme. De vez em quando, para nos animar na dureza da caminhada, Ele levanta o véu do seu mistério de amor, e dá-nos um tal gozo interior que nos dissipa todas as dúvidas e gera novo entusiasmo para a caminhada. A Abraão foi o Filho, na sua velhice, as primícias da realização da promessa que estava ainda longe de ser realizada. Aos discípulos, acabrunhados na perspetiva da cruz, foi a transfiguração no Tabor, primícias do dia novo da sua ressurreição e Ascensão. E a nós? Que momentos de alegria profunda, que oásis no meio do deserto, Deus tem plantado para nos refrescar e nos fortalecer no caminho?

Os que querem seguir este Deus imprevisível têm de estar abertos à mudança, à aventura, a partir. Estávamos num mundo em permanente mudança e dentro dela, apareceu agora uma, a pandemia, que a todos interroga. Aqueles que já estão depois dos 60 anos julgavam que já tinham visto quase tudo, mas ninguém se lembra de uma pandemia assim. Igrejas fechadas, sem culto público, não podemos reunir-nos para celebrar o sacrifício pascal, e não nos lembramos disto ter acontecido alguma vez. Como vai ser o nosso amanhã? Vamos esperar que isto passe para voltarmos à nossa vida habitual? Era desperdiçar toda a aprendizagem do caminho. A Igreja já passou por crises muito maiores e de todas elas saiu mais fortalecida. Não devemos estar à espera que a pandemia passe para voltarmos aos tempos que conhecíamos antes e nos fazia sentir seguros. A pandemia já nos abriu horizontes novos de evangelização através do online que nunca tínhamos experimentado assim. Um retiro diocesano de advento ou quaresma, poderia ter 20 pessoas, no máximo, e agora teve 130 e vindos das latitudes mais diversas. Um percurso Alpha podia chegar a 50 ou 60 pessoas, mas este que estamos a fazer, chega aos 150, e muita gente que não tinha oportunidades de outra forma agora está muito agradecida pois pode participar naquilo que até aqui não podia. O online não é algo subalterno, passageiro, à espera de que a pandemia passe para voltarmos ao habitual. Claro que precisamos da vida real, dos irmãos, das celebrações presenciais, da comunidade física que, se Deus quiser havemos de voltar a ter, mas o online ficará como um enorme meio de evangelização e de construção de pontes que possibilitarão a muitos irmãos ser tocados pelo Evangelho. E isto será um bom fruto que a pandemia provocou.
A Encíclica do Papa «Vós sois todos irmãos», publicada durante a pandemia, é também um grito de Deus ao mundo para vivermos de uma forma mais solidária e fraterna. Mas o eco da encíclica é potenciado pela experiência da pandemia que nos faz descobrir que «estamos todos no mesmo barco». O passado já passou e estou em crer que na pandemia, Deus diz à Igreja o que disse a Abraão. «Deixa a tua terra, as tuas seguranças e parte para o novo que eu te vou indicar».

E faz-nos uma promessa de que, se nos pusermos a caminho e nos abrirmos ao novo, enviar-nos-á uma chuva de bênçãos. Jesus, mostrando aos discípulos o seu rosto cheio da luz divina, apresenta-lhes também a promessa da ressurreição e da vida gloriosa com Deus no céu, mas ainda não é tempo de «implantar ali as tendas»: é preciso descer e continuar o caminho do deserto, da conversão e da cruz.

Sentimo-nos a caminho, abertos à novidade de Deus, ou já plantámos as nossas tendas com estacas tão profundas como quem conta já não sair dali?

Quais são os auxílios, os oásis a que estamos a recorrer para nos fortalecer no caminho da quaresma?

Que chamamento Deus nos tem feito? E como temos respondido? Quais são os pesos que nos atrapalham e impedem o caminho?

Semana Nacional Cáritas

A rede nacional Cáritas promove nos dias 28 de fevereiro a 7 de março, a sua Semana Nacional. Uma iniciativa que procura evidenciar a ação da Cáritas no combate à pobreza e exclusão social, com o tema “Cáritas 65 Anos: O Amor que Transforma”. Vivida em contexto de Pandemia, a Semana Cáritas reveste-se este ano de um peso especial, num período em que a COVID-19 deixou muitas famílias em situações difíceis.

Durante esta semana, as diferentes Cáritas Diocesanas que compõem a rede nacional Cáritas, promovem o envolvimento público e de animação local. Uma das principais atividades desta semana é o Peditório Nacional de rua. Face às dificuldades que a pandemia impôs, e pelo segundo ano consecutivo, ele não se realiza nos formatos habituais. A Cáritas adota, por isso, uma estratégia digital, com a realização de um peditório nacional online. Este peditório tem como objetivo a angariação de verbas que vão reforçar a capacidade da rede Cáritas na resposta aos atendimentos sociais e no desenvolvimento e implementação de projeto sociais locais. Adaptado às circunstâncias em que vivemos e sem esquecer a sua principal missão: a solidariedade e a erradicação da pobreza.

Em 2020, a rede Cáritas atribuiu apoios financeiros, direto à população, de cerca 1.5 milhões de euros, ao qual se somam, ainda, os apoios em produtos alimentares e bens essenciais bem como outras respostas sociais de emergência. Desde abril de 2020 a fevereiro de 2021, através da implementação do programa nacional “Vamos Inverter a Curva da Pobreza em Portugal”, foi possível responder diretamente a cerca de 10 mil pessoas, que viram os seus rendimentos afetados pela COVID-19. Um apoio que corresponde a cerca de 10 por centro do total de apoios da rede nacional.

A redução significativa de rendimentos pela perda de posto de trabalho, ou por rendimentos insuficientes, seja salário ou reforma, são as principais razões que motivam o apoio da Cáritas que tem respondido com o pagamento de rendas de habitação, despesas de saúde e medicamentos e pagamento de despesas de eletricidade.

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, saudou o trabalho desenvolvido pela Cáritas ao longo dos seus 65 anos, sem esquecer o seu papel no combate à pobreza instalada pela COVID-19, numa mensagem enviada a propósito da Semana Nacional: “A Cáritas quer olhar para o futuro, e pede-nos que partilhemos o apoio às suas causas do futuro. A semana de 28 de fevereiro a 7 março, neste ano, tem um modelo diferente, um modelo da pandemia, um modelo digital, mas um modelo que não afasta aquilo que é a Cáritas, solidariedade, generosidade, mas proximidade. A rede Cáritas tem estado na linha da frente do combate aos efeitos sociais da pandemia e mobilizado, de forma discreta, meios para que ninguém fique sem resposta.”

D. José Traquina, Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, lembrou também o trabalho da rede Cáritas sublinhando a sua missão no despertar da solidariedade no concreto: “A missão da Cáritas – o amor que transforma – é despertar para esta solidariedade no concreto, comprometidos que estamos na transformação do mundo em que vivemos para que seja, cada vez mais, uma terra de irmãos. Para que juntos vivamos verdadeiramente numa só família humana.”

Revista da Unidade Pastoral já está a ser impressa

Já está a ser impresso o 1º número da revista da nossa Unidade Pastoral. A revista COM.

Está muito bonita e mandámos imprimir 1000 exemplares.

Era nossa intenção distribuí-la à saída das missas, o que por agora não é possível.

No entanto, até agora, ainda não chega a 200 o número de pessoas que nos cederam a sua morada para que a possamos enviar gratuitamente pelo correio.

Faça-o já, antes que se esqueça em http://bit.ly/3qN1Q8s

Grupo de Oração – Online

Às 21h30: https://us02web.zoom.us/j/86041195420?pwd=M2t1SWxNRFVKWXdOM0lScHZOeDRDQT09

ID da reunião: 860 4119 5420
Senha de acesso: 217349

 

Quarta feira, 24 Fevereiro, por volta das 21h00 divulgaremos no site de SJBaptista o link de acesso ao Grupo de Oração.

Se preferir recebê-lo por email, inscreva-se em https://forms.gle/hrVJHndGehZoJqqD9

Folha Paroquial nº 160 *Ano IV* 21.02.2021 — DOMINGO I DA QUARESMA

Todos os vossos caminhos, Senhor, são amor e verdade para os que são fiéis à vossa aliança.

A folha pode ser descarregada aqui.

“EVANGELHO (Mc 1, 12-15)
Naquele tempo, o Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto. Jesus esteve no deserto quarenta dias e era tentado por Satanás. Vivia com os animais selvagens e os Anjos serviam-n’O. Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a pregar o Evangelho, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».”

MEDITAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

Se vos perguntasse qual a imagem espontânea que ressalta à vossa mente depois de lidas as três leituras, qual seria? Depois de as ler três vezes, a imagem que se foi formando em mim foi a Primavera. Vi a vida a renascer, a água a dar vida nova, depois de ter destruído o que era velho. Vi o deserto, seco e árido, a florir depois que Jesus passou por lá e venceu o demónio, levando a esperança a crescer no seu clamor de vida: «Arrependei-vos e acreditai no evangelho.» Esta foi a frase que na quarta-feira de cinzas dissemos antes de derramar a cinza sobre as nossas cabeças, lembrando-nos a nossa fragilidade e o pó que nós somos. Mas, deste pó e cinza, pode renascer alguma vida pujante? «Meu Senhor, tu é que o sabes. Então profetiza, filho do homem, profetiza sobre estes ossos e diz-lhes: Ossos ressequidos (…) Eis que vou introduzir em vós o sopro da vida para que revivais (…) Então, Profetizei como me era ordenado e, imediatamente, o espírito penetrou neles. Retomando a vida, endireitaram-se sobre os pés; era um exército muito numeroso.” (Ez 37,1-14).

A cinza lembra-nos o que somos sem Deus. Mas com o sopro divino sobre estas cinzas nasce um filho de Deus, um homem novo. Esta é a esperança de cada primavera pascal que a quaresma prepara e anuncia.

O homem velho foi destruído pelas águas abundantes e mortíferas do dilúvio. Mas as mesmas águas que destruíram o que era velho permitiram que surgisse a humanidade nova. E S. Paulo explica-nos na segunda leitura: Esta água é figura do batismo que agora vos salva.» Nós já fomos batizados e salvos, mas como o povo de Israel, por causa da nossa fragilidade, somos tentados a Voltar “às cebolas do Egipto”, isto é, ao homem velho, a viver segundo as inclinações do nosso coração. A quaresma, que foi sempre na Tradição antiga do catecumenado, o tempo imediato de preparação para o batismo dos adultos, tornou-se, para nós já batizados, o tempo da renovação da graça batismal. O tempo do renascimento espiritual. Em cada páscoa é-nos oferecida uma nova primavera a todos os que se querem levantar rejeitando continuar no inverso sem vida. Cada quarta-feira de cinzas, dá início a esse caminho fumo à primavera da vida. E começamos por confessar humildemente que somos pó da terra, mas acreditamos que podemos levantar-nos do pó e ganhar nova vida se nos abrirmos ao Espírito Santo. Não há renovação sem o Espírito Santo. Ele é o Senhor que dá vida, que faz novas todas as coisas. Por isso falar de vida que renasce, é falar do Espírito Santo. S. Paulo lembra-nos o primeiro anúncio que nos levou á fé, a saber, “Cristo morreu uma só vez pelos pecados – o Justo pelos injustos – para vos conduzir a Deus. Morreu segundo a carne, mas voltou à vida pelo Espírito.” Também nós vamos morrendo por causa do pecado, mas podemos voltar a vida pela ação do Espírito e pela nossa decisão em voltar para o Senhor de todo o coração.

Jesus foi tentado pelo demónio com as grandes tentações com que ele tenta cegar todo o ser humano, mas Cristo escolheu sempre Deus com a força do Espírito que veio sobre Ele no seu batismo e que até o empurra para o deserto para ser fortificado pela provação. Cada quaresma pode tornar-nos mais fortes se nos deixamos conduzir pelo Espírito a renunciar ao homem velho e aderir a Deus de todo o coração. Aderir a Deus é um ato de vontade.

Para fazer qualquer caminho precisamos de exercer a nossa vontade como o filho pródigo quando se deu conta da sua situação: «Levantar-me-ei e irei ter com meu pai.» Sem esta vontade e decisão, ele continuaria sempre naquela vida miserável a guardar porcos. Às vezes a nossa vontade está tão enfraquecida por falta de exercício que nos tornamos escravos dos nossos apetites e tendências. Para sabermos escolher o Senhor com todo o coração e com toda as forças, o caminho quaresmal propõe-nos o meio do jejum e outras formas de temperança para exercitar a nossa capacidade de escolher o bem. O atleta e o desportista para ter vitórias tem de exercitar-se muito e nós para escolher a vida de Deus, também temos de nos exercitar. Mas não estamos sozinhos, O Espírito de Deus é quem nos pode ajudar a sair vencedores pois é Ele que vem sobre as nossas cinzas e nos ergue do caos em que muitas vezes nos deixamos cair. É Ele e nós, com o nosso querer e vontade.

A pandemia vai criando um rasto de deserto e desolação no nosso viver. Vamos passando pela cidade à noite e parece que o mundo acabou. Mas como será nos corações de cada um? Poderemos nós voltar a abraçar-nos? A reunir-nos na alegria e na festa numa mesa de irmãos? Este é um inverno duro que estamos a viver mas preparemo-nos já para a primavera que há-de chegar e pedimos a Deus que a apresse. Deixo-vos com um belo hino da Liturgia das Horas:

Troquemos o instante pelo eterno;
Sigamos o caminho de Jesus
A primavera vem depois do inverno;
A alegria virá depois da cruz.
Passa o tempo e, com ele, as nossas vidas
Tal como passa o bem, passa a desgraça
Passam todas as coisas conhecidas…
Só o nome de Deus é que não passa.
Farei da fé vivida cada dia,
A luz interior que me conduz
À luz de Deus, da paz e da alegria,
À luz da glória eterna à Luz da luz.

 

Celebrações online de 20 a 26 de Fevereiro

Recordamos que estamos a transmitir missa online todos os dias, às 19:00 e, ao Domingo, às 11:00 (também há uma missa às 19h00 a partir de SJosé). 

As missas à semana podem ter intenções que no caso de SJBaptista podem ser enviadas diretamente por email igrejasaojoaobaptista@gmail.com ou ligando para o nosso telefone que está reencaminhado: 239 405 706

Todas as transmissões estão publicitadas no nosso site www.paroquiasaojoaobaptista.net , na nossa página Facebook ( http://fb.me/paroquiasaojoaobaptistacoimbra ) no nosso canal Youtube ( https://www.youtube.com/c/SãoJoséeSãoJoãoBaptistaCoimbra ), no Instagram ( https://www.instagram.com/paroquiasaojoaobaptista ), e agora até no TikTok ( https://www.tiktok.com/@saojoaobaptista )

Foram ainda criados dois grupos suplementares para facilitar a divulgação dos links diários: 1 no WhatsApp e outro por email. Ambos os links estão nos nossos sites, clicando no topo no link “Missas Online”.

Sábado, 20 Fevereiro – https://youtu.be/KRkibzMcxGE
Domingo, 21 Fevereiro 11h00 – https://youtu.be/Rq2XdpQhmbA
Domingo, 21 Fevereiro 19h00 – https://youtu.be/fw83bd1TvV0
Segunda, 22 Fevereiro – https://youtu.be/SYs9QjjJPps
Terça, 23 Fevereiro – https://youtu.be/mTnChBmFVR4
Quarta, 24 Fevereiro – https://youtu.be/3VQ8A1o1Y6k
Quinta, 25 Fevereiro – https://youtu.be/FRGWtiXj6ac
Sexta, 26 Fevereiro – https://youtu.be/7J-sDfioIt0

Curso para Casais – 6 de março a 24 de abril

Entre 6 de março e 24 de abril vai realizar-se um percurso para casais, online, aos sábados à noite. Este percurso pretende ajudar qualquer casal a construir uma relação duradoura, seja para reforçar um casamento sólido ou mesmo para quem pretenda ultrapassar as dificuldades da vida em casal, possibilitando passar tempo juntos, proporcionando tempos de reflexão em casal, oferecendo aos casais meios para construir um casamento são e duradouro.

Destina-se a  qualquer casal quer tenha ou não prática cristã, mesmo que não estejam casados católica ou civilmente.

Casa sessão é apresentada por um casal, com o apoio de vídeos, sendo a exposição pontualmente interrompida para fazer exercícios em casal, que podem ser acompanhados por café, chá e bolos. No final de cada sessão são propostos exercícios em casal para casa. A intimidade do casal é sempre respeitada. Não há discussões de grupo nem necessidade de dar a conhecer a realidade do casal a qualquer outro.

Inscrições: http://bit.ly/3tMoBvq

Cartaz: https://bit.ly/3qadcTN